Paramore BR
Publicado por Jeany, arquivado em Hayley Williams, Outros Artistas.

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Ontem, 24, o site Artist Direct publicou uma matéria contendo opiniões e elogios sobre a banda de rock alternativo Failure, e Hayley, que gosta da banda já há longo tempo, contou como a descobriu e relatou que Taylor York também gosta muito da banda. Confira abaixo:

A influência que o Failure tem continua a se expandir. Já faz quase 20 anos desde que o álbum “Fantastic Planet” do grupo de rock alternativo de Los Angeles chegou às prateleiras e na época, virou um clássico. A banda terá seu retorno com um sucessor à altura, “The Heart is a Monster” que vai ser lançado dia 30 de junho. O lançamento não só preserva e mantém o estilo da banda, mas mostra a sua evolução natural, levando seu rótulo de “rock espacial” para outra galáxia. É bem divertido estar aqui para acompanhar isso como ouvinte – e estaremos nessa jornada com eles por muito tempo! Com o passar do anos, o Failure influenciou inúmeras bandas. É possível sentir isso no indie e no hard rock, e é ainda mais legal ouvir isso das próprias bandas. Nessa matéria, conversamos com Maynard James Keenan do Puscifer, Tool e A Perfect Circle, Hayley Williams do Paramore e no impacto do Failure em suas vidas.

Hayley Williams: Ganhei uma cópia do “Fantastic Planet” quando tinha 13 anos. Fico espantada de pensar! Quem me deu foi um amigo chamado Randall. E então ele disse “Não sei se eu gostei, então acho que você devia ficar com ele”. Taylor York ama Failure. Acho que foi por isso que nossos amigos conheceram a banda. Taylor tem dois irmãos mais velhos que deram todo tipo de música pra ele. Pegávamos e fazíamos nossas cópias. Failure era uma dessas bandas. “Fantastic Planet” mudou tudo que eu pensava sobre compor canções. Quando se é uma adolescente, tudo é tão obscuro e pesado. Eu tinha uma uma conexão com Failure porque as músicas eram sombrias, mas eram tocadas de forma sarcástica, coisa que eu me identificava. Amo Failure! Conhecer Ken Andrews verão passado foi incrível para nós. Ficamos muito nervosos. Agora é como se ele fizesse parte do nosso time, isso é tão legal!

A propósito, o Paramore tem um cover de “Stuck On You”, originalmente da banda Failure. Ouça:

Fonte

Tradução e adaptação: equipe do Paramore BR

Publicado por Anna Paula Flores, arquivado em Entrevista.

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No dia 19 de Maio, Adriana Camacho, do site Paramore Venezuela, teve a oportunidade de conversar com os membros do Paramore. Dentre os assuntos da entrevista, esteve a série de shows Writing The Future, o cruzeiro Parahoy! e Game Of Thrones.

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Tradução, adaptação e legenda: Equipe Paramore BR

Publicado por Anna Paula Flores, arquivado em Hayley Williams, Kiss-Off.

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O novo episódio do “Kiss Off” tem como convidada Adina Grigore, fundadora da S.W. Basics, de Brooklyn, que, juntamente com Hayley Williams e Brian O’Connor, fala sobre rejuvenescimento da pele através de pequenos cuidados, como máscaras feitas com alga e produtos naturais para maior absorção de seus nutrientes.

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Fonte.

Tradução, adaptação e legenda: Equipe Paramore BR.

Publicado por Jeany, arquivado em Hayley Williams, Notícias.

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Ontem, 11, foram divulgados os vencedores da edição de 2015 do Relentless Kerrang! Awards e Hayley venceu na categoria de Tweeter of The Year (Twitteira do Ano), na qual concorria com Mark Hoppus, Andy Biersack, Gerard Way e Jono Yates.

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Clique aqui para seguir Hayley.

 Fonte

Publicado por Jeany, arquivado em Entrevista, Hayley Williams, Notícias, Outros Artistas.

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Recentemente, Hayley foi convidada para fazer uma entrevista com a dupla Best Coast, da qual é amiga, para a revista Magnet. A revista disponibilizou, em seu site, um trecho da entrevista. Confira a tradução abaixo:

Vai com tudo ou vai pra casa. Com o novo California Nights, o Best Coast, definitivamente, firmou sua forma. O terceiro álbum da dupla é, de longe, o mais maduro e o maior álbum de sua carreira. MAGNET pediu à vocalista do Paramore para entrevistar Bethany Cosentino e BobbBruno para nós.

Eu conheci Best Coast da mesma maneira que conheci as minhas mais recentes bandas favoritas: pelo meu namorado/noivo, Chad (Gilbert, do New Found Glory). Ele voltou pra casa, após um de seus shows no Troubadour – isso foi em 2009 ou 2010 – contando sobre as músicas deles e as músicas que eles haviam tocado. Ele disse, “eu saí com eles um pouco, e eu acredito que você e a vocalista se dariam super bem.”

Em meados de 2012, me mudei para Los Angeles para gravar com minha banda, Beth e eu trocamos número de telefone e diversas mensagens o tempo todo sobre música, o que estávamos compondo, o quanto amávamos comida e coisas como remédios naturais! Tornou-se uma piada dentro da banda quando eu falava “Minha amiga Beth, da banda Best Coast!” Eles falavam algo como, “Espera, Hayley, de qual banda ela é mesmo? Nós esquecemos.” Ha! Mas o fato de ter uma amiga em outra banda que tem o mesmo estilo de vida, que entende como é fazer parte de uma banda apenas com meninos, e que é uma mulher que sabe o que quer, era tão legal para mim. E ainda é. Especialmente quando nenhuma de nós tem tempo suficiente para poder sair juntas.

Eu tenho sorte por poder acompanhar Beth e Bobb desde o seu lançamento até agora. É uma honra assistir ao crescimento de uma banda. Eu não sou uma fã nata. Talvez seja pelo que eu faço, mas ainda assim fico fascinada por como uma banda se desenvolve e como desviam de todos os obstáculos desse tipo de vida. As músicas são como páginas do diário da vida de Beth, e as músicas tornam-se ainda mais matizadas em todas as maneiras que eu poderia imaginar. Eu não poderia estar mais orgulhosa de conhecer essas pessoas na vida real.

Enquanto escrevo isso, “California Nights” começou no SiriusXMU no carro. (Não estou dirigindo! Sou passageira!) O que é mais louco é que estou ouvindo a estação do colégio – não sou descolada o suficiente para ouvir esse tipo de coisa.

De qualquer forma, tenho que ir. Provavelmente vou abaixar o vidro da minha janela e contar para os meus amigos que minha amiga Beth, do Best Coast, está na rádio. – Hayley Williams, Paramore.

Hayley Williams: Tudo bem? Como vocês estão?
Bethany Cosentino: Tentei me exercitar hoje pela manhã. Fui à academia, mas não fiquei muito tempo. Agora, estou apenas sentada na loja de sucos, onde minha irmã trabalha, conversando com vocês.
Bobb Bruno: Divertido.
Cosentino: Essa é a primeira vez que conversamos ao telefone como amigos?

Hayley: Acho que essa é a primeira vez que falamos ao telefone.
Cosentino: Parabéns! Tanto tempo que somos amigos e nossa primeira interação pelo telefone é uma conversa gravada. (Risos)

Hayley: Vocês farão bastante coisa para promover o álbum hoje? Eu vi uma alguma coisa impressa e parecia um monte!
Cosentino: Sim, andamos bastante ocupados. Bobb não precisa fazer tanta coisa quanto eu. Ele é mais como “um cara mais calmo”. Mas hoje é dia para ficarmos juntos – o que fazemos com frequência. Mas, essa semana, eu fiz bastante coisa sozinha, então é bom estar com o Bobb e poder sair para fazer coisas juntos. É muito mais divertido não ter que fazer as coisas sozinha. Eu nem considero isso uma entrevista, pois estou conversando com vocês – é apenas uma conversa.

Hayley: É, uma conversa por telefone. É algo tipo aquelas ligações de “Mean Girls” em que elas falavam, “Ele está ou não está ouvindo? Podemos falar sobre ele? Ele está aí?”
Cosentino: Bobb, quem você acha que você se parece mais em Mean Girls?
Bruno: Hum…
Cosentino:Lindsay Lohan?
Bruno: Sim.
Cosentino: Você é a Lohan em todas as situações. Então, nós só somos pessoas muito ocupadas, ultimamente. Eu acabei de enviar mensagem para você falando, “Meu Deus, eu esqueci de quão louco é lançar um álbum.” Muita coisa louca acontecendo, tocando diversos shows. E então o lançamento do álbum. É insano, pois, quando soubemos que o álbum seria lançado em Maio, ficamos tipo “Nossa, falta muito tempo!” E agora está aqui.

Hayley: Sim, eu sinto que nós conversamos por muito tempo sobre o que você queria para essa nova era da banda, e você estava realmente apreensiva em relação a isso. Parece que foi há quase um ano e você falava, “não tenho ideia do que vai acontecer.” E, agora, cá estamos. Desde que você mandou o álbum, nos últimos dois dias, eu tenho escutado o máximo que posso, e é tão bom. Eu sabia desde que você me falou algumas coisas, eu pensei, “isso vai ser muito bom.” Eu sinto que antes das melhores coisas, sempre tem tensão e pressão.
Cosentino: Parte da razão pela qual eu queria conversar com você, particularmente, sobre essas coisas, foi devido ao fato de que eu lembro quando você estava no processo de gravação do álbum autointitulado e você estava tão empolgada por estar fazendo algo exatamente como você queria fazer. E eu sinto que, quando o Bobb e eu estávamos gravando esse álbum, foi a primeira vez que achamos fácil em termos de fazer o álbum. Nós, basicamente, entramos no estúdio e sabíamos o que queríamos fazer, e não hesitamos. Essa manhã, Bobb disse, “Nós faremos isso em 02 de Maio – é tipo uma data divertida para os nossos fãs.” É um momento para se divertir conosco antes do lançamento do álbum. Eles venderão alguns álbuns que serviram como inspiração para este. Então o Bobb apareceu com uma lista que ia de Sea And Cake até Gwen Stefani e Coheed & Cambria – que eu nunca saberia que serviram de influência para esse álbum até ver a lista.
Bruno: Sim, eu escutava Coheed todos os dias, enquanto dirigia até o estúdio.
Cosentino: Quando eu não estava no carro com você.
Bruno: Sim.
Cosentino: Nós gravamos esse álbum e exploramos territórios diferentes a quão longe iam nossas influências, pois acho que fomos taxados de uma forma estranha em um único gênero. As pessoas diriam, “Eles são esse tipo de banda,” e nós responderíamos, “Nós somos?” Acontece. E, ora você aceita, ora você diz “Vou lutar contra.” Quando fizemos esse álbum, nós falamos “ok, nós, honestamente, vamos explorar todas as nossas influências e não nos importar se isso nos tornará descolados ou não. Tipo, nós vamos falar sobre Sugar Ray e não sentir vergonha disso de forma alguma, pois você deve sempre honrar o que você gosta.”

Hayley: Eu concordo plenamente. Eu não entendo o motivo pelo qual você só entende isso depois de muito tempo. Eu sei que estávamos no mesmo clima quando o autointitulado foi lançado, e eu sentia como se minha banda estivesse encaixada – e presa – em alguns gêneros. Não tínhamos nos colocado lá. É engraçado que a percepção das pessoas sobre o que você é tem tido a ver com os filtros, artigos e matérias de coisas que viram rapidamente na internet. E você não pode fazer nada a respeito. Então, eu não sei se isso serve como alerta sobre algumas partes, que agora você pensa, “agora, eu não quero fazer isso.” Isso, realmente, me deixou alertada sobre tudo e eu estava com medo de analisar as coisas. E estava com medo de ser aquelas coisas. Então, é incrível, pois entendo o sentimento do qual você está falando. O de não se importar. E eu, realmente, amo ouvir ao primeiro álbum da Britney Spears e sair correndo para gritar no microfone. Essas coisas fazem a diferença. Coheed & Cambria fizeram a diferença para o álbum de vocês por simplesmente fazer a diferença e é isso que você gosta de ouvir a caminho do estúdio. Ouvindo o álbum, eu nunca pensei nisso, mas não seria o mesmo, caso vocês não estivessem ouvindo as musicas que ouviam a caminho do estúdio.
Cosentino: Eu concordo plenamente com o que você estava falando sobre ficar em alerta em relação a essas coisas. Eu sinto como se, quando estava compondo as músicas desde álbum, tentava não pensar tanto em tudo. O que estamos falando com este álbum é que estamos tentando não pensar muito em tudo isso. Eu acho que, até gravarmos o álbum, estávamos definitivamente pensando muito. E em termos de realmente começarmos os trabalhos, pensamos “ok, vamos parar de pensar e começar com o que parece natural e certo para nós.” E Wally (Gagel), o produtor com quem trabalhamos, é um amigo nosso, mas, também, é um produtor que respeitamos e pelo trabalho dele – com Jessica Simpson, Miley Cyrus e então…
Bruno: Superchunk.
Cosentino: Sim, e ele trabalhou com coisas desde esse louco super-pop até alternativas dos anos 90, que, realmente nos influenciaram na hora de compor esse álbum. Então, sentimos que estávamos em boas mãos. É a primeira vez que entramos no estúdio focados para fazer o álbum, passando música por música com o produtor, o que é bem estranho para mim, já que nunca fizemos isso antes. Nós fizemos e pensamos tipo, “Uau, as coisas se tornam bem mais fáceis quando você já sabe o que quer fazer.”
Bruno: Bom, eu acho que parte disso se deve ao fato de que sentíamos que não tínhamos tempo suficiente.
Cosentino: Esse é outro ponto, também. Nós tivemos bastante tempo para planejar e trabalhar nesse novo álbum. Não tínhamos contrato com nenhuma gravadora enquanto estávamos compondo-o, então, basicamente, fazíamos o que queríamos fazer. E ninguém aparecia para dizer “ei, vocês precisam terminar isso de uma vez.”

Fonte
Tradução e adaptação: equipe do Paramore BR

Publicado por Anna Paula Flores, arquivado em Entrevista, Vídeos.

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Durante a “Writing The Future“, série de shows pelos Estados Unidos com a banda Copeland, a equipe do site Paramorefans.com foi ao encontro do Paramore, em Uncasville, Connecticut, para uma entrevista que abordou diversos assuntos.

Assista ao vídeo legendado abaixo:

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Fonte.

Tradução, adaptação e legenda: Equipe Paramore BR.

Publicado por Allan Jones, arquivado em Notícias.

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No último dia 28, o site Web Pro News publicou uma matéria sobre os três prêmios que o Paramore está concorrendo pelo Aternative Press Music Awards, que acontece em julho. Além da matéria, o site disponibilizou um curto áudio em que Hayley comenta brevemente, pelo telefone, sobre o período de composição do autointitulado. Confira abaixo:

“Às vezes não sabíamos o que estávamos fazendo, ficamos nervosos por não saber o que ia acontecer. Mas acho que isso nos motivou mais ainda porque havia uma chama dentro de nós dizendo que a gente tinha que se superar, e provar isso para os fãs. Foi estressante, sabe? Desde que nos tornamos uma banda, construímos tanta coisa. Era muita pressão vinda de nós mesmos. Então paramos e pensamos “quer saber? Não importa quem nos assiste ou quem nos ouve, temos que estar felizes com o que fazemos, com o que queremos e temos que ter certeza disso, sem pedir desculpas” decidimos nos arriscar. Foi como se a gente estivesse escrevendo nosso primeiro álbum de novo.” [Hayley, por telefone]

Movidos por fãs fanáticos que os seguem em seus incríveis shows ao vivo, Paramore concorre a três diferentes prêmios no Aternative Press Music Awards em Julho.
Paramore concorre ao APMAS para:
Melhor Banda ao Vivo
Melhor Vocalista (Hayley Williams)
Fãs mais dedicados (Parafamily)

Os fãs podem votar para a banda em todas as categorias utilizando a votação on-line encontrada aqui.

O mais recente álbum auto-intitulado do Paramore foi lançado em 2013, com uma edição de luxo lançada no final de 2014. O formato deluxe traz algumas faixas bônus, incluindo uma versão em dueto da canção ” Hate to See Your Heart Break ” com Joy Williams, ex-The Civil Wars.

Devido a apenas esse material a banda pegou a estrada. Sua mais recente agenda de shows não era um “tour” oficial, mas foi anunciada como uma série de eventos chamada “Writing the Future“.

A banda disse em seu site que esses shows foram uma mudança de estilo, realizadas em locais menores e destinado a ser mais íntimo com seus fãs.

“À medida que reconhecemos nos últimos anos (e mais) de tudo o que passamos juntos, nós também estamos olhando para a frente juntos em tudo o que há de vir”.

O último desses eventos foi em Portland há alguns dias. Agora os fãs estão ansiosos para obter um novo material em breve. Mas, primeiro, a vocalista Hayley Williams estará realizando no dia 22 de julho o show no APMAS em Cleveland, não com o Paramore, mas com New Found Glory, a banda seu futuro marido Chad Gilbert guitarrista do grupo.

Os ingressos já estão à venda para o show do APMAS, que inclui um pacote de vans da Warped Tour.

Há rumores de que a banda irá trabalhar em um novo material em breve, mas que Hayley Williams pode estar indo para o altar com Chad Gilbert, em setembro. Assim, os fãs estão se perguntando quando esse novo material poderá ver a luz do dia.

Uma pista pode ser o cruzeiro Parahoy vindo em Março de 2016. Partirá de Miami para Cozumel. Poderá ser uma boa oportunidade para que a banda toque seu novo material para seus fãs mais hardcore? Afinal, se eles fizerem isso no meio do oceano, eles iriam atrasar os lançamentos inevitáveis para o YouTube por alguns dias. Em seguida, eles poderiam lançar o novo álbum quando eles atingirem a costa.

É uma teoria. Enquanto isso, os fãs do Paramore estão movimentando suas grandes contas do Twitter e páginas do Facebook, ansiosos por novidades. Eles começaram uma hashtag para rotular suas discussões: #Paramore5thAlbum. Eles são um bando dedicado, tanto que eles estão fazendo para o seu próprio prêmio ao lado direito da banda e seu cantor.

 Tradução e adaptação: equipe do Paramore BR

Fonte

Publicado por Anna Paula Flores, arquivado em Entrevista, PARAHOY!.

BANNNEERR

No dia 15 de Maio, o Paramore particou do Hangout Music Festival e foi entrevistado sobre assuntos diversos, como a amizade de Hayley com Taylor Swift, a participação da vocalista no clipe “Bad Blood, seu casamento e dicas para diferentes imprevistos no litoral. É claro que não poderiam deixar de comentar para o VH1 sobre o Parahoy! 2, que acontecerá do dia 05 a 9 de Março de 2016, partindo de Miami para Cozumel, no México, e retornando.

Assista ao vídeo legendado:

Fonte.

Tradução, adaptação e legenda: Equipe Paramore BR.

Publicado por Jeany, arquivado em Hayley Williams, Tumblr.

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Após ser criticada como uma “feminista ruim” e apontada como não podendo ser uma, Hayley fez um post em seu Tumblr a fim de esclarecer algumas questões sobre “Misery Business”. Leia abaixo:

Li alguns comentários hoje sobre eu não poder ser feminista e sobre eu ser uma “feminista ruim”. Especialmente pra esses comentários, vou dizer isso: Misery Business não é o tipo de letra com a qual eu me identifico agora, como uma mulher de 26 anos. Eu não me identifico com ela há muito tempo. Aquelas palavras foram escritas quando eu tinha 17 anos… e admito que a minha perspectiva era muito limitada. A letra não era pra ser uma grande declaração filosófica, era literalmente uma página do meu diário sobre um momento específico que aconteceu comigo no colegial.

… isso é o curioso de fazer parte de uma banda de sucesso, as pessoas ainda têm acesso ao meu diário. Ao passado e ao presente. Tudo de bom, de ruim e vergonhoso.

Mas não sinto vergonha. O que eu sou mais grata das minhas experiências – incluindo meus erros – é que elas me transformaram em alguém mais feliz. Tanto na música quanto na vida. É sempre um pouco estressante trazer vocês nessa jornada, mas quando eu dou um passo para trás e penso… é uma grande honra que alguém se importe com isso.

Concluindo, sou uma pessoa de 26 anos. E sim, sou uma feminista com orgulho. Mas talvez não uma perfeita? Obrigada por lerem isso.

(ps: vou escrever um blog sobre a era Self-Titled e a Writing The Future… em breve)

Tradução e adaptação: equipe do Paramore BR
Fonte

Publicado por Jeany, arquivado em PODCAST.

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Nesta nova edição, o PARACAST traz comentários sobre a Writing The Future, turnê intimista do Paramore com a banda Copeland pelos Estados Unidos, com participação especial de Patrícia Mota, fã brasileira que pôde comparecer a dois shows em território americano. Ouça abaixo:

Siga Patrícia no Instagram: @patiofthedead

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@patiofthedead: Porque só assistir a Writing The Future não é suficiente, tem que ser na frente do palco! 😍🙌 #paramore #wtftour


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