Taylor York Archives - Paramore BR
Publicado por Renan Baiocco, arquivado em Hayley Williams, Taylor York.


Hayley Williams e Taylor York visitaram o Hersheypark, em HersheyPensilvânia, no último dia 19. A cantora e o guitarrista foram no Storm Runner com alguns fãs. Confira fotos:

FOTOS: MISCELLANEOUS > HAYLEY E TAYLOR EM HERSHEY, PA, NO HERSHEYPARK (19/07)
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Confira fotos e vídeos da apresentação da banda na cidade clicando aqui.

Publicado por Lívia Rocha, arquivado em Fotos, Taylor York.


Taylor York e Aaron Gillespie visitaram a loja de instrumentos Chicago Music Exchange durante a estadia do Paramore em Chicago, onde a banda se apresentou no último dia 11. Confira o relato:

Ficamos empolgados por receber alguns membros do Paramore e do Fall Out Boy em nossa loja hoje. Para o guitarrista Joe Trohman, foi um “bem-vindo de volta“. Ele esteve aqui ano passado, no mês de maio, comprando Telecasters (modelo de guitarra) e dessa vez foi a mesma coisa –  ele pegou uma Butterscotch Fender Telecaster. Trohman coleciona guitarras, então não é surpresa que ele venha aqui quando está nas redondezas.

Fall Out Boy e Paramore estão em turnê juntos no momento e tocarão amanhã (sexta-feira, 11 de julho) no First Midwest Bank Amphitheater no Tinley Park.

Os rapazes do Paramore (desculpem, Hayley não veio!), procuravam equipamentos e conversavam com a nossa equipe. O guitarrista, Taylor York, estava admirando umas guitarras da BilT, enquanto o baterista, Aaron Gillespie passou o tempo na parte das baterias com nosso especialista, Ryan Quilty.

Um dia de rock star na Chicago Music Exchange!

FOTOSTAYLOR YORK E AARON GILLESPIE NO CHICAGO MUSIC EXCHANGE (10/07)

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Fonte
Tradução e adaptação: Equipe do Paramore BR.

Publicado por Renan Pires, arquivado em Entrevista, Festivais, Hayley Williams, Jeremy Davis, Notícias, Shows, Taylor York.

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Antes do show do Paramore no Summer Kick Off Concert 2014, eles deram uma rápida entrevista para Frankie, Geena e Nathan Fast, da rádio 93.3, onde falaram sobre o que costumam fazer antes e depois de entrarem no palco. Confira o player e a entrevista traduzida abaixo:

Geena: Estamos aqui nos bastidores antes do show com o Paramore, como vocês estão?
Hayley: Oi!
Taylor: Estamos bem.
Jeremy: Bem.
Geena: Como que vocês escolhem suas roupas antes do show? Há bastante planejamento como nós? Porque demoramos semanas para planejar isso.
Jeremy: Tipo, meses.
Hayley: Sério? Você está linda! Gostei da sua saia rosa.
Geena: Obrigada! Nós queríamos sentar desse lado porque é o poder feminino, rapazes.
Hayley: Sim, é o nosso espaço. Nos deixe aqui.
Nathan: Ah é? Nós temos o poder masculino aqui também…
Hayley: A situação das nossas roupas é terrível, por exemplo, nós acabamos de fazer um ensaio fotográfico de 5 minutos nos bastidores e… eu achei que tinha trazido… sabe, uma boa quantia de opções, e essa roupa foi tudo o que trouxe! Então…
Geena: Mas você está linda!
Hayley: Obrigada! Mas isso é ruim porque os rapazes, especialmente o Jeremy, me manda sms um dia antes do show tipo, “Ei! Me dá uma ideia do que você vai vestir para eu saber se eu preciso… sabe, vestir certas cores ou sei lá”…
Jeremy: Eu tenho que preparar umas duas malas porque ela nunca sabe, ela fica tipo “Eu não sei! Eu vou dar um jeito!”, e quando chegamos lá, ela está vestindo algo maluco, então… normalmente eu faço duas malas por isso.
Hayley: Mas eu acho que Jeremy se veste melhor do que todos nós.
Jeremy: Eu não sei.
Taylor: Verdade.
Hayley: É a verdade. É verdade.
Jeremy: Bem, o Taylor sempre se veste todo de preto, sempre!
Hayley: Ele é o nosso Johnny Cash.
Jeremy: Sim, Johnny Cash.
Taylor: Eu vesti um pouco de marrom hoje.
Nathan: Vocês já estiveram em São Diego antes?
Hayley: Oh, sim!
Jeremy: Sim! Amamos aqui.
Nathan: Gostam do sol? Se divertem aqui?
Hayley: Amamos.
Jeremy: Sim, amamos, desde o começo, nos nossos primeiros shows aqui… é.. qual é o nome daquele lugar?
Hayley: Soma.
Jeremy: Soma! Nós já tocamos em cada cômodo de lá, dos menores aos maiores.
Hayley: Sim.
Jeremy: Eu sinto que algumas das nossas principais “fanbases” californianas vieram daqueles shows no Soma.
Hayley: Verdade.
Jeremy: E eles estão com a gente… uma boa parte desses fãs ainda estão na frente nos nossos shows hoje em dia, então… é muito legal..
Hayley: Já vimos alguns deles hoje, na sessão de autógrafos.
Jeremy: Sim! É muito legal. Nós simplesmente… amamos aqui.
Frankie: Vocês podem falar sobre os bastidores? Nos 5 minutos antes de ir pro palco, vocês já fizeram centenas, talvez milhares de shows, eu não sei…
Jeremy: Sim.
Frankie: O que vocês fazem para continuar animados, a mesma coisa? Ou vocês trocam o método toda vez?
Hayley: Ainda é a mesma coisa, eu acho..
Jeremy: Sim… depois de um tempo… depois de fazer centenas e milhares de shows, nós não fazemos ideia, sempre nos machucamos, então nosso trabalho antes do show é mais como um aquecimento, muitas vezes preparamos os tornozelos, muitas vezes fazemos música, pulamos por aí… mas parece que nós nos exercitamos mais antes do show…
Hayley: Sim, estamos envelhecendo!
Jeremy: Corremos, ou fazemos alguma coisa que nos mantém ativos, porque assim que entrarmos no palco vamos torcer alguma coisa, com certeza.
Geena: E o que vocês fazem depois do show?
Hayley: Comemos.
Jeremy: Comemos,  sim.
Geena: E qual é a escolha de vocês para comer?
Hayley: É… comemos cereais, Taylor e eu mantemos nas comidas sem glúten.
Taylor: E aí?
Hayley: O que mais comemos? Tentamos muito ser saudáveis, mas até o final de semana nós normalmente compramos Hot Pockets… e o que mais?
Jeremy: Tudo. Todas as comidas terríveis.
Hayley: Você pode sempre comer sanduíche com geleia… eles são…
Geena: Eu comi um hoje.
Hayley: Sério?
Geena: Sim, sim.
Taylor: Estou orgulhoso de você.
Geena: É sempre bom.
Hayley: Sim, é bom.
Jeremy: No ônibus, você não tem um fogão, ou nada do tipo, então é comer qualquer coisa que você possa fazer, um sanduíche gelado, ou um panini.
Hayley: Paninis! Sim!
Jeremy: Essa é a culinária mais avançada que fazemos.
Hayley: Eu trouxe uma panela de arroz elétrica uma vez.
Jeremy: É verdade.
Geena: Isso é bem avançado.
Jeremy: E nós usamos, tipo, uma vez, foi ótimo!
Taylor: Ela usou a panela elétrica, ela só não compartilhou!
Hayley: Sim! Eu tentei!
Taylor: Nós fomos para o ônibus e ela estava lá tipo, “Foi mal”.
Hayley: Eu estava tipo, “Eu vou usar…
Taylor: Convenientemente.
Nathan: Agradecemos vocês por terem vindo aqui, sua “fanbase” têm sido louca, tweetando sem parar, e aqui estamos nós, no dia do show. Obrigado por virem.
Paramore: Obrigado vocês.

 Tradução e adaptação: Equipe do Paramore BR
Veja a apresentação do Paramore no Summer Kick Off Concert 2014

 

Publicado por Angelica, arquivado em Entrevista, Notícias, Revistas, Taylor York.

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A nova edição da revista Alternative Press traz uma página dedicada a Taylor York, que conta com uma curta entrevista do guitarrista. Confira:

O que te inspira a tocar guitarra?

“O desejo por movimento. Eu quero fazer música e escrever partes que estimule movimento para ambos o corpo e para a alma. Eu quero que as pessoas batam suas cabeça e dancem. Eu quero que as pessoas sintam algo que possa movê-las em direção a esperança ou alegria ou qualquer coisa que seja o que elas precisem. É isso o que eu desejo da música, e eu amo a ideia de que eu possa fazer parte em trazer isso para os outros.”

Tradução e adaptação: Equipe do Paramore BR.
Créditos: @HerNameIsComet

Publicado por Renan Pires, arquivado em Hayley Williams, Jeremy Davis, Matérias, PARAHOY!, paramore, Taylor York.

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Dias atrás, , representante da Billboard que esteve a bordo do PARAHOY! publicou uma matéria onde listou as 10 melhores coisas do cruzeiro.  Confira a matéria traduzida abaixo:

Paramore & Por Trás: As 10 coisas mais incríveis que vimos no PARAHOY!

O melhor dos quatro dias no oceano com Paramore, Tegan & Sara, New Found Glory e mais.

A viagem inaugural do cruzeiro PARAHOY! finalmente voltou para a costa ontem. A excursão de quatro dias para as Bahamas deve ter sido cheia de música angustiada, mas isso não parou as boas vibes de dominar o Norwegian Pearl. A Billboard estava lá registrando cada dia com uma entrada de um diário e uma galeria de fotos, mas para resumir as melhores partes, aqui está os dez momentos mais memoráveis do cruzeiro:

1. Paramore toca as íntimas (e as não tão íntimas)

Como atração principal e hospedeiros de um cruzeiro pela primeira vez, Paramore sabia o que teriam que fazer. Veio sem surpresa que eles entregaram no departamento de performances; apesar de mudanças frequentes na setlist durante os anos, a líder Hayley Williams transpira uma confiança contagiosa no palco, que se espalha para os outros músicos no palco. E para o cruzeiro houve vários deles — seis para ser exato, incluindo Williams — e uma banda pop punk com três; guitarristas teve uma entrega melhor. Eles com certeza fizeram,  deslumbrando uma plateia que já estava de olhos atentos para dois sets, e provavelmente ganhando alguns parentes que foram arrastados juntos no processo. Créditos à sua setlist desafiadora; no terceiro dia, eles tocaram músicas que mal foram apresentadas, como “Franklin” e “Never Let This Go”, do álbum de estreia deles, “All We Know Is Falling”.

2. Tegan & Sara arrasa com três sets, espalha as boas vibes

Paramore pode ter sido a apresentação principal, mas Tegan & sara foram contagiantes à bordo; como uma camiseta feita por um fã sugeria, aquilo poderia ser chamado de o cruzeiro “SARAHOY”. As gêmeas amigáveis misturaram em quase todas as músicas de seu álbum espumante de 2013, “Heartthrob”, em seus três sets, as grandes faixas de sua vida. À parte de sua presença charmosa no palco, elas arrumaram um segundo lar no casino do navio (Tegan revelou em uma entrevista com a Billboard que blackjack e a roleta são seus jogos) e parou para o documentário “Get Along”, no salão do navio.

3. Músicos se divertindo pelo navio

Músicos pegando o elevador e indo para o buffet como amigos comuns — essa é a intimidade de um cruzeiro musical como o PARAHOY! Os homens e mulheres do Paramore foram compreensivelmente mantidos amarrados (à parte de aparências planejadas) mas os membros das outras bandas estavam dando um passeio pelo navio. O New Found Glory era encontrado frequentemente no buffet (eles confessaram o amor deles pelo sorvete servido no palco), Bad Rabbits e Tegan & Sara surgiram no casino, e o mewithoutYou foram visto em toda parte, especialmente no buffet, como todo o resto à bordo.

4. mewithoutYou — Banda Favorita da Hayley Williams

mewithoutYou era a surpresa agradável do cruzeiro, como os roqueiros indie, under-the-radar baseados na Filadélfia fizeram performances fascinantes no teatro interior do navio. Eles brinca de uma banda de música inebriante de esquerda que pareciam mais um rock-driven Neutral Milk Hotel, liderados por um cantor (Aaron weiss) que parece um pouco com John Darnielle dos Mountain Goats. Com um backing vocal e arranjos incríveis, e uma variedade de instrumentos (sinos e acordeões apareceram) eles com certeza abriram as mentes na plateia. Uma mente que já tinha sido aberta era a de Hayley Williams, que chamou eles de banda favorita durante o show do Paramore e se juntou a eles no palco para a última música do seu primeiro set.

5. A lenda da barba de arco-íris

Hayley Williams gritou um cara careca e corpudo fora do palco durante a performance de abertura do cruzeiro do Paramore: “Olha, tem um cara com um cavanhaque de arco-íris nos assistindo!” Esse homem se tornou conhecido como “Barba de arco-íris” (é apenas o cavanhaque mas “Cavanhaque de arco-íris” não soa a mesma coisa, aparentemente) e logo depois, sua lenda começou a crescer. No segundo dia, ele foi o vencedor do torneio de barrigada na piscina durante a tarde.  Tão  retumbante foi sua vitória que ele recebeu duas notas 10 na hora dos jurados (o comediante Doug Benson e Jeremy Davis do Paramore) e foi pedido para repetir a sua performance dentro da água. A plateia explodiu em gritos dizendo “Barba de arco-íris!” e Benson anunciou, “ele praticamente é o dono desse navio.”

6. Uma parada nas Bahamas

Na manhã do terceiro dia, o Norwegian Pearl chegou ao seu destino, Stirrup Cay, o resort privado de Nowegian nas Bahamas. À parte do jogo de copos com a banda Bad Rabbits, não havia muitas atividades organizadas, mas quem precisa de atividades organizadas quando você tem a praia das Bahamas? Os convidados aproveitaram um dia relaxante antes da performance antecipada do Paramore no deque da piscina naquela tarde.

7. Pogo-ing no estilo pop punk com New Found Glory

Constantemente fora de questão que o pop punk não morreu (não mesmo), veteranos no gênero, New Found Glory tocaram três sets à bordo do cruzeiro, dando as fãs muitas oportunidades de experimentar hits da MTV como, “My Friend’s Over You” e “Head On Collision” e músicas do seus álbuns temas de filmes como “Iris” do Goo Goo Dolls e “Kiss Me” do Sixpence None the Richer. Foi o seu primeiro show como um quarteto, após a demissão do guitarrista Steve Klein em Dezembro, e eles mal perderam uma batida.

8. Entrevista com Tegan e Sara

Tegan & Sara tiveram espalhado seus bons desejos através do mundo da música desde que começaram em 1998, então até o momento, é de conhecimento comum que elas são umas melhores entrevistas aqui. No deck do topo do navio, tendo uma vista de cima do oceano e por do sol? Ainda mais maravilhoso. As bonitas irmãs falaram sobre seus fãs adoráveis à bordo, tocando Winter Classic de NHL e como que seu álbum seguido de “Heartthrob” pode ser. Foi glorioso. Mas não acredita em nossas palavras, veja a entrevista aqui.

9. Um set de DJ de Jeremy Davis do Paramore

A meia noite da terceira noite do PARAHOY!, o baixista do Paramore, Jeremy Davis, se juntou aos ranks de DJs à bordo (junto com Ruben Wu de Ladytron) e fez o seu melhor para fazer as crianças que curtem rock alternativo dançarem até as duas da manhã. As músicas do set foram de contemporâneas como EDM, até Daft Punk, antes que o amor de Davis por hip hop se revelasse por si mesmo e dominasse o final do set. Foi uma pausa bem vinda para o cruzeiro dominado pelo rock, particulamente para os entusiásticos de Drake, enquanto Davis tocava muito Drizzy. Ele foi reunido no palco com Williams e Aaron Weiss, que dançaram antes da plateia combinassem em vestuário branco (“Branco para fora” era o tema da noite) e gravetos luminosos fluorescentes.

10. Comediante Doug Benson

O comediante Doug Benson forneceu o alívio cômico com um par de performances  e aparências constantes durante o cruzeiro. Uma de suas mais memoráveis anedotas contou a história de um homem a vários anos atrás que tentou que tentou impressionar os amigos do cruzeiro ao pular no oceano do navio transportador de passageiros mais pequeno para a ilha, e nadando para a costa. Ele foi banido do cruzeiro Sixthman pro resto da vida.

 

Post Original

Tradução e adaptação: Equipe do Paramore BR.

Publicado por Redação, arquivado em Entrevista, Taylor York.

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De volta à Austrália, Taylor York cedeu uma entrevista ao portal The Music, onde falou sobre a saída dos irmãos Farro, o novo álbum e seu sucesso. Confira a tradução:

Olhando para o Paramore agora, é difícil de acreditar que há apenas um ano e mais um pouco atrás, a ex-formação de cinco pedaços (agora três) foi atormentada com a incerteza em relação ao futuro da banda. A partida de Josh Farro (ex-guitarrista e backing vocal) e Zac Farro (ex-baterista) deixou a banda com a “roupa suja” onde cada membro restante questionou seu próprio compromisso com a banda. Juntos, eles construiram uma maior conexão com seus fãs – a preocupação da partida dos irmãos Farro deixou Hayley Williams, Jeremy Davis e Taylor York com a dúvida se eles poderiam ou não continuar com o Paramore sozinhos.
O guitarrista Taylor York tinha particularmente uma forte ligação com os irmãos, na qual fez esse acontecimento ser tão difícil para ele – eles eram inseparáveis. “Eu estava confuso quando eles saíram. Eu cresci com eles e eu não tinha certeza de como isso iria funcionar sem eles.” Hayley havia mencionado em inúmeras entrevistas que ela ficou realmente ficou tão preocupada depois que os irmãos decidiram sair, que achou que Taylor os seguiria. Durante a confusão de Taylor, no entanto, o guitarrista sentiu que ainda havia muitas promessas em relação às “roupas sujas”, mesmo que as coisas parecessem sombrias.
“Quando isso desabou, foi difícil para mim tomar uma decisão. Eu não estava pronto. Eu me quebrei e comecei a chorar uma hora, e eu soube que eu não estava ‘feito’ e que eu amava tanto estar numa banda com Jeremy e Hayley. Eu ainda tinha muita coisa pra fazer com a banda, então eu apenas olhei para frente e fiz o que tive que fazer.” A decisão de Taylor para continuar sendo parte da “roupa”, embora não imediata ou fácil, foi a que ele mais se sentiu positivo em relação – tanto durante quanto depois. Demorou um pouco para que o Paramore voltasse a pôr os pés no chão, mas assim que o fizeram, eles se depararam com um grande sucesso de fãs e críticos. Seu lançamento do álbum auto-intitulado foi uma mudança formidável, que poderia facilmente ser declarada como a melhor.
Em apenas uma semana de lançamento, foi acumulada 1,25 milhões de streams com 106.422 exemplares vendidos nos EUA, ganhando o merecido #1 no Australian Music Charts, bem como entrou no Top 200 Albums Charts da Billboard. Mesmo para uma banda acostumada com o sucesso, as novidades foram recebidas com espanto. “Eu acho que nós estávamos definitivamente surpresos de uma forma boa. Não que duvidávamos de nós mesmos, mas eu acho que foi uma surpresa agradável quando o álbum veio com isso, assim como nós o fizemos e conseguimos voltar mais fortes do que antes. Eu estava tão orgulhoso do nosso álbum e os shows que estamos tocando.”
A decisão para o mais recente álbum compartilhar o mesmo nome da banda “foi como uma declaração”, Taylor explica. “Muitas bandas fazem isso em seu primeiro álbum e a declaração é ‘aqui estamos nós, essa é a introdução da nossa banda’, e eu acho que nós só queríamos nos reintroduzir.” A decisão, segundo ele, fez todo o sentido. Todo o seu som foi sujeito a uma mudança bastante significativa, como o resultado dos eventos após o breve hiato, mas de acordo com Taylor, a decisão de avançar nessa direção não era inteiramente consciente.
“Acho que no início do processo de escrita, percebemos que nossos fãs naquela época estava conectada com um certo tipo de som e em como ele era feito, por isso tentamos escrever mais ou menos como ele poderia ter sido no Brand New Eyes ou Riot! – nós meio que nos aderimos a estas formas de fazer as coisas. Nós amamos todos aqueles álbuns, mas não queríamos mais fazer aquilo. Nós precisávamos crescer e tínhamos novas coisas para dizer.” Taylor explica que suas ideias para o novo material durante a fase do projeto sendo bastante derivada de seu trabalho anterior, sugestões que foram recebidas com insatisfação por Hayley. Não é à toa que a banda começou a se aventurar fora de sua zona de conforto para que as coisas tomassem o rumo certo. “O jeito que tudo veio foi realmente estranho mas, ao mesmo tempo, foi orgânico e natural. Eu acho que meio que estávamos em algo à mercê de nós porque nada assim fora feito antes.”

Publicado por Renan Baiocco, arquivado em Hayley Williams, Taylor York, Tumblr.


Algumas pessoas do Tumblr e do Twitter “shippam” (torcem pelo casal) “Tayley” / “Haylor”, Taylor + Hayley, supondo que eles teriam – ou querendo que eles tenham – um relacionamento amoroso. Na madrugada desta sexta, 06/12, Hayley reblogou um post em seu Tumblr e incluiu um “desabafo” sobre o assunto. Leia:

Reblogando isso porque eu notei muitas pessoas postando fotos minhas com o Taylor no Jingle Ball da Q102. Elas estavam colocando legendas nas fotos com coisas tipo “AI MEU DEUS TAYLEY É O CASAL PERFEITO AI MEUS SENTIMENTOS ELES DEVERIAM COMEÇAR A NAMORAR AI MEU DEUS HAYLOR.” Primeiro, isso é um absurdo. Segundo, é desrespeitoso. Um site de fofoca inclusive mencionou que eles sabiam que eu estou em um relacionamento muito sério… mas aí começaram a falar sobre como Taylor e eu deveríamos sair juntos. Ugh. Me tirem disso!

Por alguma razão as pessoas parecem ainda não conseguir entender o conceito de uma banda liderada por uma mulher. Ainda menos de uma banda composta por nada além de mulheres. Mas eu ainda tenho um pouco de esperança com alguns de vocês.

Sério, todos deveriam apenas entender melhor de qualquer maneira [o conceito de uma banda]. Eu odeio ver qualquer um desmerecer a minha amizade com o Taylor ou com o Jeremy. Nós trabalhamos muito duro para pessoas de mente vazia desvalorizarem o que é [nossa amizade]. Isso é só uma garota que entrou em uma banda com dois caras baseada em compartilhar a paixão por criar música. Não é complicado, então não façam ser.

Post original
Tradução e adaptação: Equipe Paramore BR

Publicado por Raquel Guets, arquivado em Entrevista, Jeremy Davis, Taylor York.

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Jeremy e Taylor deram uma entrevista nesta quarta-feira (16) para Ria Nevada, da The Snipe News, falando sobre (claro!), música,  o processo de produção do álbum auto-intitulado, os quase 10 anos de banda e o que eles queriam ser quando crianças – além de revelar como organizaram os coros gospel para “Ain’t It Fun” nos shows. Hayley não pôde comparecer pois estava resfriada e foi forçada a repousar a voz. Leia a entrevista completa abaixo:

Ria Nevada: Vocês estão quase completando 10 anos de banda – planejam algo especial para a ocasião?

Taylor: Sim, vamos fazer algo. Ainda não temos nada pronto, mas mesmo se tivéssemos, não poderíamos contar, né?

Ria Nevada: Vamos lá! Só uma dica…

Jeremy: Nós queremos uma dica também.

Taylor: Sim! É surreal estarmos fazendo quase dez anos de banda. É inacreditável. Nós estamos tão gratos por estarmos juntos e tão próximos.

Ria Nevada: O último álbum auto-intitulado realmente alcançou uma forte maturidade, e vocês tiveram a única experiência disso aos olhos do público. Houveram vezes em que vocês queriam apenas retratar e combater isso tudo sem fazer com que as pessoas esperassem um álbum desse crescimento?

Jeremy: Eu acho que temos esse sentimento umas cinco ou quatro vezes por ano.

Taylor: (Risos).

Jeremy Não, é muito difícil estar na estrada sendo constantemente pressionado por fãs e gravadoras para novos álbuns e etc. Há muitas coisas que te dá vontade de tipo ir para casa e apenas ser normal e desejar que ninguém soubesse quem você está namorando ou tudo sobre a sua vida. Mas, sabe, nós amamos tanto isso.

Ria Nevada: Tem sempre aquele período esquisito entre 15-19 – Eu estou realizado, e foi para a melhoria do mundo que eu me fechei no meu quarto todos aqueles anos.

Taylor: Definitivamente há aqueles momentos em que você vê vídeos no Youtube e se vê quando era adolescente fazendo coisas tão estúpidas. Eu não sei, é tão vergonhoso – como se estivesse lá para todo mundo ver.

Jeremy: Isso é verdade!

Ria Nevada: Eles dizem que quando você está se sentindo um pouco perdiod no caminho da sua vida você deveria olhar para trás, quando você tinha 5 anos de idade dizendo o que queria ser, que isso faz com que você volte a se aproximar de suas paixões reais. O que vocês estão fazendo é longe daquilo que queriam ser?

Jeremy: Eu dizia aos meus pais que queria estar em um caminhão de bombeiros ou em um campo de beisebol!

Taylor: (Risos) Eu queria ser um veterinário então eu acho que estou bem longe também!

Jeremy: Sério? Isso é incrível.

Ria Nevada: Vocês fizeram tudo direitinho! E quem sabe talvez mais tarde, na estrada…

Taylor: … Você ainda possa estar em um caminhão de bombeiros.

Ria Nevada: Houve mais de um intervalo entre as gravações do álbum Brand New Eyes e o auto-intitulado – aconteceu alguma mudança no processo de composição?

Taylor: Sim, quer dizer, nós éramos cinco pedaços e de repente dois foram embora, ficando apenas três. Eu acho que estávamos prontos para uma mudança e tivemos que crescer muito. Penso que precisávamos mudar e ter algo a mais para dizer, mas logisticamente sozinhos, tivemos que mudar tudo. O processo de composição simplesmente não funcionou do mesmo jeito.

Ria Nevada: A dinâmica foi completamente diferente.

Taylor: Na pré-produção do Brand New Eyes nós entramos em um quarto e meio que picamos as coisas com a banda inteira. Nós não pudemos fazer isso desta vez. Então cada música é diferente, sabe, cada música foi escrita de diferentes formas e momentos e acabou se tornando diferente. Foi tudo muito orgânico mas foi novo para nós, o que foi legal! Eu penso muitas vezes que tivemos este mesmo sentimento quando começamos a banda, sabe? Haviam aqueles nervos, e também aquele genuína paixão – foi como reencontrar um velho amigo que não viamos há um tempo.

Ria Nevada: Foi isso o que eu descobri ouvindo o álbum, é tão diversificado. É realmente pra cima – a partir das imagens de fantasias até a divertida instrumentação e arranjos. O que influenciou vocês a trazer o ukelele para “Moving On“?

Taylor: É engraçado porque estávamos em turnê com o HelloGoodbye agora e quando o conhecemos, o primeiro show que tocamos foi no Hawaii e tinha muito ukelele no último álbum deles. Então o Forrest, vocalista, me pediu para tocar uma música no Hawaii que eu nunca havia tocado antes em um ukelele e eu fiquei meio que “UAU, demais!”. Então quando entramos em estúdio para escrever, meio que acertamos um bloco enorme de composição e do nada colocamos um ukelele no canto da sala e decidimos escolher ele. Eu acho que tinha algumas coisas que deveríamos falar sobre seguir em frente e dar isso ao processo de gravação. Nós queríamos ignorar e passar por um monte de coisas que estávamos lidando e eu acho que aquelas músicas com ukelele, especialmente por causa do instrumento, fez com que estívessemos prontos para dizer o que precisávamos dizer em uma luz, numa forma divertida, sabe? Sem precisar fazer algo muito sério ou angustiado sobre isso, mas ainda assim pondo isso pra fora.

Ria Nevada: E tem também aquele coro gospel em “Ain’t It Fun”! Toda aquele soul! Foi uma volta para aqueles dias de funk do The Factory?

Jeremy: Haha – foi sim! Sim, foi muito animador fazer algo desse tipo. Eu estava nervoso para gravar a música, porque tipo, eu nunca tive que fazer slap bass para gravar, apenas fazia por diversão com uma banda velha no palco. Então foi realmente diferente – mas sim, foi muito divertido! É incrível para mim saber que o público em geral está aceitando a música funk novamente e amando isso. E também acho que é o tempo certo para isso. Mas como Taylor disse, nós fizemos todas essas músicas de tempo em tempo e o que a música precisou para ser feita nós tentamos adicionar e muitas vezes isso nos fez tomar diferentes rumos que nunca tomamos, como o coro e mais músicas funk. Mas acho que nosso álbum é sobre isso.

Ria Nevada: O coro vai aparecer esta noite?

Jeremy: Um coro.

Taylor: É realmente emocionante – nós pudemos trabalhar com o Grammy Foundation para escolhas. Então em algumas cidades nós vamos trabalhar com escolas de ensino médio, o que faz com que um coro de estudantes de ensino médio se junte a nós. Nós estamos tentando reunir um coro em todos os lugares, como hoje que vamos ter o Sir Charles Tupper Secondary no coro. É muito divertido e especial para nós!

Jeremy: É legal, e é uma coisa local.

Taylor: Jeremy e Hayley estavam envolvidos nos programas musicais na escola e eu acho que não estaríamos aqui sem esses programas.

Ria Nevada: Isso é tão importante, porque muitas escolas estão tirando esses programas musicais e eu acho que isso é loucura!

Jeremy: Isso faz com que mais crianças pensem que isso não é uma profissão ou que não é um sonho a ser seguido, sabe?

Ria Nevada: Exatamente. E agora que, mais do que nunca, há tantos caminhos para prosseguir a música.

Taylor: E esses são anos impressionantes na qual se não há uma maneira para aprender sobre música, ou apenas experimentá-la ou ser ensiná-la… Todos nós crescemos com aulas de música e eu não posso imaginar não ter isso.

Ria Nevada: Sim. Bom, falando sobre influências, vocês fizeram um cover de Loretta Lynn, “You Ain’t Woman Enough e tocaram ao vivo algumas vezes – vocês sabiam que ela vai fazer um show aqui daqui há alguns dias?

Taylor e Jeremy: Oh, sério?

Jeremy: Isso é tão legal. Ela é radical – eu não sabia que ela ainda estava fazendo turnê, especialmente por aqui? Isso é louco.

Taylor: Isso é tão legal! Eu não consigo me imaginar tocando com 81 anos. (Para Jeremy) Você se imagina tocando Ain’t It Fun quando estiver com uns oitenta anos?

Jeremy: Eu sei! Isso seria ridículo. É incrível.

Taylor: Eu acho que ela devia tentar e ir para aquele show que fizemos o cover. Mas algo deu errado, deve ter sido por causa da idade dela e se locomover. Mas ela vai estar daqui há dois dias então, provavelmente, não foi isso!

Ria Nevada: O apelido dela é muito bom também – “A filha do mineiro de carvão” (The Coal Miner’s Daughter”). Isso meio que lembra um nome artístico de lutadores. Então, com isso em mente, vocês estão tocando em uma arena, que nome de lutadores vocês se nomeariam? E que música tema?

Jeremy: Um nome de lutador?! E música tema?! Isso é Pusha-T! Não, apenas brincando…

Taylor: Oh meu Deus, vamos lá…

Ria Nevada: A pressão está pegando agora.

Jeremy: Isso é difícil – e especialmente eu acho que a parte mais difícil é escolher a música que Taylor entraria. Porque ele escuta músicas diferentes – tipo todas as vezes que ele está tocando algo eu fico tipo “isso é legal, quem é?” e é sempre uma banda que nunca ouvimos falar. Eu acho que ninguém nunca ouviu falar.

Ria Nevada: Deve ser das profundezas do SoundCloud.

Jeremy: De alguma forma ele consegue toda essas músicas boas. Ele provavelmente entraria em campo com uma música diferente em cada noite!

Taylor: Ai, caramba. Essa é uma pergunta difícil, cara!

Jeremy: (Para Taylor) Qual é o meu nome de lutador?

Taylor: Seu nome de lutador? Essa é bem difícil… Eu acho que vou te chamar de…

Jeremy: Pusha-T ou Flippa-J?

Ria Nevada: Oh vocês poderiam ser um time! Apenas escolham uma música. Vocês se lembram dos Bushwackers?

Jeremy: Sim sim sim!

Taylor: Sim!

Jeremy: Nós deveríamos escolher “Double Vision“.

Taylor: Nós podíamos ser os Irmãos Barracuda (Barracuda Brothers).

Jeremy: Barracuda Brothers – é isso. Nossa música seria “Double Vision” por uh, quem canta? Eu vou descobrir.

Taylor: “Double Vision”. Por alguém.

 

Fonte

Traduzido e adaptado pela equipe do Paramore BR.

Publicado por Lívia Rocha, arquivado em Entrevista, Notícias, Taylor York.

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Em matéria veiculada o jornal The Seattle Press, Taylor falou das mudanças que a banda sofreu e como foi ter papel fundamental na composição do novo álbum. Confira:

Os últimos anos tem sido muito ativos para a banda de rock alternativo Paramore, que por um bom tempo habitou terras entre o emo, pop-punk e um pouquinho de hardcore.

A banda de Franklin, Tennessee, perdeu dois de seus membros fundadores (os irmãos Farro) no final de 2010, mas se reagruparam para lançar seu quarto álbum de estúdio em abril, chamado “Paramore”, cd que estreou em primeiro lugar nas paradas da Billboard. É uma mudança e tanto no estilo e mostra uma banda – todos ainda nos seus vinte e poucos – crescendo aos trancos e barrancos.

Liderados por Hayley Williams, a banda tocará na KeyArena hoje a noite com Metric, outra banda que conhece alguma coisa sobre reinventar. Fato engraçado: Metric foi formado em 1998, ano em que Hayley fez 10 anos.

“É um lineup diferente” diz Taylor York, o novo guitarrista, que pela primeira vez fez o papel principal na composição no novo álbum junto a Hayley Williams. “Estamos tocando com dois homens a menos e um deles, o principal compositor. Sabíamos que a mudança era necessária, mas também não havia outra escolha a não ser mudar.”

O resultado de toda a mudança foi um cd que soa como rock alternativo. Uma hora é ousado, como “Grow Up”, e logo em seguida, vem um pop dos sonhos com “Daydreaming”.

É muito fácil esquecer a juventude dos membros, considerando que seu primeiro álbum “All We Know Is Falling” já completa 8 anos e 6 anos desde que estouraram com seu álbum platina de 2007, “Riot!”. Eles eram adolescentes, assim como seus fãs. Não é mais o caso.

“Parece que desenvolvemos uma base de fãs por conta desse som e sentimos que tínhamos que continuar fazendo isso.” diz York. “Em algum momento, percebemos que não era o que queríamos mais e a gente teve que se abrir para descobrir onde estávamos. Acho que a gente precisava mudar e nossos fãs também.”

York, 23, colocou sua marca no “Paramore” pois teve que a tarefa de substituir Josh Farro como parceiro de criação de Williams. Se a intenção dele era distanciar a banda do seu som antigo, ele conseguiu.

“Foi a melhor coisa que já fiz na vida, mas também a mais assustadora.” diz ele. “Foi a primeira vez que eu senti que teria que me elevar sobre algo, o que é realmente chocante de primeira. Hayley é uma cantora e escritora inacreditável, e desenvolvemos uma confiança e uma dinâmica entre nós. Foi bem legal.”

Hellogoodbye abre a turnê. O estilo indie-pop do líder Forrest Kline é uma escolha interessante para o abrir o show. Junto a decisão de chamar a banda Metric, serve de lembrança de que o som do Paramore realmente mudou.

Tradução e adaptação: Equipe do Paramore BR.

Publicado por Duda Garcia, arquivado em Taylor York, Votações.

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A rádio filadelfiana 104.5 que lançou a disputa de “Melhor Baixista” — na qual Jeremy Davis foi o vencedor — mês passado, agora está na missão de procura ao “Melhor Guitarrista“. Na primeira rodada que começou dia 23 deste mês de setembro, Taylor York está disputando a nomeação com Jonny Buckland, guitarrista da banda Coldplay.

Caso York vença a primeira semana de votação, ele disputará a segunda rodada com talvez Joe Trohman (Fall Out Boy) ou Chris Shiflett (Foo Fighters).

Vote em Taylor no site da Radio 104.5 clicando aqui.


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