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Publicado por Angelica, arquivado em Entrevista, Notícias, Revistas, Taylor York.

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A nova edição da revista Alternative Press traz uma página dedicada a Taylor York, que conta com uma curta entrevista do guitarrista. Confira:

O que te inspira a tocar guitarra?

“O desejo por movimento. Eu quero fazer música e escrever partes que estimule movimento para ambos o corpo e para a alma. Eu quero que as pessoas batam suas cabeça e dancem. Eu quero que as pessoas sintam algo que possa movê-las em direção a esperança ou alegria ou qualquer coisa que seja o que elas precisem. É isso o que eu desejo da música, e eu amo a ideia de que eu possa fazer parte em trazer isso para os outros.”

Tradução e adaptação: Equipe do Paramore BR.
Créditos: @HerNameIsComet

Publicado por Lucas Mantoani, arquivado em Revistas.

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A nova edição da revista inglesa DIY, traz uma matéria sobre a trajetória do Paramore no Reading & Leeds Festival, onde falam sobre os 3 shows já realizados pela banda no festival e o lugar de destaque que eles terão na edição desse ano:

As coisas estão melhorando
Não é sempre que o único caminho é o melhor, mas é onde Paramore está interessado. 2014 marca a primeira vez que eles vão estar fechando o Reading & Leeds, mas eles são praticamente veteranos.

2007 – De volta para onde Paramore só tinha dois álbuns em seu nome, eles abriram o palco principal com estilo e facilidade. Sua visita de estreia ao festival, o primeiro set do dia estava cheio com músicas de seu assombroso segundo álbum ‘Riot!’, fresquinho desde o lançamento que havia acontecido apenas dois meses antes, o qual sem dúvida embalou pop o suficiente para acordar apostadores.

2010 – Fazendo um retorno triunfante ao palco, dessa vez a banda (ainda com 5 membros) de Nashville seguiu Rivers Cuomo da Weezer e sua dança na lama. Indo com uma alta dosagem de seus melhores hits até então — incluindo aqueles de seu álbum número um ‘Brand New Eyes’ — eles provaram ser futuras estrelas na indústria.

2012 – Após uma volta, de certa forma inesperada, em 2011, foi no Reading & Leeds que a nova paramore escolheu fazer sua estreia no Reino Unido. A banda, de agora 3 membros (e fãs), teve um pouco de resistência da plateia, mas só durou até que umas notas da música de abertura de ‘Brick By Boring Brick’ fossem tocadas para que eles tivessem a multidão de volta ao seu lado.

2014 - As estrelas se alinharam e a hora é finalmente essa: Paramore vai ganhar seu lugar de direito entre as outras atrações. Ainda não se tem certeza do que esperar, mas se sua recente travessura — você sabe, sair em um cruzeiro e tudo mais — é alguma coisa para se seguir, essa vai ser uma baita ocasião especial

SCAN:

Tradução e adaptação: Equipe do Paramore BR.

Publicado por Renan Baiocco, arquivado em Entrevista, Hayley Williams, Revistas.


Hayley Williams cedeu uma entrevista para a edição de dezembro da revista inglesa Kerrang!, onde falou sobre o processo de gravação do quarto álbum, o que inspirou a banda para a utilização do ukelele e o que ela pediu para o Papai Noel. Leia:

ALERTA DE SPOILER!
Hayley Williams esta prestes a te contar o que acontecerá em “The Walking Dead”!

Kerrang!: Como foi gravar um álbum depois de uma pausa tão longa?
Hayley: Foi como se estivéssemos gravando nosso primeiro álbum de novo. Só que dessa vez nós tivemos a experiência de estar no estúdio, então eu senti que voltamos mais confortáveis. Fazia muito tempo que eu não acordava tão animada para “ir ao trabalho”… Foi realmente um momento muito bom para nós.

Kerrang!: Vocês estavam preocupados em ter quer conseguir o mesmo sucesso que tiveram com o álbum anterior, lançado em 2009, o “Brand New Eyes”?
Hayley: Claro. Nós sempre queremos fazer melhor do que já fizemos. Entretanto, o mais importante é que nós sempre acreditamos em tudo que fazemos. Quando nós finalmente já tínhamos alguns demos para o novo álbum, nós sabíamos que estávamos no caminho certo, e ficamos muito animados com as músicas. Nós acreditamos nessa banda, mas agora do que nunca, e isso é algo que nem sempre fomos capazes de dizer.

Kerrang!: Também há “Ukelele Crazy” (um tipo de pandeiro) nesse álbum, o que inspirou vocês a usá-lo?
Hayley: Nós conhecemos o ukelele depois de fazermos nosso primeiro show no Hawaii, nós estávamos com o Hellogoodbye lá, e o Taylor tocou ukelele no palco com eles. Quando voltamos de lá ele trouxe um com ele, e enquanto estávamos compondo ele se tornou algo como “precisamos” colocar isso em alguma música. Tinha um som tão animado e nos deixava menos estressados enquanto estavam escrevendo.

Kerrang!: E agora que a pressão acabou e você pode, finalmente, descansar. O que está na sua carta para o Papai Noel?
Hayley: Tudo que eu quero são alguns dias de folga (risos). Nem acredito no quantos estivemos ocupados! É uma benção, mas eu sinto que meu corpo esta começando a se revoltar. Eu preciso de um tempo com a minha família; especialmente com minhas irmãs. E esse será o tempo mais longo que terei com meu namorado, desde a primavera. E também se Papai Noel pudesse escrever para Hershel voltar para a última parte dessa temporada de “The Walking Dead” seria ótimo, valeu cara.

Tradução e adaptação pela Equipe do Paramore BR.

Publicado por Lívia Rocha, arquivado em Entrevista, Revistas.

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Paramore é capa da edição de outubro da revista inglesa DIY, que traz uma matéria, entrevista e photoshoot inédito da banda. Confira a tradução, scans e o photoshoot abaixo:

Photoshoots @ DIY Magazine

     

O que não mata, fortalece. Por um tempo, o futuro deles era incerto, mas olhe para eles agora: o enorme sucesso do novo álbum está deixando os “haters” com raiva. Não é só uma banda… Isso é Paramore

Para o Paramore, a última década foi longe de ser fácil. Nascido num mundo voltado pelo “pop-rock” e “Fueled By Ramen”, o jovem quinteto de Nashville começou sua carreira já nos holofotes. Daquele momento para frente, as coisas só foram aumentando. Quando a líder, Hayley, completou 21 anos, eles já tinham lançado seu terceiro álbum de estúdio, dois deles receberam certificado de platina pelas vendas mundiais.

Passando a maior parte da adolescência na estrada, sua juventude foi bem documentada nas críticas, entrevistas e ensaios fotográficos, todos seus passos foram gravados. Tudo colocado na internet, postado em revistas e em pacotes condecorados para serem colocados nas prateleiras das lojas de cd. Na maioria do tempo, isso era tudo que eles queriam, mas então – em algum ponto – tudo começou a desandar.

O interessante sobre eles é que eles estão acostumados com mudanças. Foram forçados a crescer e tinham acabado de perder três membros (arrependido, o baixista Jeremy Davis não se foi por muito tempo). Por um tempo, eles conseguiram se manter, mas no final de 2010 as coisas começaram a desmoronar ao seu redor.

O que aconteceu foi a muito comentada saída de Josh e Zac Farro que tentaram desfazer a ideia da vocalista Hayley Williams de que Paramore ainda era uma banda. Mas ao invés disso acabar com eles, apenas os deixou mais fortes, lhes garantindo a possibilidade de um novo começo. O resultado: um dos melhores álbuns desse ano.

“Em todo álbum tem que haver uma mudança”, diz Taylor York. Amigo da banda há anos – ele participou da composição do single de estreia “Conspiracy” – finalmente se juntou à banda oficialmente como guitarrista adicional em 2007. Mas foi só recentemente que o processo começou a ficar mais colaborativo. “Tinha que haver uma mudança e uma evolução, especialmente na nossa situação, não conseguiríamos replicar o que fizemos no passado. De várias maneiras, fomos forçados a conhecer um novo território.

“De início estávamos relutantes em relação a isso. Achávamos que o caminho do sucesso era fazer aquilo que já tínhamos feito, mas percebemos que era preciso ultrapassar nossos limites e explorar coisas novas. Foi muito assustador mas também libertador. Escrevemos música nas quais realmente acreditamos. Foi uma experiência sinistra e libertadora ao mesmo tempo.”

Indo contra às regras, a banda – agora um trio – começou a trabalhar com o baixista Beck e o produtor da M83 Justin Medal-Johnsen, quem os encorajou a tentar coisas novas. Abandonando sua antiga estrutura e passando por um longo processo de bloqueio criativo, Williams finalmente encontrou confiança para fazer o que era preciso e escrever músicas das quais ela gostava.

“Em ‘Still Into You’ levei um susto comigo mesma quando estava escrevendo e sugeri a melodia e a letra do refrão”, ela ri. “Os versos não me assustaram; na verdade me empolgou. Era meio “saltitante” e soava como “new wave”, ainda era meio “pop” e “grudento”, mas o refrão… Eu fiquei tipo, “Isso é demais para uma música do Paramore. É muito pop!”. Taylor perguntou “Bem, você gostou?” e eu “Eu amei!”. E foi isso. Foi aí que deixamos de nos preocupar. Depois disso acontecer mais de uma vez, percebi que devia parar de questionar, acho que faz parte de crescer.

“Nos últimos anos foi tudo sobre aceitar o que a gente ama. Cresci ouvindo NSYNC e Britney Spears e eu não ligo! Continuo sendo de uma banda que eu acho irada. Tudo isso só me fez ser a pessoa única que eu sou. E as coisas que Jeremy ouvia – ele cresceu ouvindo muito hip hop – não acho que algum de nós cresceu ouvindo punk rock. Ninguém ouve Black Flag já no útero. Acho que amadurecemos e percebemos isso; ‘É estúpido ser pretensioso em relação à música’ você simplesmente gosta do que gosta, e se você ama, quem liga?”

Isso é o que reforça o guitarrista Taylor York: ser capaz de aceitar suas influências e usá-las para aumentar seus horizontes. “Foi estranho terminar uma música e pensar ‘Isso é muito pop. É meio “desajeitado” e Jeremy fazendo essas batidas no baixo mas simplesmente amamos.’. No final do dia, tudo que podemos fazer é escrever músicas nas quais acreditamos. Quando estamos no palco, ou as pessoas acreditam, ou não, então fizemos músicas que realmente apoiamos. Foi muito bom saber que conseguíamos fazer outras coisas. Antes, podíamos esboçar nossas influências, mas jamais mostrar para as pessoas.”

Com uma mudança drástica na dinâmica do grupo, haviam preocupações de que as coisas nunca mais seriam as mesmas no estúdio. Mas isso não foi a única coisa com a qual eles tiveram que competir; passar por um rompimento foi difícil e, pela primeira vez na carreira, eles perceberam que tinham que ir mais devagar. “O tempo que passamos longe foi pela nossa sanidade” diz Williams. Depois que saíram as notícias, no final de 2010, a banda foi pra casa. Passou-se então 1 ano até que eles começassem a trabalhar no seu álbum. “Foi duro. Tínhamos que ser nós mesmos pela primeira vez.”

“Tivemos que aprender como ser pessoas normais” diz Jeremy, “Passar tempo com nós mesmo e aceitar quem somos. Era algo que a gente precisava naquele momento. Dar uma acalmada foi muito importante.”

“Colocamos muita pressão em nós mesmos”, diz Taylor, “e sentimos a pressão externa também. É esquisito termos precisado ficar longe por um tempo, mas ao mesmo tempo, você começa a pensar sobre sua carreira. ‘Estamos longe há muito tempo, será que vão esquecer de nós?” (mais…)

Publicado por Lucas Mantoani, arquivado em Revistas.

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Paramore é capa da edição de outubro da revista inglesa DIY, que traz uma entrevista com o Paramore, além de um photoshoot exclusivo feito durante a passagem da banda pelo Reino Unido semanas atrás.

A edição falará sobre o retorno da banda ao Reino Unido, o desafio que tiveram para criar o autointitulado, sobre o que a banda aprendeu nos últimos e turbulentos três anos, como foi deixar de ser um quinteto e virar um trio. “É estúpido ser pretensioso Se você ama, quem liga?”, disse Hayley em entrevista a revista.

Clique nas miniaturas para conferir a capa e uma foto promocional da revista:

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Publicado por Lucas Mantoani, arquivado em Entrevista, Revistas.

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A nova edição da revista Rock Sound traz o Paramore em destaque em uma matéria/entrevista com Hayley intitulada de “Crescendo, mas não envelhecendo.” Confira abaixo a tradução da matéria e os scans da revista:

Scans: Rock Sound (Setembro)

     

Nos primeiros seis meses desde o lançamento de seu quarto álbum “Paramore”, Hayley Williams, Jeremy Davis e Taylor York viajaram mais de 50.000 milhas e fizeram 53 shows em 25 países, o que é mais do que a maioria das pessoas vai viajar em uma vida inteira.

Enquanto eles viveram em saguões de aeroportos e hotéis e camarins de paredes brancas, “Paramore” liderou a lista de álbuns em 13 países (incluindo seu primeiro Nº1 na Billboard nos EUA) e ingressos foram vendidos aos milhares para os shows da banda ao redor do mundo. Mais importante, entretanto, é que o Paramore cresceu: mentalmente, fisicamente e emocionalmente.

Quatro meses antes de o álbum ser lançado, Hayley completou 24 anos e Taylor 23; dois meses depois, Jeremy fez 28. O clichê diz que se cresce na adolescência, e por volta de 21, 22 anos, você tem que cuidar de si mesmo e conhece a verdade sobre a vida, mas isso não é completamente verdade. Ninguém sabe como agir ou o quê fazer no momento exato (pergunte a seus pais se eles já desvendaram a vida, e se eles disserem “sim”, são mentirosos) – e isso é tão verdade para esses três como o é para qualquer um. O lançamento de “Paramore” foi como se formar na escola ou universidade – só porque você colocou o chapéu de graduado e ganhou um papel, não significa que você sabe o que qualquer coisa dessas signifique, você tem que juntar as peças por conta própria – e o Paramore é uma história de crescimento que continua sendo escrita. Então como os últimos seis meses tem sido para a banda? E o que 2013 tem ensinado a Hayley, Taylor e Jeremy até agora sobre eles mesmos?

Enquanto a aclamação inicial dos fãs e do mundo todo apoiou o “Paramore”, foi o primeiro álbum do Paramore que pode ser considerado um verdadeiro crescimento. O que é mais difícil de se acreditar é o quanto Hayley se doa em cada uma das dezessete músicas. O álbum é contundente – se é o refrão de “Grow Up” em que Hayley diz “Alguns de nós têm que crescer de vez em quando/ então, se for preciso, eu vou te deixar para trás”, ou ‘Anklebiters’, onde ela brada “Tente se lembrar como era/ dar os seus próprios passos” – sua língua está chicoteando o tempo todo. Mas a amargura não é direcionada a ninguém em particular. “Tem muita autocrítica porque eu me cobrava muito de mim mesmo nos dois anos que gastamos fazendo o álbum,” Hayley confessa. “Eu me senti como se estivesse tentando fazer eu mesma crescer. Não de uma forma em que eu não quisesse mais ser uma criança, mas eu precisava aprender como a relevar as coisas e a não me apegar muito. E isso foi um processo. “Não é como se eu agora fosse perfeita e cem por cento feliz – eu definitivamente ainda tenho minha próprias batalhas – mas esse álbum foi muito sobre aprender a colocar um pé na frente do outro e não mais tanto para trás.”

“Eu costumava me sentir culpada pelo o que era o tempo todo. Ou isso era coisa da minha cabeça ou era porque não aceitava quem eu era, e eu me sentia mal com isso. Quando sua mente adquire um padrão em qualquer coisa, é mais difícil quebrar isso. A coisa mais importante que aprendi foi a discernir melhor quais vozes eu daria ouvidos e a quais opiniões eu daria valor. Agora, eu me sinto mais nos trilhos com relação a alguns sonhos que tive quando garotinha, antes de eu sequer saber o que é deixar as opiniões dos outros me afetarem. (mais…)

Publicado por Lucas Mantoani, arquivado em Revistas.

A Rock Sound divulgou a capa da edição de setembro da revista que trás o Paramore em destaque e uma matéria intitula “Growing Up, but no Growing old” (Crescendo, mas não envelhecendo). Confira a capa:

Paramore na rocks sound

“Eu costumava me sentir culpada sobre quem eu era…”

A revista chegará às bancas no dia 11 de setembro, porém não é comercializada no Brasil.

Publicado por Lívia Rocha, arquivado em Entrevista, Hayley Williams, Notícias, Notícias, Revistas.

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Em entrevista com a revista Kerrang, Hayley falou sobre o retorno da banda ao Reino Unido. Confira a tradução e o scan:

Eles estão de volta! Parece que o trio do Tennessee ainda está afim de nós.

Entrevistador: Olá, Hayley! Quão animada você está para a turnê no Reino Unido?
Hayley: Muito animada! Mais do que tudo, simplesmente pra provar para nós mesmos que podemos continuar melhorando nossos shows ao vivo.

Entrevistador: Você costuma ficar nervosa antes de grandes shows como esse?
Hayley: Sim, o tempo todo. Mas sinceramente, nunca esperei que as coisas fossem ficar tão loucas. Antes desses shows grandes, temos que nos beliscar.

Entrevistador: Já faz algum tempo que o álbum saiu, como suas músicas novas estão se encaixando com as antigas?
Hayley: Estávamos muito curiosos, e um pouco nervosos, sobre isso. Mas a primeira vez que adicionamos as músicas novas, os fãs foram a loucura! Estamos muito empolgados, pois não é nenhum segredo que essas músicas são as nossas favoritas de todas que já escrevemos.

Entrevistador: Por último, qual foi o melhor show que vocês já fizeram?
Hayley: Os festivais que tocamos nesse verão foram uma mistura de estranho com emocionante. Adoramos provar nosso mérito para aqueles que não nos conhecem. Às vezes pode ser em vão, mas eu gosto de pensar que, pelo menos por algum minuto, a gente surpreendeu alguém que achava que não curtia Paramore e então, de repente, eles curtem!

Tradução e adaptação: Equipe do Paramore BR

Publicado por Lucas Mantoani, arquivado em review, Revistas.

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David Renshaw fez uma review do novo álbum da banda para a revista NME. Leia:

“Alguns de nós tem que crescer de vez em quando/Então, se for preciso, eu vou te deixar para trás”, é o que canta Hayley Williams em “Grow Up”. O verso é provavelmente direcionado a Josh e Zac Farro, antigos companheiros de banda que deixaram o grupo em termos não muito amigáveis em 2010, mas isso também significa uma mudança na sonoridade do Paramore. Por muito tempo sinônima de adolescentes emo e revoltados, a banda do Tennessee decidiu com seu 4º e auto-intitulado álbum que deveria seguir em uma direção mais promissora e pop. Os irmãos Farro afirmaram que o Paramore era nada mais do que um veículo de auto-promoção para a vocalista Hayley Williams, e músicas como “Fast In My Car” e “Still Into You”, que são todas sobre a líder de cabelos de cores vivas, fazem pouco para desacreditá-los. As coisas ganham um ar de Sister Act 2 em “Ain’t It Fun”, que apresenta um coral gospel, e, por algum motivo, “Moving On” introduz um ukulele nesse processo. Mas o Paramore sempre foi mais pop do que seus fãs gostam de admitir, e essa previsível ressurreição aparenta ser um passo de transição para algo gigantesco.

Avaliação: 7 de 10
Escrita por: David Renshaw

Traduzido e adaptado pela equipe do Paramore BR.

Publicado por Lucas Mantoani, arquivado em Fotos, Revistas.

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Confira o photoshoot do Paramore para a edição de maio da revista australiana ”Q Mag“:

      
Clique sobre as miniaturas para ampliar ou clique aqui e veja o álbum completo.


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