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Publicado por Jaquelini Cornachioni, arquivado em Notícias.

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Tanto o Paramore como o Fall Out Boy evoluíram. Atualmente, as duas bandas enchem locais com capacidade para mais de 20.000 pessoas, além de conseguirem boas críticas e colocações na Billboard. O CD Save Rock and Roll foi extremamente bem aceito e o hit Ain’t Fun marcou definitivamente a mudança de estilo Paramore. O site Tampa Bay Time recentemente fez diversas matérias sobre o assunto e review’s de shows onde ele chama a nova fase de ambas as bandas de “renascimento”. Confira agora uma matéria sobre o auge do Paramore e do Fall Out Boy e o trecho de um review sobre a performance de Hayley, Taylor e Jeremy no palco!

Parafraseando LL Cool J: Não vamos chamar isso de retorno. O que o Paramore e o Fall out Boy estão passando por estes dias é mais como um renascimento.

Pete Wentz aprendeu algumas lições importantes durante seus dias de juventude no festival Vans Warped Tour.

“Eu diria que um dos maiores problemas é que você realmente deve manter algum estado de higiene durante as turnês”, riu o baixista do Fall Out Boy durante uma recente teleconferência com jornalistas. “Voltei da Warped Tour me sentindo um novo homem. Eu descobri que você pode existir com apenas lenços umedecidos e água”.

Ah, a vida na Warped

Muita coisa mudou para o Fall Out Boy desde a sua estreia tocando punk, em 2004 e 2005. Eles estão tocando agora em locais com capacidade para 20.000 assentos, ampa’s MidFlorida Credit Union Amphitheatre, onde no sábado eles serão co-headline de um show com outro companheiro de Warped Tour: o Paramore!

As bandas têm chamado isso de MONUMENTOUR, apelido que se encaixa – ambas estão gerando altas críticas comerciais; eles têm bases de fãs similares e sobrepostas; e apesar de vindos de uma “mesma família”, eles nunca fizeram uma turnê juntos. “Nossos fãs têm pedido por isso há um longo tempo”, disse Wentz.

Mas há outra razão, menos óbvia, do motivo desta turnê ser tão importante. Fall Out Boy e Paramore estão entre as poucas bandas de rock que venceram com garra seu caminho desde as suadas fases de Warped Tour para este nível de sucesso global.

Para cada banda que começou na Warped Tour – Blink-182, My Chemical Romance, No Doubt, Avenged Sevenfold – há centenas de bandas que nunca chegaram perto de serem grandes. Quando a 20º edição da Warped Tour retornar a São Petersburgo na sexta, vai trazer cerca de 90 artistas em Vinoy Park e são muitas as chances que nenhuma delas jamais será a performance principal de um show como o do Fall Out Boy e Paramore que será no sábado a noite em Tampa.

“Certamente me sinto incrível em arenas enormes”, disse Hayley Williams, vocalista do Paramore, durante uma teleconferência dela própria. “E agora nós estamos começando a fazer todos estes shows enormes – alguns anfiteatros em que nós tocamos com o No Doubt em 2009 – e parece incrível. Não posso esperar para ver quanta festa existe entre os fãs de Paramore e os fãs de Fall Out Boy, que assistiram nossas bandas virem do nada.”

A ascensão, a queda, o renascimento

Hayley Williams, mas Fall Out Boy e Paramore estão tão próximos como parceiros quanto duas bandas podem ficar.

Aos 35 anos, Wentz é uma década mais velho que Hayley Williams, mas Fall Out Boy e Paramore estão tão próximos como parceiros quanto duas bandas podem ficar.

Ambos explodiram durante a época do emo-pop em meados dos anos 2000, atingindo o sucesso aparentemente da noite para o dia com singles de sucesso (Sugar, We’re Goin’ Down e Dance, Dance do Fall Out Boy; Misery Business e Crushcrushcrush de Paramore) e aclamação da crítica, incluindo um par de “Melhores Indicações de Novos Artistas do Grammy”. Hayley Williams, a corajosa de cabelos de fogo, se tornou uma das vocalistas de rock mais famosas do mundo, enquanto o conhecimento de Wentz com soundbites e moda – para não mencionar a voz emocionante de Patrick Stump – ganhou legiões de fãs e capas de revistas para o Fall Out Boy.

“Nós estávamos na Warped quando lançamos o “Under The Cork Tree”, e foi um verão estranho” Wentz lembrou, fazendo referência ao álbum de 2005. “Quando nós e My Chemical Romance eram ambos novatos no TRL, o que já era estranho, foi como se os planetas estivessem alinhados. Eu acho que foi a coisa mais próxima às bandas punk sendo como boy bands”.

O Grammy e MTV deram ao Fall Out Boy e para o Paramore uma grande vantagem sobre os seus antigos companheiros da Warped (embora o Paramore tenha voltado a esse festival para shows em 2008, 2009, 2011). Os seus álbuns posteriores também venderam bem, permitindo que as duas bandas fossem a atração principal de arenas e anfiteatros na Honda Civic Tour, Fall Out Boy em 2007 e Paramore em 2010.

Mas o “ter muito sucesso” logo no início da carreira teve efeito sobre as duas bandas. Em 2009, o Fall Out Boy entrou em hiato indefinido, perto da depressão, insegurança, abuso de drogas e as pressões da fama. E no final de 2010 o Paramore se dividiu, os membros fundadores, Josh e Zac Farro (guitarrista e baterista), saíram após alegarem que a banda seria pouco mais do que um veículo de marketing para Williams.

“Não só temos que passar pelo processo emocional, a dor e todo esse tipo de coisa – um pouco de raiva, algum espanto, todas aquelas emoções malucas que tivemos que passar por um tempo – estávamos ao mesmo tempo percebendo que ainda queríamos fazer música, e isso não mudou a maneira que nós nos sentimos sobre o Paramore”, disse Williams. “Por si só, antes mesmo de termos realmente escrito música, o que levou tempo, isso nos levou a fazer um esforço muito grande para conhecer uns aos outros como pessoas”.

Em 2013, ambas as bandas reagiram e voltaram para a vida de uma maneira que poucos viram chegando. Fall Out Boy voltou com o ousado CD intitulado Save Rock and Roll, com participações especiais de nomes como Elton John e Courtney Love. Ele estreou no topo das paradas, e talvez mais surpreendentemente, ganhou as melhores críticas da carreira do Fall Out Boy. Em setembro, eles se esgotaram a USF Sun Dome Arena.

Paramore, por sua vez, lançou o animado single Ain’t Fun, uma passagem estilosa do seu Punk “Hot Topic” do passado. O single tornou-se a sua maior música, atingindo o número 1 na parada de singles de rock da Billboard. “Eu acho que você jamais deve supor que um único single vai ser o seu grande sucesso”, disse Williams. “Mas este, de longe, chocou a todos nós.”

Wentz, também, soa um pouco chocado com o quão bem recebido o retorno do Fall Out Boy tem sido. “Ser capaz de entrar em anfiteatros – Eu acho que nós nem sequer tivemos a esperança de fazer isso, quando começamos o processo deste álbum”, disse ele. “Nós viemos de uma cena muito específica da música, que agora parece não existir mais. É uma coisa diferente atualmente, e estamos tentando descobrir qual é o nosso lugar”.

Balões, serpentinas e confete

Esta fase do Paramore mostra a banda como um trio: Hayley Williams, o guitarrista Taylor York e o baixista Jeremy Davis (incluindo Aaron Gillespie, ex-Underoath e The Almost, arrebentando na bateria) no auge da carreira.

A vocalista Williams é e sempre será o centro das atenções do Paramore (um fato que quase acabou com a banda em 2010), mas realmente não poderia ser de outra maneira. Sua energia traz poderes não apenas para o show ao vivo, como para sua existência.

Vestindo um top atlético e shorts largo, Williams andou por todo o palco como uma rainha, porém dando pontapés e socos no ar nas introduções de músicas como Still Into You (single de 2013) e That’s What You Get. Em seguida, For a Pessimist, I’m Pretty Optimistic e a música da fase “emo”, Ignorance.

Recentemente, foi o nono aniversário do primeiro álbum, All We Know is Falling e o Paramore aproveitou para tocar com entusiasmo Pressure e Emergency, músicas que Williams diz raramente tocar, mas, no entanto, a performance desses hits teve explosões de confetes.

Seu set de 14 músicas não foi sobrecarregado de sucessos e, na sua canção de maior sucesso, Misery Business, a banda chamou um super fã para cantar um trecho enquanto Hayley agitava a plateia energicamente.

A apresentação foi marcante: balões, serpentinas, confetes e danças por todo o palco.

Fonte

Tradução e adaptação: Equipe do Paramore BR

Publicado por Lívia Rocha, arquivado em Notícias.

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Hayley e Chad foram entrevistados brevemente durante a premiação da revista Alternative Press, confira:

CM Punk: Fique firme, fique perto! O que vocês estão fazendo aqui?
Chad: Eu não posso dizer ainda…
CM Punk: Hayley, o que você faz aqui?
Hayley: Eu e os rapazes, da minha banda, vamos anunciar o Twenty One Pilots
CM Punk: Legal, legal!
Hayley: Eles vão tocar hoje…
CM Punk: E você está aqui para uma surpresa…
Chad: Sim, uma surpresa… Eu tinha ouvido falar que você viria e fazia tempo que não te via que eu resolvi invadir aqui só pra te abraçar.
CM Punk: Ser convidado pro mesmo evento, esse é o único jeito de amigos se encontrarem. É ótimo ver vocês, o que está vestindo?
Hayley: Oh, é UNIF! Umas das minhas marcas favoritas…
Juliet Simms: Eu amo UNIF! Muito boa…
CM Punk: Quem é esse na sua camiseta? Oi, Ian!
Juliet Simms: Meu Deus!
Chad: É minha camiseta do Ian Grushka, meu baixista que não pôde estar aqui hoje… Ele está em algum lugar, morando em algum campo de baseball, então resolvi vestir…
Hayley: Ele parece ótimo, os mamilos dele são bem bonitos…
CM Punk: Isso aí, então…
Juliet Simms: Parecem pepperoni!
CM Punk: Não saiam daí, nos vemos lá dentro!

Tradução e adaptação: Equipe do Paramore BR.

Publicado por Renan Pires, arquivado em Notícias.

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Em Fevereiro, Hayley visitou os estúdios do Ryan Seacrest da rádio Kiis FM para uma entrevista, na qual ela comentou que tinha uma paixão pelo ator Jason Segel. Ryan estava entrevistando Jason Segel sobre o seu novo filme e resolveu ligar para a Hayley e fazer essa surpresa e ver no que ia dar! Confira o player  e a tradução da entrevista abaixo:

(Lembrando que eles mencionam a Hayley e o Paramore em 4 minutos, e ligam para a Hayley em 8 minutos)

...4:00

Ryan: Tudo bem, Jason Segel está aqui! Pode esperar um segundo?
Jason: Claro!
Ryan: Porque… você conhece a banda Paramore?
Jason: Sim! Claro!
Ryan: “Ain’t it fun? Living…”
Jason: Sim!
Ellen: Muitas músicas!
Ryan: Hayley Williams esteve conosco, não muito tempo atrás, e estávamos literalmente tendo uma conversa sobre paixões por celebridades e ela disse isso… eu disse “Qual é a sua?” e ela disse:

Gravação
Hayley: A minha é o Jason Segel, fácil. Eu só quero sair com ele.
Ryan: Sério? Nós podíamos ligar para ele, sabia?
Hayley: Não! Não diga isso, eu vou começar a chorar!

Ryan: Então…
Jason: Bem, isso é muito gentil e doce!
Ryan: Nós não… eu não liguei para você, mas nós podemos ligar para ela e fazer uma surpresa! Então eu pensei, se você puder esperar por um segundo, seria ótimo apresentá-los se vocês  nunca se conheceram.
Jason: Claro! Eu acho que isso parece ser adorável!
Ryan: Ok! Só espere um pouco, Jason.

… 8:00

Ryan: Certo, deixe-me ver se eu consigo… Hayley?
Hayley: Olá! Quanto tempo!
Ryan: Hayley Williams do Paramore, é o Ryan Seacrest.
Hayley: Olá!
Jason: Olá Hayley, é o Jason Segel!
Hayley: Espera! O que?!
Jason: Como vai?
Hayley: Alô?
Jason: Olá Hayley, é o Jason Segel!
Hayley: Meu Deus, oi!
Jason: Como vai?
Hayley: Gente, vocês continuam fazendo isso comigo!
Jason: Não sou o primeiro?
Hayley: Não! Eles fizeram… eles… Ai meu Deus! Oi! Como vai você? Sou uma grande fã!
Jason: Bem, e você? Eu sou um grande fã de vocês!
Hayley: Obrigado! Estou bem, é… estou em um hotel, e estamos em tour.
Ryan: Tempo perfeito. Sabe, eu não resisti porque nós estávamos falando com Jason sobre o filme dele, que você deveria assistir, é muito engraçado. E…
Hayley: Eu quero ver! Planejo em fazer isso amanhã no nosso dia de folga!
Jason: Nossa! Muito obrigado! Aprecio isso.
Ryan: E em qual cinema você vai ver “Sex Tape”?
Hayley: Eu não tenho certeza, acho que estaremos em DC, não sei.
Ellen: Ryan, deixa a mágica acontecer.
Ryan: Certo, desculpa, vou ficar fora disso. Quando você esteve aqui você estava falando os seus pensamentos sobre Jason…
Ellen: Isso é sobre ela e Jason.
Jason: Sim! Ele tocou o trecho da sua entrevista para mim, foi muito gentil e doce!
Hayley: Oh! Legal, mas constrangedor.
Jason: Não! É fantástico! Como está a tour?
Hayley: Está legal, estamos nela faz tipo, um mês, e… é nós e o Fall Out Boy, e.. cara, tem sido incrível. Estou amando. Nós não chegaremos a Costa Oeste até Agosto, mas se você estiver em Irvine você pode ir nos ver no dia 16. Você provavelmente não vai, mas…
Jason: Eu estou sempre em Irvine em Agosto! Perfeito!
Hayley: Ok! Ótimo!
Jason: Eu passo o verão em Irvine.
Ryan: Bem, Hayley, nós só queríamos conectar vocês, pois sabíamos que tinha que acontecer.
Jason: Sim! Isso é muito animante, Hayley, foi um prazer te conhecer por telefone!
Hayley: É! sua voz parece você mesmo, então é bom saber.
Jason: É, totalmente! Eu não uso modificador de voz nos meus filmes.
Hayley: Foi um prazer te conhecer! Obrigado por terem ligado!
Ryan: Tenha um bom show essa noite! Tchau Hayley!
Hayley: Valeu! Tchau Ryan, te vejo depois!
Jason: Tchau!
Ryan: Ela é muito legal…
Jason: Isso foi hilário! Maravilhoso.
Ryan: Muito legal. Jason Segel! Te amamos, e obrigado por ter ligado, parabéns pelo filme, “Sex Tape” nos cinemas, amanhã. Falo com você em breve, certo?
Jason: Sim, tchau!
Ellen: Tchau!

 

Fonte.

Tradução e adaptação:Equipe Paramore BR

Veja a entrevista da Hayley em Fevereiro com o Ryan Seacrest.

Publicado por Lucas Kaique, arquivado em MONUMENTOUR, Notícias, Vídeos.

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A Live Nation coletou depoimentos de fãs do Paramore e Fall Out Boy sobre a MONUMENTOUR, turnê que ambas bandas percorrem a estrada juntas. Confira o vídeo com tradução onde os fãs enchem a turnê de elogios:

“Estamos aqui para ver Fall Out Boy e Paramore!”

“Esperei para vê-los do mesmo palco por… pela minha vida inteira!”

“Ano passado comprei os álbuns dos dois ao mesmo tempo… E agora, um ano depois eles estão tocando juntos… É demais!”

“Vê-los juntos é muito empolgante!”

“Mal podemos esperar para ver os dois, vai ser incrível!”

“Estou muito animada!”

“Ela é durona! Adoro tudo nela”

“Eles me levam de volta há um tempo… Me fazem lembrar no primeiro show que fui, da primeira banda que eu virei fã”

“Eles estão mais ousados… Eles tem essa certa ousadia”

“Conforme o Fall Out Boy cresceu como banda, eu cresci como pessoa… Eu tenho essa tatuagem no meu braço. Todos deveriam ir ao show porque é fantástico! A pirotecnia é demais, as luzes, as músicas”

“Te anima e faz você ficar maluca!”

“O clima de amizade entre os fãs de Paramore e Fall Out Boy é incrível!”

“Você tem que vir! Simplesmente sensacional!”

“Incrível!”

“Insano!”

“O melhor show que eu já fui!”

“Me diverti muito!”

“Foi sensacional!”

“Eles arrasaram!”

“Eles foram demais, foi incrível”

“Hayley, eu te amo!”

“Acho que minha vida está feita, já posso morrer feliz!”

“Todos tem que vir ao show porque vai explodir sua mente!”

“Todas as apresentações foram incríveis, nunca vi uma banda de abertura tão boa como New Politics”

“Foi demais! Muito obrigada!”

“Meu Deus, muito obrigada!”

Publicado por Redação, arquivado em Notícias.

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Paramore foi anunciado como uma das principais atrações da edição de 2014 do iHeartRadio Music Festival. A apresentação da banda acontecerá no dia 20 de setembro, em Las Vegas. One Direction, Iggy Azalea, Lorde, Ed Sheeran também são algumas das atrações que se apresentarão no mesmo dia que a banda.

Vale lembrar que o iHeartRadio Music Festival é transmitido online!

Publicado por Lívia Rocha, arquivado em Notícias.


Hayley falou para a Rolling Stone sobre a amizade com Jeremy e Taylor, o sucesso de “Ain’t It Fun”, a Monumentour e como ela odeia perguntas sobre o cabelo. Olha só:

Faz mais de um ano que o Paramore lançou seu quarto álbum de estúdio, um longo e extremamente ambicioso musicalmente, que foi tanto um “retorno” (seu primeiro disco como um trio), quanto um risco: Não tivemos muitas gravadoras grandes de bandas de rock que lançaram um trabalho com 17 faixas, com mais de uma hora de duração (incluindo “interlúdios”, orquestras e corais) no ano de 2013.

Mesmo assim, Paramore se tornou um sucesso gradativo, foi o primeiro CD da banda a conseguir singles com certificado de vendas platina com “Still Into You” e “Ain’t It Fun”, que se tornou um hit esmagador, fixo no chart das Rock Songs da Billboard e Top 40 nas Adult Songs, tudo isso sem falar do Hot 100. Seis meses após o lançamento, “Fun” além de se tornar a última música dos shows da banda, pode virar a música do verão. Seu sucesso deu vida a uma banda que, há menos de quatro anos atrás, estava à beira de um colapso.

Na verdade, depois de uma década de carreira, Paramore parece estar trabalhando no seu lado comercial e críticp. Entre as datas de seu turnê com o Fall Out Boy (apropriadamente nomeada de “Monumentour”) Hayley Williams falou com a Rolling Stone sobre desafios, “cuspir” o maior single da banda e o por que ela odeia perguntas sobre o cabelo.

Durante a última década, vocês vivenciaram sucesso, mas nada comparado ao que aconteceu com esse ano. É o momento do Paramore?
Com certeza. Sem dúvidas. Continuamos aprendendo a ser uma banda, profissionalmente e como amigos. É um processo constante de aprendizado. Gravamos um disco do qual temos muito orgulho, seu sucesso até agora é muito mais do que a gente esperava quando estávamos no estúdio. É realmente satisfatório, obviamente, mas no lado pessoal, sinto que nossa amizade está mais profunda e se torna a cada dia mais importante e vital.

“Ain’t It Fun” já é hino. Quando escreveram, tinha noção que ia se tornar gigante?
Demoramos tanto pra terminar esse álbum que nem sabíamos o que estava rolando no mundo da música naquela época. É sobre o momento que a gente estava vivendo, o que nos inspirava e o que nos empolgava em estar numa banda, é esquisito essas mesmas músicas serem as nossas de maior sucesso. Algumas são as mais pop que já escrevemos… “Ain’t It Fun” foi como um “vômito”; simplesmente saiu, e agora todos estão cantando, está na rádio, é muito legal. Acho que isso não acontece mais de uma vez na sua carreira. É a primeira vez que vivenciamos isso e sou muito grata.

Teve tempo para realmente apreciar isso?
Todos tivemos. Esse ano foi surpreendentemente calmo, especialmente considerando o sucesso dessa música. Fizemos uma turnê no começo do ano, fizemos um cruzeiro e agora a Monumentour. Só fizemos isso. Ficamos bastante em casa, foi muito gostoso; vida real é muito diferente da que vivemos no ônibus. Hoje, prefiro ficar na sacada sentada com a minha família. Agora entendo, mais do que nunca, como envelheci desde que tudo começou.

Vocês nunca foram tão grande e, mesmo assim, de muitas maneiras, todo seu sucesso parece muito original. Tem sido difícil conseguir fazer as coisas do jeito que vocês querem?
Sabemos quando algo está ruim. Somos muito próximos na estrada, conseguimos ser honestos um com o outro e falar se alguma coisa não está certa ou não parece verdadeira. Coisas como aquele desfile de moda que fizemos com nossa equipe, isso é o que nos faz aproveitar cada segundo, para que não fique uma coisa fabricada. Isso é o mais importante. Tipo em 2005, quando respondíamos nossos fãs no MySpace, era real pra nós, é assim que guiamos nossos passos.

Você já negou propostas que não eram “corretas”?
No começo, recusei muita coisa; quando fiz 18 anos, a revista Maxim veio até mim. Depois dessa, houveram muitas coisas ridículas assim, e também oportunidades legais que, naquele tempo, não pareciam boas. Florescemos como pessoas e ao mesmo tempo, como banda. Isso de saber o que é certo, acho que está dentro de nós, o que o Paramore é em sua essência, mas um pouco disso, você aprende sozinho. Não tenho muita coragem de sair sozinha e fazer as coisas sozinha, os rapazes também não. Coisas como o Teen Choice Awards, antigamente pensaríamos “Oh, não queremos tocar numa premiação de adolescentes” e nós éramos adolescentes na época! Talvez faria mais sentido lá atrás. [Risos]

No passado, você era acusada de ser o centro das atenções da banda. Isso ainda é um problema?
Sabe, depende. Às vezes, em chamadas de TV, entrevistas, conversamos muitos e eles fazem você pensar que está tudo muit natural, você até gosta das perguntas e no final, eles editam tudo e deixam só você falando sobre seu cabelo. Isso me deixa desconfortável.

Tem uma entrevista recente que você deu à Nightline que com certeza foi sobre seu cabelo…
É bem disso que estou falando…

Ao mesmo tempo, você participou de “Stay The Night” com Zedd e virou platina. O que está por vir, outro álbum do Paramore ou mais trabalhos solos pra você?
Queremos escrever outro disco. Taylor está sempre compondo, Jeremy também. Estou naquela fase de escrever em meu diário e normalmente demora um ou dois meses pra eu gostar do que estou escrevendo. É sempre assim. Então o álbum vai começar assim que nos juntarmos pra escrever mesmo e pensarmos “Sim, isso está demais!”. Nunca terminamos uma música que não gostamos, temos algumas pela metade que pensamos “Quer saber? Melhor não”. Estamos esperando aquele “click” e então a gente começa. Mas o barco já está andando.Com relação aos meus trabalhos solo, sempre vou julgar pela minha intuição. Uma música como “Stay The Night” é inegável, mas tem que ser correto.

Você é líder dessa banda há uma década. Ficou mais fácil ou difícil com o passar do tempo?
Ainda me surpreendo por me sentir desconfortável depois de 10 anos. É engraçado quando me sinto isolada ou quando estão todos olhando pra mim. No palco, a música me deixa confortável. Mas ser a líder não é fácil, é algo que me orgulho de estar melhorado; fazendo uma boa apresentação, cantando bem e me comunicando com a plateia – isso é o que me deixa mais nervosa, tipo “O que será que eu digo que eles acham tão legal?” e também é um desafio fazer o lugar parecer pequeno para ter aquela ligação com os fãs. Taylor e Jeremy também. Essa é a nossa missão.

Fonte.

Tradução e adaptação: Equipe do Paramore BR.

 

Publicado por Jaquelini Cornachioni, arquivado em Notícias.


Todos nós temos músicas que marcaram algum momento ou fase em nossas vidas! Pensando nisso, o site Belfast Telegraph fez uma matéria em que listou as canções que tiveram impacto e significado na vida de Hayley Williams. A cantora cita a islandesa Björk, que a mudou completamente, e comenta sobre a banda que tocou na primeira viagem que fez com seu namorado, Chad Gilbert.

Hayley Williams: Eu prefiro Björk do que Boybands

A vocalista do Paramore listou as músicas que mais significaram para ela durante a sua vida. Embora ela esteja liderando uma banda de rock, o pop sempre esteve mais presente enquanto ela estava crescendo. No entanto, ouvir a música “Human Behavior” da cantora islandesa Björk, mudou tudo para Hayley.
“A primeira vez que ouvi essa música, mudou tudo pra mim”. Eu queria ser capaz de cantar tudo – cada nota – que ela canta”, disse Hayley para a British Company Magazine. “Essa música me tirou fora da fase de boybands, a sua voz ainda me inspira”.
Outra música que teve um profundo efeito para estrela de 25 anos, é The Temptations – I Can’t Get Next You. “Eu cresci em Meridian, Mississippi – um dos integrantes originais do Temptations cresceu em uma cidade não tão longe de mim. Eu sempre pensei que se ele conseguiu fazer sucesso, eu certamente também conseguiria. Desde que eu era uma garota pequena, essa tem sido minha música favorita deles” ela disse.
The Cure sempre foi uma das bandas favoritas da Hayley e ela destaca o dia em que tocou no mesmo lugar que eles (no UK Music Festival em 2012), como um dos pontos altos de sua carreira.
Em nota pessoal, a música Songbird in Your Soul, da banda alternativa They Might Be Giants, vai sempre ter um lugar especial no coração da estrela, pois significa muito para ela e o seu namorado, Chad Gilbert. “Nós temos várias músicas! Mas, na nossa primeira viagem, para que eu pudesse conhecer sua família em Kentuck, estávamos ouvindo They Might Be Giants… E eu tive certeza absoluta de que estávamos apaixonados por essa música (Songbird in Your Soul)”.

Fonte                                                                                                                                                                                                      Tradução e Adaptação: Equipe do Paramore BR

Publicado por Lívia Rocha, arquivado em Notícias.

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A voz da Hayley Williams é incomparável e inconfundível. O talento do Jeremy e toda a sua técnica como baixista, também. A revista Alternative Press está realizando o Alternative Press Music Awards, com várias categorias e diversos artistas e bandas indicadas. Além de Hayley competir na categoria de melhor vocalista e Jeremy na de melhor baixista, o Paramore concorre nas categorias: melhor álbum do ano, artista do ano e música do ano, com a música Still Into You. Em um vídeo, a vocalista do Paramore enche Jeremy de elogios (todos extremamente verdadeiros) e pede a ajuda dos fãs. O baixista faz o mesmo.”Entre no altpress.com e vote na gente! AGORA!”, diz. Ainda faltam 15 dias para encerrar a votação. Para participar, clique aqui.

Hayley: Oi, eu sou o Jeremy!

Jeremy: E eu sou Hayley! Somos do Paramore…

Hayley: É… Vou continuar, Jeremy foi nomeado para Melhor Baixista e quer saber? Acho merecido porque ele é mesmo o melhor e… O que mais posso dizer, ele é meu amigo e quando o conheci ele tocava um baixo de 5 cordas, ele cresceu tocando funk, usando muito o “slap” (técnica de tocar baixo) e então, de alguma maneira, ele entrou no Paramore. Mesmo ele sendo muito… Como se diz?

Jeremy: Não sei!

Hayley: Enfim, ele é bom demais pra gente! Votem nele por favor e digam o quanto ele é bom, como ele toca bem em “Ain’t It Fun” quando ele leva todos nós para a igreja com aquele baixo.

Jeremy: Isso era mais do que eu esperava! Chega de falar de mim, agora vamos falar dessa baixinha de cabelo azul, que legal esse chapéu. Enfim, votem nela para Melhor Vocalista porque ela merece tudo isso e vocês deviam votar sem parar, escutem a voz dela, coloquem fones de ouvido e ouçam. Ela merece e… Enfim… Vocês conseguem, somos vencedores. Entre no altpress.com e vote na gente! AGORA!

Tradução e adaptação: Equipe Parmore BR.

Publicado por Lívia Rocha, arquivado em Notícias.

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Hayley  falou com a Entertainmet Weekly sobre Warped Tour, seus shorts de kick-boxing e a loucura de tocar no Good Morning America. Confira a tradução:

Começaram a Monumentour há pouco tempo. O que aprendeu sobre os caras do FOB que você não sabia?
Hayley Williams: Eles malham todo dia enquanto a gente fica no camarim comendo batatinha. Disse ao Patrick, “Obrigada por fazer a gente se sentir os idiotas mais preguiçosos do mundo.” ele respondeu, “Se eu não fizesse isso, eu não conseguiria nem andar no palco. É crucial.” daí falei “Okay, legal, vou me matricular no ballet.” A gente entrou em “modo turnê” muito rápido, não tivemos tempo de sair um juntos. Precisamos de um dia de folga pra fazer um jantar com todo mundos, com as bandas, as equipes. Esse pessoal é demais. É muito legal estar na mesma turnê com eles, dividir a mesma plateia. Já era tempo disso acontecer.

Vocês tocaram no Good Morning America um pouco antes da Monumentour. Como foi?
Hayley Williams: Inacreditável. Eu estava tão nervosa na véspera mas quando chegamos lá, me senti como num show do Paramore, diferente de outras apresentações que fizemos em televisão. Foi muito animado. Muitos esperaram na fila por 12 horas, debaixo de chuva e frio, foi isano. Claramente, não somos de acordar cedo, mas fiquei orgulhosa de nós e de nossos fãs por terem nos representado na televisão.

Acho que vocês descobriram o segredo de se apresentar na TV, qual é?
Hayley Williams: Não sei é bem um segredo, mas acho que o negócio é se sentir confortável. Eu tava falando com Taylor outro dia: como cantora, o mais preocupante é o vocal, então estar numa banda com gente tão concentrada no que está fazendo, me sinto sortuda de cantar junto com essas guitarras e sons incríveis. Os rapazes são muito focados. Se você for ruim ao vivo, na TV vai ser pior. Então quando vejo a gente na televisão, eu penso “Graças a Deus que o Taylor se importa com o som que está saindo da guitarra dele.”

A primeira grande turnê de verão de vocês foi a Warped, que vai começar agora. Algum conselho para as bandas que vão tocar pela primeira vez?
Hayley Williams: Meu conselho é, se esse é teu primeiro ano, eu diria que ninguém te deve nada. Você tem que ter isso na cabeça. Seu trabalho no primeiro ano de Warped é agregar tudo que você puder. Quando tocamos pela primeira vez em 2005, não tínhamos nem ficha pra comer, não podíamos ficar nas filas do buffet e comer aquela comida deliciosa.

A gente só tinha cinco reais por dia, e olhe lá, na maioria das vezes, comíamos cachorro-quente e tomávamos limonada que eram vendidas. Às vezes a gente tinha que escrever o nome da banda nos panfletos, porque nosso nome não aparecia em todas as programações. É muito trabalho, e é muito importante para as bandas passarem por essa fase, ganhar experiência e não esperar que as coisas cheguem de mãos beijadas. Porque quando isso acontecer, você vai ser muito grato. E no próximo ano que você voltar, se você tiver uma van melhor ou um ônibus melhor, você vai ser grato. Faça por merecer.

No vídeo de “Ain’t It Fun” vocês três quebram recordes. Teve algum que vocês tentaram e não deu certo?
Hayley Williams: Não, pode acreditar, nos quebramos literalmente todos os recordes que tentamos aquele dia. Meu favorito foi quebrar os despertadores com as guitarras, me senti demais. Amei o vídeo. Amei filmá-lo. Estávamos na nossa cidade natal, no meio das florestas de Franklin, foi tão legal fazer um vídeo assim com um diretor que amamos. Sabíamos que os fãs iam adorar também. Os relógios explodiram também. Me surpreendi. Não foi a coisa mais fácil do mundo, mas foi surpreendente a rapidez com que eles explodiram. Só com uma batida eles já quebravam em pequenos pedaços.

“Ain’t It Fun” tem sido a música para fechar o show nesta turnê. É o sucesso atual, mas há outro motivo pra ela ser a última música?
Hayley Williams: Nosso show é feito para participação da plateia, e essa é uma das músicas que mostra mais isso. Muitas outras também. Mesmo se não conhecem o Paramore, elas sabem parte do coral gospel. Mesmo sendo fã ou não, você vai saber cantar aquela parte. É estranho fechar o show sem “Misery Business”. Lançamos “Still Into You” e fez tanto sucesso que resolvemos terminar os shows com ela, foi incrível. Mas faz anos que terminamos com “Misery Business”. Agora, além de muito divertido, é legal poder terminar com outra música. Para os fãs que nos acompanham por dez anos, é bom que eles ouçam uma música diferente no final. É uma das nossas favoritas para fechar. É um final digno de rock and roll.

E como foi seu primeiro cruzeiro?
Hayley Williams: Inacreditável. Meu momento favorito, por incrível que pareça, foi a sessão de perguntas e respostas que fizemos. Sentamos no palco e então as pessoas vieram. Nos perguntaram o que queriam. Eles realmente leem muitas entrevistas e pra alguns deles é a única forma de participar de nossas vidas, além das músicas e dos shows.

Sentar lá por mais de uma hora e conversar com eles foi muito legal e estranhamente parecido com 2005, quando vendíamos nosso próprio merch depois dos shows. Amávamos isso. Sinto falta disso agora que somos uma banda maior. Tem muitos pontos positivos nisso, mas você perde essa relação um-a-um com as pessoas que realmente compram seus álbuns.

O cruzeiro todo ultrapassou as expectativas de todos. Parece que começamos algo que nunca mais vamos parar. Foi essa coisinha na qual todos se conheciam e todos gostavam da mesma música, cantavam juntos, se divertiam juntos, festejavam juntos. Amei. Espero fazer isso pro resto de nossas carreiras.

Você tem usado roupas de Muay Thai shorts no palco. Vai ter pra vender no merch também?
Hayley Williams:Meu Deus, a gente devia mesmo vender! Mas não estão à venda, agora que você mencionou, tenho que arrumar um jeito de fazer isso acontecer. Vai ser caro pra gente. São as roupas mais confortáveis que já usei. Estou feliz de não ter que usar látex nessa turnê. Tiraram uma foto minha sentada na nossa caixa com a escrita “Paramore”. Eu estava la, minhas pernas meio espalhadas, eu tava meio com as mãos entrelaçadas, e devem ter pensado “Cara, espero que a Hayley faça parte daqueles DVDs de malhação” eu pareço uma instrutura de ginástica nessa turnê e estou amando isso!

Você também mudou o cabelo. Descreva-o.
Hayley Williams: É meu jeito SLC Punk azul. Eu amo SLC Punk. Jason Segel faz parte, como não amar? Faz tanto tempo que eu quero fazer isso, mas não sabia se a cor ia dar certo porque é muito assustador tem que descolorir o cabelo. Estou amando como ficou, nem sei quando vou mudar novamente pois estou adorando! Quando eu me sentir muito acomodada, é sinal que é hora de mudar.

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Publicado por Renan Pires, arquivado em Notícias.


Jon Kaplan postou no site OnTapOnline uma breve entrevista com Hayley, onde ela falou sobre o futuro e o passado da banda e a estranha conexão que o maior hit deles (Ain’t It Fun) tem com o Clube 9:30, de Washington D.C. Confira a entrevista traduzida abaixo:

ONTAP: Você se surpreendeu que o último single de vocês, “Ain’t It Fun”, se tornou o maior single de  vocês até agora?
Hayley: Isso, de longe, chocou todos nós. Tem sido muito divertido. É uma música em que tomamos um grande risco, e estamos muito animados por isso. Eu cresci escutando muito R&B, pop e soul. Foi legal ser capaz de escrever uma música que infunde um pouco dessa energia dentro do que fazemos como uma banda. Houve muita diversão e paixão e eu espero que se possa escutar isso e que as pessoas se conectem com essa energia. A mensagem é, de certa maneira, sarcástica, mas eu espero que inspiradora o suficiente para as pessoas mais jovens que possam estar entrando no mundo por si mesmos. Eu sei que ela me ajudou a passar por uma fase de transição na minha vida. Nós damos todos os créditos ao Jeremy, já que esse é o primeiro hit do Paramore com baixo forte.

ONTAP: O que levou vocês a explorar sons diferentes nesse album?
Hayley: Nós ampliamos nossos horizontes um pouco e descobrimos que não precisamos corresponder às expectativas de ninguém. Nós temos que ser bons e queremos  ser melhores do que fomos da última vez, mas o Paramore é o Jeremy, o Taylor e a Hayley.  Ano que vem pode ser que a gente lance um álbum que é só de músicas pop, ou todas pesadas, ou funk rock, como “Ain’t It Fun”;  Antes, nos fechávamos em uma caixa e tentávamos nos limitar às expectativas que achávamos que as pessoas estavam tendo.

ONTAP: Quando os fãs vêm para os shows de vocês. o que você espera que eles levem com eles?
Hayley: É ser uma escapatória ou uma fonte de força ou um impacto. Se nós não subirmos ao palco para fazer essa conexão com as pessoas, olhar para eles nos olhos e fazer com que elas se sintam conhecidas, estaremos perdendo o motivo do porque somos uma banda. Nós queremos ser artistas e tocar o melhor possível, mas às vezes é mais importante o que está entre as músicas. As vezes eu falo muito, mas é importante saber quem um artista é.  Quando fãs vêm para um show, nós não sabemos o que eles estão deixando para trás ou para onde irão depois – poderia ser a melhor coisa do mundo – então nós queremos que eles saibam que eles são notados, e escutados, e importantes para nós. Eles fizeram uma diferença enorme em nossas vidas, então nós queremos que eles saibam que são importantes para nós também.

ONTAP: Você tem alguma memória interessante de shows passados em Washington?
Hayley: É interessante você perguntar. A primeira vez que realmente fizemos uma tour legal, nós estávamos fazendo uma tour de caridade, e começamos pelo Clube 9:30. Eu estava tão animada e foi a primeira noite. Nós éramos ainda uma banda minúscula naquele ponto. Depois do show eu estava andando nos corredores atrás do clube com uns amigos, e eu comecei a tossir, uma tosse bem forte, e não conseguia parar. Tivemos que cancelar todas as datas que faltavam na tour e só ficamos no hotel em Washington por alguns dias para ver se eu conseguia melhorar antes de irmos para casa. Enquanto ficamos presos lá, Josh começou a escrever a melodia de “Misery Business”. Foi assim que “Misery Busines”s surgiu,  nosso primeiro single de sucesso, que nos trouxe para onde estamos hoje!

Fonte

Tradução e adaptação: Equipe do Paramore BR


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