Notícias - Paramore BR
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A vocalista do Paramore, Hayley Williams, juntou-se a alguns artistas que criticam a decisão de permitir que o vocalista da banda Front Porch Step permaneça na Vans Warped Tour.

McElfresh recentemente foi acusado de alegações de má conduta sexual e assédio por um número de meninas menores de idade.

Uma petição foi aberta no Change.org para que o artista seja removido do line-up. Já são mais de 13000 seguidores.

Em uma nota de esclarecimento na página oficial da banda Front Porch Step, McElfresh negou as alegações. Ele escreveu: “Ser associado a palavras como molestador de crianças, pedófilo e estuprador – é repugnante e deplorável e eu não sou e JAMAIS serei isso. Ser classificado nessa categoria é nojento. Eu nunca tive um envolvimento romântico e/ou físico com uma pessoa de menor e tão pouco tive interesse.”

Os comentários dele influenciaram Williams e alguns outros músicos a usar o Twitter para demonstrar sua raiva. Ela escreveu:

Sério, a quantidade de pervertidos/predadores que estão cercando a turnê nesse verão é espantosa. O que aconteceu com o nosso cenário?

Eu ainda acredito no cenário. Você merece melhor. Não há mais desculpas para garotos “apenas sendo garotos”.

Taylor Lumley, da Beartooth, também incentivou a boicotarem Front Porch Step:

Ele acrescentou:

Se você tem alguma dignifidade ou respeito pelo cenário da música, você não deve assistir ao show do @Frontporchstep na Warped Tour, hoje, em Nashville.

Nicholas Steinborn, da The Wonder Years, também criticou os comentários do McElfresh no Facebook. Ele disse:

@Frontporchstep Sua ignorância é espetacular. Retire-se.

Fonte.

Tradução e adaptação: Equipe Paramore BR.

Publicado por Jeany, arquivado em Hayley Williams, Notícias.

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Ontem, 11, foram divulgados os vencedores da edição de 2015 do Relentless Kerrang! Awards e Hayley venceu na categoria de Tweeter of The Year (Twitteira do Ano), na qual concorria com Mark Hoppus, Andy Biersack, Gerard Way e Jono Yates.

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Clique aqui para seguir Hayley.

 Fonte

Publicado por Jeany, arquivado em Entrevista, Hayley Williams, Notícias, Outros Artistas.

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Recentemente, Hayley foi convidada para fazer uma entrevista com a dupla Best Coast, da qual é amiga, para a revista Magnet. A revista disponibilizou, em seu site, um trecho da entrevista. Confira a tradução abaixo:

Vai com tudo ou vai pra casa. Com o novo California Nights, o Best Coast, definitivamente, firmou sua forma. O terceiro álbum da dupla é, de longe, o mais maduro e o maior álbum de sua carreira. MAGNET pediu à vocalista do Paramore para entrevistar Bethany Cosentino e BobbBruno para nós.

Eu conheci Best Coast da mesma maneira que conheci as minhas mais recentes bandas favoritas: pelo meu namorado/noivo, Chad (Gilbert, do New Found Glory). Ele voltou pra casa, após um de seus shows no Troubadour – isso foi em 2009 ou 2010 – contando sobre as músicas deles e as músicas que eles haviam tocado. Ele disse, “eu saí com eles um pouco, e eu acredito que você e a vocalista se dariam super bem.”

Em meados de 2012, me mudei para Los Angeles para gravar com minha banda, Beth e eu trocamos número de telefone e diversas mensagens o tempo todo sobre música, o que estávamos compondo, o quanto amávamos comida e coisas como remédios naturais! Tornou-se uma piada dentro da banda quando eu falava “Minha amiga Beth, da banda Best Coast!” Eles falavam algo como, “Espera, Hayley, de qual banda ela é mesmo? Nós esquecemos.” Ha! Mas o fato de ter uma amiga em outra banda que tem o mesmo estilo de vida, que entende como é fazer parte de uma banda apenas com meninos, e que é uma mulher que sabe o que quer, era tão legal para mim. E ainda é. Especialmente quando nenhuma de nós tem tempo suficiente para poder sair juntas.

Eu tenho sorte por poder acompanhar Beth e Bobb desde o seu lançamento até agora. É uma honra assistir ao crescimento de uma banda. Eu não sou uma fã nata. Talvez seja pelo que eu faço, mas ainda assim fico fascinada por como uma banda se desenvolve e como desviam de todos os obstáculos desse tipo de vida. As músicas são como páginas do diário da vida de Beth, e as músicas tornam-se ainda mais matizadas em todas as maneiras que eu poderia imaginar. Eu não poderia estar mais orgulhosa de conhecer essas pessoas na vida real.

Enquanto escrevo isso, “California Nights” começou no SiriusXMU no carro. (Não estou dirigindo! Sou passageira!) O que é mais louco é que estou ouvindo a estação do colégio – não sou descolada o suficiente para ouvir esse tipo de coisa.

De qualquer forma, tenho que ir. Provavelmente vou abaixar o vidro da minha janela e contar para os meus amigos que minha amiga Beth, do Best Coast, está na rádio. – Hayley Williams, Paramore.

Hayley Williams: Tudo bem? Como vocês estão?
Bethany Cosentino: Tentei me exercitar hoje pela manhã. Fui à academia, mas não fiquei muito tempo. Agora, estou apenas sentada na loja de sucos, onde minha irmã trabalha, conversando com vocês.
Bobb Bruno: Divertido.
Cosentino: Essa é a primeira vez que conversamos ao telefone como amigos?

Hayley: Acho que essa é a primeira vez que falamos ao telefone.
Cosentino: Parabéns! Tanto tempo que somos amigos e nossa primeira interação pelo telefone é uma conversa gravada. (Risos)

Hayley: Vocês farão bastante coisa para promover o álbum hoje? Eu vi uma alguma coisa impressa e parecia um monte!
Cosentino: Sim, andamos bastante ocupados. Bobb não precisa fazer tanta coisa quanto eu. Ele é mais como “um cara mais calmo”. Mas hoje é dia para ficarmos juntos – o que fazemos com frequência. Mas, essa semana, eu fiz bastante coisa sozinha, então é bom estar com o Bobb e poder sair para fazer coisas juntos. É muito mais divertido não ter que fazer as coisas sozinha. Eu nem considero isso uma entrevista, pois estou conversando com vocês – é apenas uma conversa.

Hayley: É, uma conversa por telefone. É algo tipo aquelas ligações de “Mean Girls” em que elas falavam, “Ele está ou não está ouvindo? Podemos falar sobre ele? Ele está aí?”
Cosentino: Bobb, quem você acha que você se parece mais em Mean Girls?
Bruno: Hum…
Cosentino:Lindsay Lohan?
Bruno: Sim.
Cosentino: Você é a Lohan em todas as situações. Então, nós só somos pessoas muito ocupadas, ultimamente. Eu acabei de enviar mensagem para você falando, “Meu Deus, eu esqueci de quão louco é lançar um álbum.” Muita coisa louca acontecendo, tocando diversos shows. E então o lançamento do álbum. É insano, pois, quando soubemos que o álbum seria lançado em Maio, ficamos tipo “Nossa, falta muito tempo!” E agora está aqui.

Hayley: Sim, eu sinto que nós conversamos por muito tempo sobre o que você queria para essa nova era da banda, e você estava realmente apreensiva em relação a isso. Parece que foi há quase um ano e você falava, “não tenho ideia do que vai acontecer.” E, agora, cá estamos. Desde que você mandou o álbum, nos últimos dois dias, eu tenho escutado o máximo que posso, e é tão bom. Eu sabia desde que você me falou algumas coisas, eu pensei, “isso vai ser muito bom.” Eu sinto que antes das melhores coisas, sempre tem tensão e pressão.
Cosentino: Parte da razão pela qual eu queria conversar com você, particularmente, sobre essas coisas, foi devido ao fato de que eu lembro quando você estava no processo de gravação do álbum autointitulado e você estava tão empolgada por estar fazendo algo exatamente como você queria fazer. E eu sinto que, quando o Bobb e eu estávamos gravando esse álbum, foi a primeira vez que achamos fácil em termos de fazer o álbum. Nós, basicamente, entramos no estúdio e sabíamos o que queríamos fazer, e não hesitamos. Essa manhã, Bobb disse, “Nós faremos isso em 02 de Maio – é tipo uma data divertida para os nossos fãs.” É um momento para se divertir conosco antes do lançamento do álbum. Eles venderão alguns álbuns que serviram como inspiração para este. Então o Bobb apareceu com uma lista que ia de Sea And Cake até Gwen Stefani e Coheed & Cambria – que eu nunca saberia que serviram de influência para esse álbum até ver a lista.
Bruno: Sim, eu escutava Coheed todos os dias, enquanto dirigia até o estúdio.
Cosentino: Quando eu não estava no carro com você.
Bruno: Sim.
Cosentino: Nós gravamos esse álbum e exploramos territórios diferentes a quão longe iam nossas influências, pois acho que fomos taxados de uma forma estranha em um único gênero. As pessoas diriam, “Eles são esse tipo de banda,” e nós responderíamos, “Nós somos?” Acontece. E, ora você aceita, ora você diz “Vou lutar contra.” Quando fizemos esse álbum, nós falamos “ok, nós, honestamente, vamos explorar todas as nossas influências e não nos importar se isso nos tornará descolados ou não. Tipo, nós vamos falar sobre Sugar Ray e não sentir vergonha disso de forma alguma, pois você deve sempre honrar o que você gosta.”

Hayley: Eu concordo plenamente. Eu não entendo o motivo pelo qual você só entende isso depois de muito tempo. Eu sei que estávamos no mesmo clima quando o autointitulado foi lançado, e eu sentia como se minha banda estivesse encaixada – e presa – em alguns gêneros. Não tínhamos nos colocado lá. É engraçado que a percepção das pessoas sobre o que você é tem tido a ver com os filtros, artigos e matérias de coisas que viram rapidamente na internet. E você não pode fazer nada a respeito. Então, eu não sei se isso serve como alerta sobre algumas partes, que agora você pensa, “agora, eu não quero fazer isso.” Isso, realmente, me deixou alertada sobre tudo e eu estava com medo de analisar as coisas. E estava com medo de ser aquelas coisas. Então, é incrível, pois entendo o sentimento do qual você está falando. O de não se importar. E eu, realmente, amo ouvir ao primeiro álbum da Britney Spears e sair correndo para gritar no microfone. Essas coisas fazem a diferença. Coheed & Cambria fizeram a diferença para o álbum de vocês por simplesmente fazer a diferença e é isso que você gosta de ouvir a caminho do estúdio. Ouvindo o álbum, eu nunca pensei nisso, mas não seria o mesmo, caso vocês não estivessem ouvindo as musicas que ouviam a caminho do estúdio.
Cosentino: Eu concordo plenamente com o que você estava falando sobre ficar em alerta em relação a essas coisas. Eu sinto como se, quando estava compondo as músicas desde álbum, tentava não pensar tanto em tudo. O que estamos falando com este álbum é que estamos tentando não pensar muito em tudo isso. Eu acho que, até gravarmos o álbum, estávamos definitivamente pensando muito. E em termos de realmente começarmos os trabalhos, pensamos “ok, vamos parar de pensar e começar com o que parece natural e certo para nós.” E Wally (Gagel), o produtor com quem trabalhamos, é um amigo nosso, mas, também, é um produtor que respeitamos e pelo trabalho dele – com Jessica Simpson, Miley Cyrus e então…
Bruno: Superchunk.
Cosentino: Sim, e ele trabalhou com coisas desde esse louco super-pop até alternativas dos anos 90, que, realmente nos influenciaram na hora de compor esse álbum. Então, sentimos que estávamos em boas mãos. É a primeira vez que entramos no estúdio focados para fazer o álbum, passando música por música com o produtor, o que é bem estranho para mim, já que nunca fizemos isso antes. Nós fizemos e pensamos tipo, “Uau, as coisas se tornam bem mais fáceis quando você já sabe o que quer fazer.”
Bruno: Bom, eu acho que parte disso se deve ao fato de que sentíamos que não tínhamos tempo suficiente.
Cosentino: Esse é outro ponto, também. Nós tivemos bastante tempo para planejar e trabalhar nesse novo álbum. Não tínhamos contrato com nenhuma gravadora enquanto estávamos compondo-o, então, basicamente, fazíamos o que queríamos fazer. E ninguém aparecia para dizer “ei, vocês precisam terminar isso de uma vez.”

Fonte
Tradução e adaptação: equipe do Paramore BR

Publicado por Allan Jones, arquivado em Notícias.

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No último dia 28, o site Web Pro News publicou uma matéria sobre os três prêmios que o Paramore está concorrendo pelo Aternative Press Music Awards, que acontece em julho. Além da matéria, o site disponibilizou um curto áudio em que Hayley comenta brevemente, pelo telefone, sobre o período de composição do autointitulado. Confira abaixo:

“Às vezes não sabíamos o que estávamos fazendo, ficamos nervosos por não saber o que ia acontecer. Mas acho que isso nos motivou mais ainda porque havia uma chama dentro de nós dizendo que a gente tinha que se superar, e provar isso para os fãs. Foi estressante, sabe? Desde que nos tornamos uma banda, construímos tanta coisa. Era muita pressão vinda de nós mesmos. Então paramos e pensamos “quer saber? Não importa quem nos assiste ou quem nos ouve, temos que estar felizes com o que fazemos, com o que queremos e temos que ter certeza disso, sem pedir desculpas” decidimos nos arriscar. Foi como se a gente estivesse escrevendo nosso primeiro álbum de novo.” [Hayley, por telefone]

Movidos por fãs fanáticos que os seguem em seus incríveis shows ao vivo, Paramore concorre a três diferentes prêmios no Aternative Press Music Awards em Julho.
Paramore concorre ao APMAS para:
Melhor Banda ao Vivo
Melhor Vocalista (Hayley Williams)
Fãs mais dedicados (Parafamily)

Os fãs podem votar para a banda em todas as categorias utilizando a votação on-line encontrada aqui.

O mais recente álbum auto-intitulado do Paramore foi lançado em 2013, com uma edição de luxo lançada no final de 2014. O formato deluxe traz algumas faixas bônus, incluindo uma versão em dueto da canção ” Hate to See Your Heart Break ” com Joy Williams, ex-The Civil Wars.

Devido a apenas esse material a banda pegou a estrada. Sua mais recente agenda de shows não era um “tour” oficial, mas foi anunciada como uma série de eventos chamada “Writing the Future“.

A banda disse em seu site que esses shows foram uma mudança de estilo, realizadas em locais menores e destinado a ser mais íntimo com seus fãs.

“À medida que reconhecemos nos últimos anos (e mais) de tudo o que passamos juntos, nós também estamos olhando para a frente juntos em tudo o que há de vir”.

O último desses eventos foi em Portland há alguns dias. Agora os fãs estão ansiosos para obter um novo material em breve. Mas, primeiro, a vocalista Hayley Williams estará realizando no dia 22 de julho o show no APMAS em Cleveland, não com o Paramore, mas com New Found Glory, a banda seu futuro marido Chad Gilbert guitarrista do grupo.

Os ingressos já estão à venda para o show do APMAS, que inclui um pacote de vans da Warped Tour.

Há rumores de que a banda irá trabalhar em um novo material em breve, mas que Hayley Williams pode estar indo para o altar com Chad Gilbert, em setembro. Assim, os fãs estão se perguntando quando esse novo material poderá ver a luz do dia.

Uma pista pode ser o cruzeiro Parahoy vindo em Março de 2016. Partirá de Miami para Cozumel. Poderá ser uma boa oportunidade para que a banda toque seu novo material para seus fãs mais hardcore? Afinal, se eles fizerem isso no meio do oceano, eles iriam atrasar os lançamentos inevitáveis para o YouTube por alguns dias. Em seguida, eles poderiam lançar o novo álbum quando eles atingirem a costa.

É uma teoria. Enquanto isso, os fãs do Paramore estão movimentando suas grandes contas do Twitter e páginas do Facebook, ansiosos por novidades. Eles começaram uma hashtag para rotular suas discussões: #Paramore5thAlbum. Eles são um bando dedicado, tanto que eles estão fazendo para o seu próprio prêmio ao lado direito da banda e seu cantor.

 Tradução e adaptação: equipe do Paramore BR

Fonte

Publicado por Allan Jones, arquivado em Notícias, Writing The Future.

O site Los Angeles Times recentemente fez uma análise do show do Paramore no teatro Dolby, em L.A., no último dia 23. Leia a matéria traduzida abaixo:

Com o passar das décadas e das mudanças, a líder do Paramore, Hayley Williams veio se transformando numa anomalia cativante no cenário pop. Poucos, ou talvez ninguém tenha se demonstrado tão hábil e consistente a ponto de ter saído de pequenos palcos da Warped Tour para palcos de seu próprio cruzeiro, além de ter alcançado o topo das paradas de EDM, rap songs e participações em clipes da Taylor Swift. (Talvez Chris Cabba do Dashboard Confessional, Gerard Way do MCR e The All American Rejects) é algo excepcional que não nasceu de pura sorte.

Isto não era para ser esquecido durante a decoração pop-punk (podemos mesmo chamá-los de que mais?) dos membros da banda sábado à noite no teatro Dolby em Hollywood. O caso atlético, de alta octanagem foi apimentado com monólogos sentimentais e uma multidão com manobras deslumbrantes dignas da dramaticidade de tal local.

Isso não foi uma evolução limpa, tenha certeza; um turbulento 2010 com a divisão dos irmãos guitarrista e baterista Zac e Josh Farro tem perdurado em meio a contínua ascensão do Paramore liricamente. Mas o show que Williams e sua banda —membros originais, Jeremy Davis (baixo) e Taylor York (guitarra) e membros de turnê Justin York (guitarra) e Aaron Gillespie (bateria) – tem se aperfeiçoado nos dois anos desde o lançamento do seu disco auto-intitulado de 2013 onde permanece firme. Não há dúvida quanto à questão de saber se as pancadas eram inevitáveis no caminho para a metamorfose tão sublime.

Williams fez parte junto com Shirley Manson e Leeloo do “O quinto elemento” no sábado com uma energia geralmente reservada para instrutores aeróbicos particularmente entusiasmados. Ela pulou de um lado a outro ao redor do palco como marca registrada, sua voz – vastamente encantadora como cantora pop – levando energia através de um set list de 20 músicas, de duas horas, na sua maioria pelos seus dois últimos álbuns da banda, mas também com algumas estreias e cortes do segundo ano.

O tema central da noite foi lealdade. Amiga de longa data de Williams e ex-vocalista do Civil Wars, Joy Williams se juntou à vocalista do Paramore no palco para um dueto de uma forma arrasadora da empática “Hate to See Your Heart Break”; mais tarde, depois de um longo instrumental durante o qual Hayley Williams visitou a parte da orquestra e empolgados com a multidão, dois dedicados fãs foram convidados especialmente ao palco e foram entregues seus próprios microfones coloridos para ajudá-la a cantar (e head-bang) o hit da banda de 2007 “Misery Business.”

Entre as músicas, Williams lembra sobre a banda, tendo agora “tocado juntos há 13 anos,” num aviso dado em alto e bom som para que todos os fãs em todo o espaço do local notassem. (Em outro momento bastante oportuno, ela agradeceu a Copeland, outra banda de pop-punk-ish dos anos 2000 que convidou Paramore para sua primeira turnê, e que já abriu para o grupo.)

Um intervalo acústico em destaque foi produzido pelos irmãos York harmonizando em suas guitarras em ambos os lados da Williams como ela disse em narrativa, recordando o divórcio dos pais, casamento recente de Davis e sua “situação” (com Chad Gilbert do New FoundGlory) servindo de trampolins na sua evolução pessoal e crença na verdade.

Mas talvez o momento mais eficaz da noite veio com o desempenho do “Paramore” produzir em “(One of Those) Crazy Girls“, em um número de doo-wop teatral em que Williams interpreta uma abandonada, mulher pouco zelada que chama agora seu ex de “cem vezes” (entre outros comportamentos de tristeza).

Em vez de dar continuidade a trama – onde poderia muito bem ter transmitido a ideia errada sobre as intenções de Williams com a música – ela pediu para toda plateia “abraçar o seu louco interior”. Primeiro, ela convidou mulheres para cantar o refrão “I’m not one of those crazy girls”) de novo e de novo. Então, quando seu convite correspondente aos “rapazes” foi atendido pelo silêncio, ela rapidamente, decisivamente coagindo-lhes: “Nós não podemos ser as únicas que são loucas, e agora, meninos de Los Angeles, eu gostaria que todos admitissem também.”

E, por Deus, eles fizeram.

Fonte. 

Tradução e adaptação: Equipe Paramore BR.

Publicado por Anna Paula Flores, arquivado em Notícias.

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O site Spin listou os 300 melhores álbuns dos últimos 30 anos e o “Paramore“, lançado em 2013, ocupa a 228ª posição. Confira abaixo:

A SPIN atingiu uma marca este ano: nosso 30º aniversário. Para celebrar, juntamos alguns artistas que já foram escolhidos para o nossoAlbum of the Year”, após uma votação com os leitores junto aos funcionários, e agora listamos os 300 melhores álbuns dos últimos 30 anos.

Dentro de milhares de contribuições, os editores penaram para fazer uma lista com menos de mil nomeados para essa reportagem, favoritos de longa data e novos favoritos compõem esta lista – todos considerados clássicos (pelo menos para nós).

Antes de começarmos, algumas regras básicas: Para evitar que o mesmo artista tenha vários álbuns na contagem (Radiohead e Kanye West vêm na cabeça imediatamente), decidimos que nenhum poderia ter mais de três menções na lista; contamos álbuns de estúdio, obviamente, mas também EPs e álbuns ao vivo.

Contabilizando (e discutindo) 30 anos de música é uma obra demorada, mas temos certeza que vocês nos avisarão se deixamos algo passar. (Não tenha medo de comentar sobre quais você concorda). E assim começamos…

228. Paramore, Paramore
(Fueled By Ramen/Atlantic, 2013)

O álbum “Paramore” mostra uma Hayley de 24 anos em sua fase adulta, um disco grandioso e inteligente o suficiente para tocar nas rádios e fazer com que os locutores esquecessem que rock no Top 40 não é mais algo comum em 2013, liderado por letras que massacraram a todos que não tinham maturidade o bastante e uma ambição de outro nível. “Por que não morre logo então? ” foi a resposta silenciosa de Williams para o lema punk “Espero que eu morra antes de envelhecer”. –  ANDREW UNTERBERGER

 

Fonte

Tradução e adaptação: Paramore BR

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Após o primeiro show da Writing The Future, em Augusta, no estado da Geórgia, nos Estados Unidos, Jeremy Davis atendeu alguns fãs com fotos e autógrafos. Confira fotos do momento especial com o baixista:

FOTOS: Jeremy Davis com fãs em Augusta, GA (27/04)

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Publicado por Jeany, arquivado em Notícias.

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O site da fundação “The Sweet Stuff”, que significa “as coisas doces”, postou um vídeo em que a banda aparece em apoio à causa. Além do Paramore, Jimmy Eat WorldQueens of the Stone Age e outros artistas também estão em apoio à fundação. Veja o curto vídeo abaixo:

“Faça as coisas doces.”

A fundação tem como missão ajudar a comunidade musical e suas famílias com os elementos vitais que muitas vezes são esquecidos durante os períodos de doença e invalidez. Coisas como transporte até os tratamentos com médicos, assistência com serviço de recolhimento e taxa de matrícula, assistência de renda, os “últimos pedidos” da vida, e um tratamento especial que o seguro não cobre. O poder que a música possui de cura também é uma forma vital de medicina preventiva.

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Tradução e adaptação: equipe do Paramore BR

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A Popular TV disponibilizou o primeiro episódio do “Kiss Off”, programa protagonizado por Hayley Williams em companhia de Brian O’Connor sobre beleza e música. Assista ao episódio traduzido:

Legenda, tradução e adaptação: equipe do Paramore BR

Vídeo original


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