Notícias - Paramore BR
Publicado por Allan Jones, arquivado em Notícias, Writing The Future.

O site Los Angeles Times recentemente fez uma análise do show do Paramore no teatro Dolby, em L.A., no último dia 23. Leia a matéria traduzida abaixo:

Com o passar das décadas e das mudanças, a líder do Paramore, Hayley Williams veio se transformando numa anomalia cativante no cenário pop. Poucos, ou talvez ninguém tenha se demonstrado tão hábil e consistente a ponto de ter saído de pequenos palcos da Warped Tour para palcos de seu próprio cruzeiro, além de ter alcançado o topo das paradas de EDM, rap songs e participações em clipes da Taylor Swift. (Talvez Chris Cabba do Dashboard Confessional, Gerard Way do MCR e The All American Rejects) é algo excepcional que não nasceu de pura sorte.

Isto não era para ser esquecido durante a decoração pop-punk (podemos mesmo chamá-los de que mais?) dos membros da banda sábado à noite no teatro Dolby em Hollywood. O caso atlético, de alta octanagem foi apimentado com monólogos sentimentais e uma multidão com manobras deslumbrantes dignas da dramaticidade de tal local.

Isso não foi uma evolução limpa, tenha certeza; um turbulento 2010 com a divisão dos irmãos guitarrista e baterista Zac e Josh Farro tem perdurado em meio a contínua ascensão do Paramore liricamente. Mas o show que Williams e sua banda —membros originais, Jeremy Davis (baixo) e Taylor York (guitarra) e membros de turnê Justin York (guitarra) e Aaron Gillespie (bateria) – tem se aperfeiçoado nos dois anos desde o lançamento do seu disco auto-intitulado de 2013 onde permanece firme. Não há dúvida quanto à questão de saber se as pancadas eram inevitáveis no caminho para a metamorfose tão sublime.

Williams fez parte junto com Shirley Manson e Leeloo do “O quinto elemento” no sábado com uma energia geralmente reservada para instrutores aeróbicos particularmente entusiasmados. Ela pulou de um lado a outro ao redor do palco como marca registrada, sua voz – vastamente encantadora como cantora pop – levando energia através de um set list de 20 músicas, de duas horas, na sua maioria pelos seus dois últimos álbuns da banda, mas também com algumas estreias e cortes do segundo ano.

O tema central da noite foi lealdade. Amiga de longa data de Williams e ex-vocalista do Civil Wars, Joy Williams se juntou à vocalista do Paramore no palco para um dueto de uma forma arrasadora da empática “Hate to See Your Heart Break”; mais tarde, depois de um longo instrumental durante o qual Hayley Williams visitou a parte da orquestra e empolgados com a multidão, dois dedicados fãs foram convidados especialmente ao palco e foram entregues seus próprios microfones coloridos para ajudá-la a cantar (e head-bang) o hit da banda de 2007 “Misery Business.”

Entre as músicas, Williams lembra sobre a banda, tendo agora “tocado juntos há 13 anos,” num aviso dado em alto e bom som para que todos os fãs em todo o espaço do local notassem. (Em outro momento bastante oportuno, ela agradeceu a Copeland, outra banda de pop-punk-ish dos anos 2000 que convidou Paramore para sua primeira turnê, e que já abriu para o grupo.)

Um intervalo acústico em destaque foi produzido pelos irmãos York harmonizando em suas guitarras em ambos os lados da Williams como ela disse em narrativa, recordando o divórcio dos pais, casamento recente de Davis e sua “situação” (com Chad Gilbert do New FoundGlory) servindo de trampolins na sua evolução pessoal e crença na verdade.

Mas talvez o momento mais eficaz da noite veio com o desempenho do “Paramore” produzir em “(One of Those) Crazy Girls“, em um número de doo-wop teatral em que Williams interpreta uma abandonada, mulher pouco zelada que chama agora seu ex de “cem vezes” (entre outros comportamentos de tristeza).

Em vez de dar continuidade a trama – onde poderia muito bem ter transmitido a ideia errada sobre as intenções de Williams com a música – ela pediu para toda plateia “abraçar o seu louco interior”. Primeiro, ela convidou mulheres para cantar o refrão “I’m not one of those crazy girls”) de novo e de novo. Então, quando seu convite correspondente aos “rapazes” foi atendido pelo silêncio, ela rapidamente, decisivamente coagindo-lhes: “Nós não podemos ser as únicas que são loucas, e agora, meninos de Los Angeles, eu gostaria que todos admitissem também.”

E, por Deus, eles fizeram.

Fonte. 

Tradução e adaptação: Equipe Paramore BR.

Publicado por Anna Paula Flores, arquivado em Notícias.

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Publicado por Jeany, arquivado em Listas, Notícias.

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O site Spin listou os 300 melhores álbuns dos últimos 30 anos e o “Paramore“, lançado em 2013, ocupa a 228ª posição. Confira abaixo:

A SPIN atingiu uma marca este ano: nosso 30º aniversário. Para celebrar, juntamos alguns artistas que já foram escolhidos para o nossoAlbum of the Year”, após uma votação com os leitores junto aos funcionários, e agora listamos os 300 melhores álbuns dos últimos 30 anos.

Dentro de milhares de contribuições, os editores penaram para fazer uma lista com menos de mil nomeados para essa reportagem, favoritos de longa data e novos favoritos compõem esta lista – todos considerados clássicos (pelo menos para nós).

Antes de começarmos, algumas regras básicas: Para evitar que o mesmo artista tenha vários álbuns na contagem (Radiohead e Kanye West vêm na cabeça imediatamente), decidimos que nenhum poderia ter mais de três menções na lista; contamos álbuns de estúdio, obviamente, mas também EPs e álbuns ao vivo.

Contabilizando (e discutindo) 30 anos de música é uma obra demorada, mas temos certeza que vocês nos avisarão se deixamos algo passar. (Não tenha medo de comentar sobre quais você concorda). E assim começamos…

228. Paramore, Paramore
(Fueled By Ramen/Atlantic, 2013)

O álbum “Paramore” mostra uma Hayley de 24 anos em sua fase adulta, um disco grandioso e inteligente o suficiente para tocar nas rádios e fazer com que os locutores esquecessem que rock no Top 40 não é mais algo comum em 2013, liderado por letras que massacraram a todos que não tinham maturidade o bastante e uma ambição de outro nível. “Por que não morre logo então? ” foi a resposta silenciosa de Williams para o lema punk “Espero que eu morra antes de envelhecer”. –  ANDREW UNTERBERGER

 

Fonte

Tradução e adaptação: Paramore BR

Publicado por Jeany, arquivado em , Fotos, Jeremy Davis, Notícias.

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Após o primeiro show da Writing The Future, em Augusta, no estado da Geórgia, nos Estados Unidos, Jeremy Davis atendeu alguns fãs com fotos e autógrafos. Confira fotos do momento especial com o baixista:

FOTOS: Jeremy Davis com fãs em Augusta, GA (27/04)

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Publicado por Jeany, arquivado em Notícias.

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O site da fundação “The Sweet Stuff”, que significa “as coisas doces”, postou um vídeo em que a banda aparece em apoio à causa. Além do Paramore, Jimmy Eat WorldQueens of the Stone Age e outros artistas também estão em apoio à fundação. Veja o curto vídeo abaixo:

“Faça as coisas doces.”

A fundação tem como missão ajudar a comunidade musical e suas famílias com os elementos vitais que muitas vezes são esquecidos durante os períodos de doença e invalidez. Coisas como transporte até os tratamentos com médicos, assistência com serviço de recolhimento e taxa de matrícula, assistência de renda, os “últimos pedidos” da vida, e um tratamento especial que o seguro não cobre. O poder que a música possui de cura também é uma forma vital de medicina preventiva.

Fonte

Tradução e adaptação: equipe do Paramore BR

Publicado por Jeany, arquivado em Hayley Williams, Notícias, Vídeos.

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A Popular TV disponibilizou o primeiro episódio do “Kiss Off”, programa protagonizado por Hayley Williams em companhia de Brian O’Connor sobre beleza e música. Assista ao episódio traduzido:

Legenda, tradução e adaptação: equipe do Paramore BR

Vídeo original

Publicado por Lívia Rocha, arquivado em Notícias.

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A Alternative Press escolheu as 10 melhores músicas da discografia do Paramore, incluindo músicas dos quatro álbuns de estúdio da banda. Segundo a AP, a escolha foi difícil, pois “não existem músicas ruins do Paramore”, justificou. Veja a lista abaixo:

Não existem músicas ruins do Paramore, o que torna a escolha desse Top 10 beirar o impossível. Mesmo que você seja fã dos singles ou viciado nas músicas menos conhecidas, não tem como errar – o “melhor” sempre vai ser discutível. Com a transição da banda para o mainstream, vamos parar um pouco para apreciar umas das melhores canções da carreira deles.

“All We Know” (All We Know Is Falling, 2005)

A primeira canção do primeiro álbum do Paramore tem força. Era novidade uma banda pop-punk liderada por uma mulher mas as performances de Hayley e a pegada da banda os levou longe. “All We Know” já demonstra o potencial vocal de Williams logo nos primeiros segundos durante o refrão, no qual sua voz é sólida de primeira. Foi aí que eles nos ganharam.

The “Interludes” (Paramore, 2013; The Holiday Sessions, 2013)

Okay, talvez seja ruim terem embutido três músicas em um espaço só, mas pera lá – eles formam quase quatro minutos de ukulele maravilhoso e eles funcionam bem nessa mistura. Os vocais de Williams casam com o amigável tom do ukulele dando um belo contraste à discografia da banda. As cantigas causaram uma desconexão com o resto do álbum, mas eles são fofos demais para esquecer.

“Brick By Boring Brick” (Brand New Eyes, 2009)

Duvido que você encontre outra música que faz cavar buracos parecer algo divertido. BA DA BA BA DA BA BA DA!

“Ain’t It Fun” (Paramore, 2013)

O Grammy deu um toque especial nesse novo sucesso do Paramore. Além de ter uma das melodias mais legais (“well you can ring anybody’s bell and get what you want”), Taylor York mostra que as guitarras da banda estão em boas mãos. Aquele riff meio funk deixa a canção poderosa e faz com que ela transcenda gêneros e carimbe o status deles de gigantes na indústria.

“Careful” (Brand New Eyes, 2009)

As melodias de Josh Farro sempre foram trabalhosas e únicas, e ele sabia onde brilhar: backing vocais. Em “Careful”, um grande riff luta com o vocal pela atenção, resultando numa abertura sensacional para o álbum Brand New Eyes. Seria difícil encontrar outro momento no qual a banda “engole” o refrão desse jeito.

“Miracle” (Riot! 2007)

Enterrada no meio dos singles da banda, eis uma canção essencial para a posição 7. É difícil manter a festa acontecendo até o final do disco, mas “Miracle” desafia essa fórmula no momento certo. Enquanto os outros singles do álbum parecem meio vazios musicalmente, essa faixa aborda uma dinâmica diferente e um refrão mais consistente, mostrando que uma boa composição não precisa dos vocais de Williams para te viciar.

“Still Into You” (Paramore, 2013)

Sempre consagramos rapidamente artistas que conseguem transmitir sofrimento, mas raramente falamos das coisas bonitas. Não há canções alegres de amor melhores que “Still Into You”. Verso a verso, é simplesmente adorável. A letra otimista já faria da música um sucesso, mas os vocais de Williams (e aquela nota aguda mais pro final) vão te acertar em cheio.

“Here We Go Again” (All We Know Is Falling, 2005)

Com ambos os singles do All We Know Is Falling logo nas primeiras quatro faixas, “Here We Go Again” serve para dar uma barrada nessa pegada pop-punk. O balanço da guitarra de Farro impulsiona um lado diferente de Williams, fazendo com que a banda assuma essa habilidade de transcender gêneros. Se no lançamento tivessem dado mais importância para esta canção, o disco podia ter tido um legado diferente.

“Native Tongue” (the b sides, 2013)

Não dava pra imaginar que um CD de 17 músicas ainda teria ótimos b-sides, mas “Native Tongue” definitivamente devia fazer parte da tracklist original do álbum. A batida caminha animada, sem linearidade e poderia ter tirado o lugar de “Proof” ou “Be Alone” na versão final do disco, principalmente com aquele “talk, talk, talk it out!”. Mesmo sendo um b-side, atraiu mais atenção do que algumas canções, mas fazer o que…

“Misery Business” (Riot! 2007)

Sempre será um clássico da banda. Todos gostamos do All We Know Is Falling, mas a ascensão de Williams em Riot! é extremamente cativante. Vermelho, amarelo, inúmeros penteados e refrões marcantes colocaram o Paramore na marca de 89 milhões de visualizações no YouTube e renderam muitas apresentações no TRL (RIP. Alguém lembra desse programa ou vocês pensam que o primeiro emprego do Carson Daly foi o The Voice?). “Misery Business” sempre será a música revelação deles e a primeira que você vai mostrar a alguém para captar o estilo áspero da banda.

Tradução e adaptação: equipe do Paramore BR

Fonte

Publicado por Lucas Kaique, arquivado em Certificados, Hayley Williams, Notícias.

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Stay The Night, o primeiro single da versão estendida do álbum de estreia do produtor e DJ Zedd em parceria com Hayley Williams, acaba de ganhar certificado por ultrapassar a marca de 100 milhões de visualizações na plataforma VEVO. O single foi divulgado oficialmente no dia 10 de setembro de 2013, alcançando a posição de número 1 nas paradas musicais Hot Dance Club Songs e Dance/Mix Show Airplay da Billboard e ganhou certificado de platina das vendas na Austrália e Estados Unidos. O videoclipe da canção foi dirigido por Daniel Cloud Campos (o mesmo diretor de “Now” do Paramore) e lançado em 23 de setembro 2013. Reveja o clipe:

Publicado por Jaquelini Cornachioni, arquivado em Notícias.

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Não temos dúvida de que o Paramore é a melhor banda e, Hayley Williams, uma vocalista de talento incontestável. Em uma lista feita pelo site da Billboard, o Paramore aparece entre as 25 melhores bandas conduzidas por mulheres que mandam muito bem. Confira:

A história do rock inclui uma diversidade muito grande de coletivos em que uma forte voz feminina fornece identidade ao grupo, enquanto é apoiada por músicos – do sexo masculino- ao fundo. Felizmente, uma nova geração dessas bandas fizeram com que as mulheres se tornassem ainda mais presentes no pop, rock moderno, country e música eletrônica. Aqui estão as nossas 25 bandas favoritas com mulheres no vocal que mandam muito bem.

Paramore: Apesar de um desagradável remanejamento de line-up em 2010, Hayley Williams e seus parceiros na banda de pop-rock estão mais populares do que nunca, esgotando ingressos em grandes arenas com o seu album autointitulado de 2013, atingindo a melhor posição da carreira na Billboard Hot 100, com o hit Ain’t it Fun.

A lista da Billboard conta com diversas outras bandas famosas, como No Doubt, Evanescence, Echosmith e The Pretty Reckless. Para conferir o post completo, clique aqui.

Publicado por Lívia Rocha, arquivado em Notícias.

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A revista AdWeek conversou com Hayley sobre a razão dela não usar mais sua conta no Instagram, quem ela gosta de seguir nas redes sociais e seus programas de TV favoritos. Veja a tradução:

Quem: Hayley Williams
Idade: 26
A Fama: Vocalista do Paramore; vencedora da categoria “Best Rock Song” por “Ain’t It Fun” no Grammy de 2015 e do prêmio “Trailblazer” no Billboard Women in Music.
Casa: Nashville
Twitter: @yelyahwilliams

Qual a primeira informação que você vê de manhã?
Primeiro, leio meus emails e minhas mensagens. Depois, se for minha vez de levar o cachorro pra passear, eu saio e aí que eu entro no Twitter. Sou meio viciada nisso, confesso.

Quem você segue?
Muitas coisas. Vice e BuzzFeed para notícias e entretenimento, até mesmo o Good Morning America, que às vezes tem umas matérias bem bobas. Sobretudo, gosto de seguir meus amigos, especialamente quando estou longe de casa e quero saber o que eles andam fazendo.

Segue outros artistas ou bandas?
Uma banda que participa muito bem nas mídias sociais é o Twenty One Pilots, nossos companheiros de gravadora. Eles sempre postam vídeos recentes, coisas relevantes que estão acontecendo no momento e eles realmente conversam com seus fãs. Outro artista que eu amo seguir, não só no Twitter mas também no Tumblr, é Taylor Swift. Ela faz um ótimo trabalho em conversar com os fãs e notar que eles existem.

Você usa o Instagram?
Eu costumava. No Instagram, não gosto que dá para ver todos os seus comentários. Tem muitos trolls e pessoas que querem jogar energia negativa no seu dia. Uma hora percebi “Sabe, você não tem que participar disso.”

Prefere ouvir música online ou comprá-la?
Não uso essa plataforma. Nunca usei. Não estou dando uma declaração política; mas sou tradicional. Eu gosto de comprar CDs.

Quais programas de TV você assiste?
Assisto de tudo. Chegou num ponto que eu até me envergonho… Mas na verdade não sinto tanta vergonha [risos]. Gosto de Shark Tank e assisto todos os episódios de Law & Order: SVU e NCIS. Gosto de programas idiotas também. Não sei nem explicar quão triste e, ao mesmo tempo, satisfeita eu estou de ter começado a ver The Bachelor essa temporada.

Você e seus companheiros de banda assistem TV quando estão em turnê?
Ano passado nos tivemos uma turnê bem longa durante o verão e estávamos curtindo muito Game of Thrones – mas só dois de nós tínhamos visto todos os episódios. Então fomos ao Best Buy e compramos todas as temporadas – claro que em Blu-ray, porque pensei “Vou levar todas pra casa e guardá-las”. Assistimos todos os episódios juntos depois dos shows.

Qual seu aplicativo favorito?
Eu amo o Afterlight. Tiro mutias fotos durante o dia, principalmente agora que tenho um cachorro. Pego a câmera e, agora que ele aprendeu a fazer pose, coitadinho, ele fica “Ok, vai logo com isso”. Tenho usado o Pinterest também. Não tenho meu painel ainda; é mais uma pasta privada com fotos de decoração para casa e receitas. Deve ser o pior Pinterest de todos os tempos. Quem encontrar vai ficar decepcionado.

Fonte

Tradução e adaptação: Equipe do Paramore BR


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