Notícias Archives - Paramore BR
Publicado por Jaquelini Cornachioni, arquivado em Notícias.


No dia 10 de agosto de 2011, Alice Adams, sobrinha de Kathryn Davis, foi vítima de um assassinato. Na época, o casamento da Kat e Jeremy Davis teve que ser adiado e, no Twitter, o baixista do Paramore comentou o ocorrido e deu todo o apoio para sua esposa.

Alice foi encontrada morta junto de seu colega, Tibor Vass. Em nota, a família da jovem disse que “o espírito de Alice viverá para sempre”. A história causou comoção na época e, só depois de três anos, Kathryn conseguiu desenvolver o Alice Adams Foundation. Esse projeto tem o objetivo de arrecadar dinheiro para construir uma casa na árvore em homenagem a Alice.“Como família, nós decidimos criar a Alice Adams Foundation. Alice sempre construía casas nas árvores e gostava ficar fora de casa, então vamos arrecadar dinheiro para construir uma casa na árvore cercada por um divertido, mágico e inspirador parque feito especialmente para adolescentes e adultos, pois não existem muitos lugares positivos em que pessoas desta idade possam ir, se divertir e se manter fora do perigo, mas agora, graças a Alice, terá”, escreve Kathryn na Homepage do site da fundação.

A planta do parque já foi projetada e, assim que a quantia suficiente for arrecadada, as obras serão realizadas no Black Park, Buckinghamshire (Reino Unido). Apesar da tragédia, Kathryn descreve esse momento como algo animador e não quer focar na parte ruim da história. “Junte-se a mim neste momento feliz e vamos todos viver, como Alice fez. Vista-se como uma fada, compartilhe tudo o que você tem de melhor, ria até cair e seja bom para todos os que passarem pela sua vida. Isto é algo que a Alice fazia todos os dias e é algo que eu sei que este parque fará por todos que o visitarem.

No site, é possível saber um pouco mais sobre a história de vida de Alice. As doações, no entanto, são feitas através do Paypal em moedas como Euro e Dólar (não tem a opção de doar em reais). Todos nós esperamos que, em breve, o projeto do parque consiga sair finalmente do papel. Boa sorte, Kathryn!

Publicado por Lívia Rocha, arquivado em Notícias.


A NME entrevistou vários fãs presentes no Reading Festival para saber o que eles tinham achado do show e sobre a queda de energia que atrapalhou a apresentação. Confira:

Paramore sofreu uma queda de energia que ameaçou seu show na noite de 22 de agosto.

“Vimos o Paramore sim!”

“Foram brilhantes!”

“Sim, foram bons!”

“Foi incrível!”

“Muito bom!”

“Absolutamente incríveis… E a voz dela, obviamente, como sempre sensacional!”

“Não é uma banda que eu costumo ouvir mas gostei bastante.”

“Brilhante, incrível!”

“Muito bom, foi demais.”

“Muito divertido.”

“Adoro Misery Business.”

“É uma boa música.”

“Não, não, não!”

“Ain’t it fun, ain’t it fun, ain’t it fuuuuuuuun.”

“Just feels soooooooooooooo.”

“I’m still into you.”

“Não vou cantar pra você.”

“Vamos ficar famosas agora?”

“Teve alguns problemas no som.”

“Estava todo mundo gritando, fiquei feliz.”

“Todo mundo ficou meio ‘oh’.”

“As pessoas começaram a conversar, porque ninguém conseguia ouvir.”

“Hayley Williams pulando pra cima e pra baixo no palco e ninguém ouvia.”

“Eles continuaram o show e fizeram um acústico, foi muito bom.”

“Hayley tem uma voz excelente.”

“É, você nem… ela não precisa de nada, é só cantar que é fantástica.”

“No final acabou sendo um momento bem íntimo de todos cantando junto, foi bem fofo.”

“A plateia cantando The Only Exception com isqueiros para o alto.”

“Eles transformaram isso numa coisa boa.”

“A galera os apoiou.”

“Todos estavam cantando e eles disseram que nunca esqueceriam aquele momento.”

“Eles deixaram até aqueles que não queriam estar ali mais ligados, como se fosse algo especial.”

“Foi tipo… é um festival e precisa continuar, foi o que ela fez e foi muuuuito bom!”

“O pior que poderia acontecer seria vomitar no palco como Justin Biber, isso seria terrível.”

“Pular e então vomitar.”

“Seria se a banda visse que a plateia não estava gostando e deixasse o palco.”

“Alguém se machucando?”

“Não quero nada de ruim com Arctic Monkeys, Alex Turner vai começar e vai ser incrível!”

Tradução e adaptação: Equipe do Paramore BR.

Publicado por Jaquelini Cornachioni, arquivado em Notícias.


Não tem como negar: o Paramore está conquistando cada vez mais os fãs! A BBC Radio 1 publicou no Buzzfeed uma lista das “10 coisas que aprendemos com o Paramore no Reading and Leeds”. De 1 a 10, é claro que concordamos com todos os tópicos. Divirta-se:

1. A Hayley  totalmente ‘fangirl’ do Queens of The Stone Age
Mesmo os artistas mais legais podem ficar impressionados e Hayley teve o seu momento de choque quando percebeu que o Paramore foi atração principal junto com Josh Homme e cia.

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2. Taylor e Jeremy dançando
Quem disse que coreografias sincronizadas são apenas para boybands?

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3. Hayley Williams terá SEMPRE o cabelo mais legal do que o seu
… e do que o meu e do que qualquer outro ser humano no mundo

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4. Hayley realmente gosta de dinossauros
E, obviamente, os dinossauros gostam dela também!

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5. Esse é o microfone dourado
Esse microfone já viu diversos lugares e fez muitas coisas… Mas nem sempre funciona.

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6. Você pode cortar a energia deles, mas não pode acabar com o profissionalismo
O que é isso? Não temos energia? Bem, vamos relaxar na beira do palco e fazer um acústico

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7. Os fãs do Paramore são bem mais diversificados do que você imagina
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8. Hayley é uma grande amiga da nossa Jen Long
Bem.. ela deixou Jen tirar uma foto com ela, de qualquer maneira.
(10 pontos pelo photobomb, Greg!)

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9. Até os rockstars sentem frio
Felizmente a Hayley providenciou o seu casaco rapidamente

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10. Hayley Williams é incrível
E não precisamos justificar isso para ninguém, ok?
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Fonte
Tradução e Adaptação: Equipe do Paramore BR

Publicado por Jaquelini Cornachioni, arquivado em Entrevista, Hayley Williams, Notícias.


No meio de tantos shows e festivais, o Paramore confessou que não pretende continuar se apresentando quando a idade avançada chegar, como diversas outras bandas fazem! A entrevista foi realizada pelo portal Daily Star. Confira:

Os fãs do Paramore devem aproveitar os shows enquanto podem. O trio do Tennessee confirmou que não pretende continuar pulando nos palcos quando o crepúsculo da vida chegar, como o Rolling Stones e o Black Sabbath.

A vocalista Hayley Williams, de 25 anos, declarou: “Eu costumo dizer que não quero ser um fantasma do meu antigo eu. Sempre quero ser a melhor em tudo o que faço. Então, quando eu estiver velha, talvez eu seja melhor em outras coisas e com certeza não será em balançar a cabeça e distender o músculo das costas. Talvez eu só queira ser uma vovó”.

O Paramore é uma das atrações principais do festival Reading and Leeds, ao lado de bandas grandes, como Queens of the Stone Age. Felizmente, Hayley é uma fã de Queens e não se importa em tocar no mesmo festival que eles: “Para ser honesta, nunca seremos o tipo de banda que se sente merecedora de uma posição dessas. Eu acho que somos uma banda grande. Trabalhamos muito duro para isso. Mas ainda somos fãs de várias outras bandas, grandes e pequenas, é difícil imaginar que somos uma das únicas na manchete principal atualmente”.

No festival, os fãs podem esperar um setlist memorável e uma apresentação incrível de Hayley Williams, Jeremy Davis e Taylor York. Mas, com certeza, o show mais memorável foi o que aconteceu recentemente nos Estados Unidos em que um gambá decidiu fazer parte da multidão.

Hayley disse: “Ele correu da floresta para o meio da plateia e começou a roçar nos tornozelos das pessoas! Paramos de tocar porque as pessoas estavam se espalhando, achei que estava tendo uma briga ou algo do tipo. Não. Apenas um simples gambá no meio da galera. Sabemos que as coisas podem ficar um pouco fedorentas em festivais, mas isso foi demais.”

Fonte

Tradução e Adaptação: Equipe do Paramore BR

Publicado por Jaquelini Cornachioni, arquivado em Notícias.

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O Paramore não para um minuto! Neste final de semana, a banda se apresentará no festival Reading and Leeds, que está fazendo diversos fãs surtarem de ansiedade. A revista britânica Kerrang! fez uma lista das músicas mais esperadas e, claro, o Paramore não está de fora desse ranking.

Nós estamos muuuuuito ansiosos para assistir Paramore, Queens Of The Stone Age, Blink-182, Gerard Way, A Day to Remember, You Me At Six e mais. Então, fizemos uma playlist das músicas que a Kerrang! faz questão de ouvir e perder a cabeça. E você, quais músicas gostaria de ouvir?
1. The Lost Art Of Keeping A Secret – Queens Of The Stone Age
2. Anything Can Happen In The Next Half Hour – Enter Shikari
3. Whoa – Paramore

Para conferir a lista completa, clique aqui.

Fonte
Tradução e Adaptação: Equipe do Paramore BR

Publicado por Lívia Rocha, arquivado em Notícias.

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A banda irá tocar no iHeartRadio Music Festival que acontece nos dias 19 e 20 de setembro, em Las Vegas. Hayley, Jeremy e Taylor contaram como foi receber esse convite e suas expectativas. Confira:

H: Estávamos em turnê fora do país durante o iHeartRadio Music Festival no ano passado. Lembro de ter lido muitas coisas a respeito na internet, todo mundo só falava sobre isso! Acho que é uma cápsula do tempo, a junção de músicas que estão fazendo sucesso em uma certa época, mas também é uma celebração da música num todo, no estilo pop, basicamente. Vamos trazer um pouco de rock e espero que as pessoas se divirtam.

J: Vai ter muita coisa boa, estamos animados!

T: Ficamos animadíssimos quando soubemos da notícia! Meio que… Eu nunca ouvi rádio enquanto crescia, só comecei esses tempos, inclusive ouvi alguns comerciais sobre o festival e tinha, tipo, todas as bandas das quais já ouvi falar, sabe?! Daí pensei “cara, como seria legal se a gente pudesse participar”, então quando recebemos a proposta, a gente se sentiu honrado do nosso nome estar do lado dessas bandas.

H: Vamos ensaiar e ficar prontos!

Tradução e adaptação: Equipe do Paramore BR.

Publicado por Lívia Rocha, arquivado em Notícias.

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A Billboard escreveu um artigo sobre a homagem prestada pela banda para o ator Robin Williams, que faleceu no último dia 11. Antes de tocar “Last Hope”, Hayley falou sobre depressão e encorajou os fãs presentes, após o discurso, ela dedicou a canção para Robin Williams. Confira:

O Paramore fez uma homenagem ao ator Robin Williams no show de Denver, na terça-feira (12). Antes de tocar “Last Hope”, a cantora Hayley Williams fez um discurso sobre “pertencer”. Ela disse Percebo o quanto fomos tristes por estar num lugar que não nos fazia bem, não nos sentíamos completos.” contando sobre a gravação do último álbum da banda. “Foi assustador, deprimente. E então, surgiu essa canção, como uma luz. Foi incrível perceber que eu pertenço a algum lugar — nós três somos parte de algo… Você é parte de algo. Por favor, saiba disso. Dedico essa música ao Robin Williams”Assista o vídeo abaixo:

Fonte.

Tradução e adaptação: Equipe do Paramore BR.

Publicado por Redação, arquivado em Notícias.

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Após cancelarem o Meet & Greet com os fãs na cidade, Paramore cancelou também o show que aconteceria hoje (04/08) em Corpus Christ, no Texas. O motivo da banda ter cancelado sua apresentação foi a Hayley estar muito doente. Confira o anuncio feito pela conta oficial da banda no Twitter:

 

Desculpe, Corpus Christi. Tentamos tocar no show de hoje à noite mas Hayley está muito doente. Nós vamos compensar para vocês.

Os fãs que não quiseram ficar para assistir a apresentação do Fall Out Boy tiveram o dinheiro de seus ingressos devolvidos. Veja um curto vídeo da fila para o reembolso:

Publicado por Lívia Rocha, arquivado em Notícias.

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No seu dia de folga, Hayley concedeu uma entrevista para a Cosmopolitan UK e contou sobre sua linha de tinrua de cabelo, o sexismo na indústria musical e feminismo. Confira a tradução:

Ah Paramore. Para cantar quando estamos bêbados voltando pra casa, ou para cantar Misery Business num tom altíssimo no karaokê, e estamos um pouco animados demais para o show deles no Reading & Leeds Festival.

Batemos um papo com a cantora Hayley Williams quando ela teve uma folga da turnê (Monumentour com Fall Out Boy, suspiros…).

Oi, querida!
Olá!

Onde estão agora? O que você vê?
Sim, estamos na estrada, passando por Michigan. Temos um show em Detroit.

Acho que todo mundo está enlouquecendo com essa turnê no Twitter. Parece que estão se divertindo!
Sim, meio que isso… Devíamos ter feito isso muito antes. Nós [e Fall Out Boy] somos do mesmo mundo, mas demos a volta por cima, crescemos e conseguimos fazer coisas fora desse mundo e ser aceitos. É bem legal. Cada noite é uma celebração.

Estamos animados de vê-los de volta no Reino Unido em agosto para o Reading festival.
Sim! Nós também.

Qual é a desse “headliner conjunto” com o Queens of The Stone Age?
Sei lá, acho que não conseguiram decidir qual é a melhor banda.

Vai ser tipo… vocês tocam uma música e depois eles tocam uma ou vai ser tudo junto? Ou vocês vão ser os principais de Leeds e daí eles os de Reading?
Acho que vamos revezar, mas creio que eles são uma banda melhor. Porém, tenho que dizer que de qualquer forma; ser metido não é legal.

Mas pode se orgulhar, Paramore é muito, muito bom.
É, fico feliz que finalmente estamos no topo. Já tocamos várias vezes antes da banda principal nesse festival.

O show foi brilhante da última vez.
Nossa, tocamos antes do The Cure, foi INSANO.

Já faz mais de um ano que estão em turnê com esse álbum.
Sim, um ano e meio. Loucura.

Ainda te anima tocá-lo ou já encheu o saco?
Pra falar a verdade, ainda é muito empolgante porque nem tocamos todo o álbum nas setlists ainda. No cruzeiro fizemos isso porque havia mais tempo, mas eu ainda não me sinto entediada. Acredito que seja a melhor coisa que a gente já fez então é legal mostrar pra todo mundo.

Podemos esperar alguma surpresa em Reading ou vão manter os hits?
Bom, depende de quanto tempo vamos ter. Nesta turnê é a setlist é melhor porque não é só uma banda sendo headliner. Mas na verdade nem parece porque o show continua sendo grande, apesar de não ser completo. No final do ano passado nossas apresentações duravam 100 minutos – é muito pra uma banda como nós, por conta das músicas rápidas.

E tem muitos saltos pelo palco. Você precisa de sapatos confortáveis.
Exatamente. É muito físico. Mas depende, ainda não decidimos. Provavelmente vamos fazer um show derivado do que estamos fazendo agora. Vamos ver o que dá pra encaixar. Sei que vai ter gente lá que estão nos acompanhando há anos, mas também sei que vai ter gente que nunca nos viram. O objetivo é entreter todos.

DEMAIS. Obviamente as coisas estão indo muito bem pra vocês no momento, você parece uma moça ambiciosa. O que ainda falta alcançar?
Não sei. Atingimos os maiores objetivos. Ao longo do tempo você percebe quais portas se abrem e o que te inspira. Em nossas carreiras, até agora, tentamos seguir o instinto, saber quem somos como um grupo, o tipo de música que gostamos de criar, como juntar tudo isso? O que nos define nesse momento? Não queremos seguir algo. Queremos ser Paramore. Queremos vender essa ideia para as pessoas e continuar ganhando fãs, uma família ao redor do mundo, temos que crescer naturalmente e não à força.

É um ótimo momento para mulheres na música, não acha?
Amo isso, acho demais. 10 anos atrás teria sido muito motivador – quando estávamos começando – se tivessem mais meninas da minha idade pra eu fazer amizades ou para me entenderem. Foi estranho estar na Warped Tour com 16 anos e ter sido a única garota vocalista – mas acho que isso te fortalece. Agora que sou mais velha, vejo meninas mais jovens em todos os instrumentos, e não tem nada de mais, se é isso que elas querem, elas fazem. Espero que isso fique cada vez mais comum de se ver. Vi que a Warped deste ano tinham várias bandas com uma ou mais garotas. É bom, muito bom de ver. Há muita música boa vindo de mulheres nesse momento. Gosto de ser uma delas.

Também gostamos. Mas (lado ruim) quase toda mulher na música reclama de sexismo na indústria – se você teve alguma experiência com isso, como foi?
Acho que não tem escapatória, não importa quão longa sua carreira. Quando a gente era mais novo, era bem pior. Eu prestava mais atenção nisso porque era extremamente sensível. Nos shows, os caras não sabiam como lidar com uma garota no palco, ainda mais com um microfone na mão, o que passa uma sensação de poder às vezes. É bizarro pensar que alguém tenha um problema com isso. Mas aprendi a lidar muito cedo; no começo tinha gente sendo expulsa da plateia mas também tinha gente que apoiava. Agora eu ignoro.

A opinião de um ignorante não nos afeta como banda e nem me afeta como pessoa, ou como mulher. Eu escolho minhas lutas. Quando vejo outras bandas passando por isso, penso “ahh, que droga” porque me lembro quando era mais nova. Tenho uma amiga na banda Candy Hearts, ela vê muita coisa estúpida por eles serem uma banda nova. Conversamos sempre sobre isso e eu tento encorajá-la. No final das contas, as pessoas importantes são aquelas que participam e apoiam o que você faz.

Já recebeu algum conselho que você guardou até hoje?
Eu diria que, não querendo dar uma de feminista legal, mas Shirley Manson tem sido muito legal e me apoiado bastante. Para mim, ela é incrível. Não toco com ela há muito tempo, mas um ano e meio atrás, no Soundwave, foi a primeira turnê com o CD novo e ela foi muito motivadora. Ela dizia “Precisamos de garotas duronas, com atitude, que não tenham medo de dar chutes no palco, que não se intimidem com nada”. São palavras simples, mas me inspiraram, não só sobre esse assunto mas sobre nossa música no geral e o que queremos como banda. Ela é uma artista sensacional, uma compositora incrível e eu a respeito muito, conhecer alguém assim – às vezes conhecer seus ídolos não é tão ruim assim.

Você e o Paramore, como um todo, sempre foram muito bons em incentivar a individualidade.
Eu era assim na escola também. Me vestida diferente e curtia, sabe, gosto de ser diferente. Não que eu goste de ser olhada, mas sei lá. Acho que quando eu era criança eu ainda não entendia, eu pensava que todo mundo tinha que ser diferente. Isso me deixou mais determinada porque sei que cada pessoa que entra em contato com a gente, seja no Twitter ou outro lugar, dizendo que estão tendo dificuldades pra de adaptar ou que sofrem bullying, eu me vejo ali, sabe, eu sei como é isso.

A música era meu refúgio. Não resolvia tudo mas me permitia sentar num canto e escrever uma canção, ou sentar com pessoas com os mesmos ideais e fazer isso com elas. Não precisam ser iguais a você, mas tem que compartilhar dos mesmos objetivos, querer se expressar, sei lá, acho que pra mim, não importa se você pinta o cabelo ou escreve um poema, se é isso que você quer, não se preocupe com o que pensam, é estupidez.

Toda vez que vou a um show do Paramore está repleto de garotas com cores selvagens no cabelo, deve ser bacana de ver.
Sim, eu amo. É mais bem recebido hoje, muito mais comum ver gente com cabelo neon ou maquiagem maluca, acho que isso se deve ao fato das pessoas lutarem pelo direito de expressão, pelo direito de ser bobo, ou se vestir de forma chamativa. Precisamos de gente assim no mundo, senão vamos acabar andando por aí com pastas, vestindo ternos e gravatas.

O mais engraçado é eu e os meninos entrando num avião e todo mundo olhando pensando que estamos na fila errada e pensando “Uhhh, vocês não são aqui, vocês tem que mudar de fila”. E a gente fica tipo “relaxem, nós pagamos como todos vocês aí de terno e gravata” não estou dizendo que todos deviam ser como nós, mas é legal que podemos ser assim. É legal mostrar pras pessoas, principalmente as mais novas, que é possível.

E você tem sua própria linha de tintura saando nesse ano ou ano que vem?
É, Estou trabalhando nisso agora mesmo. Tenho ido a muitas reuniões e tem sido muito agitado porque estamos no processo criativo. Nunca imaginei começar algo do tipo. É diferente, tenho aprendido muito. Ontem de noite eu estava lendo uns emails e lendo sobre negócios, foi interessante. É um processo divertido. Quando eu puder convidar as pessoas pra mostrar tudo que está acontecendo, falar como vai ser, então eu irei! Ainda é muito cedo pra comentar qualquer coisa.

Você devia fazer alguns trocadilhos com as músicas do tipo “Still Into Blue” ou “Ain’t It Plum”…
Que ideia ótima! Amo trocadilhos, sim, com certeza vão ter muitos.

MAL POSSO ESPERAR.

Paramore toca no Reading & Leeds Festival em agosto e com certeza serão excelentes. Oh, e o single “Ain’t It Fun” sai no Reino Unido dia 25 de agosto. COINCIDÊNCIA?

Fonte.

 

 

Tradução e adaptação: Equipe do Paramore BR.

Publicado por Jaquelini Cornachioni, arquivado em Notícias.


“Eu estou começando a aceitar que 25 não é 16″, disse a vocalista do Paramore sobre a performance da banda no palco. De qualquer maneira, os anos passam e tudo fica ainda melhor para eles. A revista Rolling Stone fez uma entrevista com a vocalista Hayley Williams, onde ela fala sobre Game of Thrones, o seu vício por ‘N Sync e, claro, o seu cabelo.

Há quatro anos, quando o Paramore perdeu seus membros fundadores, Zac e Josh Farro, a vocalista Hayley Williams estava certa de que a banda tinha acabado. “Eu pensei: bem, talvez seja como o final de Stand By Me”, disse Hayley, 25 anos. “Nada dura para sempre. Eu vou encontrar outra coisa em que sou boa”. Em vez disso, o Paramore persistiu e, desde o ano passado, são um trio – e ficaram marcados após o grande sucesso do single “Ain’t Fun”. “Eu me sinto absolutamente realizada”, disse Williams. “Para todas as pessoas que acreditam em nós, dizemos: vocês não fizeram tatuagens com as nossas letras para nada. Nós vamos continuar”.

O baixista, Jeremy Davis, recentemente adquiriu uma hérnia na sua turnê de verão com o Fall Out Boy. Você não está preocupada sobre talvez estar pegando pesado?
Eu estou começando a aceitar que 25 não é 16. Há sete ou oito anos, íamos no Taco Bell, pegávamos um burrito e corríamos para o palco. Agora, precisamos de duas horas para ficarmos prontos para o show – O Jeremy e o Taylor [York, guitarrista] tem que cuidar dos tornozelos e eu tenho que fazer alongamentos, assim não machuco meu pescoço fazendo ‘headbanging’. Eu estou amando isso, mas eu definitivamente poderia entrar em colapso em um destes shows.

A turnê é chamada de Monumentour, mas você não tem nenhum monumento no palco. Qual deles você escolheria se pudesse?
Ah, cara. Eu estou vestindo shorts de boxe e um sutiã esportivo, talvez por isso eu levaria o Liberty Bell e seria o Rocky.

Eu vi no twitter que você costumava ser um membro do fã clube do grupo ‘NSync’s. Isso é verdade?
Sim, é verdade. Eu nunca vou esquecer o dia em que o pacote chegou pelo correio. Eu estava tão animada, que eu gravei o dia na parede, junto com o meu pequeno cartão do fã clube e um pôster autografado – provavelmente ele não foi autografado de verdade, mas mesmo assim eu me preocupava com o pôster. Joey [Fatone] era o meu preferido e achei hilário que seu sobrenome fosse soletrado “fat one”.

Antes do Paramore, você e o Jeremy fizeram parte de uma banda cover de funk (The Factory). Existe alguma filmagem dessa banda tocando ou foi tudo destruído?
Sim, há filmagens. Nós nunca destruiríamos isso. Eu pedi à minha mãe, e parece que ela não tem nada sobre essa época, pensei tipo “Você me ama?”. Mas a família do Jeremy tem tudo em VHS. A nossa canção favorita era “Tell Me Something Good”, do Rufus e Chaka Khan. O baixo nessa música é tão incrível.

Eu li que você está assistindo Game of Thrones . Quanto tempo você acha que sobreviveria em Westeros?
Eu acho que não sobreviveria por muito tempo, porque as mulheres nessa série, Deus as abençoe, vivem a pior vida possível. A forma como elas são tratadas é revoltante. Fico tipo, “eu não posso acreditar que estou vendo isso – e eu realmente estou vendo”. Mas se eu pudesse voltar como outra pessoa, gostaria de ser o Tyrion. Ele é foda!

Você falou sobre o sexismo que experimentou quando o Paramore ainda tocava em lugares pequenos. Isso melhorou com o tempo?
Eu não sei, honestamente. Eu não confronto isso diretamente, não da maneira que confrontava quando tinha 16 anos. Eu pude ver todas as pessoas no meio da multidão e pude ouvir o que elas estavam dizendo. Eu acho que alguns não sabem lidar com garotas assumindo uma posição de autoridade.

Você acompanhou a decisão da Suprema Corte no caso Hobby Lobby, quanto ao direito das empresas privadas de recusarem o pagamento de contraceptivos na cobertura das apólices de saúde dos seus funcionários, em função da religião dos acionistas?
Isso é uma conversa que estou tendo quase todos os dias com os meus amigos, porque a minha mãe e eu, e um monte de mulheres da minha família, tiveram que tomar anticoncepcional por muitas razões além de “evitar” bebês. Acho que esse é um direito da mulher. O corpo é seu. O seu corpo está ligado com seu cérebro e você pode tomar decisões para o seu corpo. Isso é tudo o que vou dizer sobre isso.

Como você pode notar, eu não lhe pedi para explicar a sua nova cor de cabelo, ao contrário de muita gente esse ano.
(risos). Eu aprecio isso.

Qual foi a pergunta mais idiota que já fizeram sobre o seu cabelo?
Cara, quando me perguntam algo sobre o meu cabelo, prefiro falar sobre as razões que me levam a fazer isso, sabe? Para mim, é só uma maneira expressão pessoal. E isso dói muito menos do que fazer tatuagens. E eu já tenho várias.

Percebi que as músicas do Paramore vão bem em um karaoke. Já fizeram um karaoke do Paramore?
Sim. E foi uma experiência terrível. Eu costumava ir nestes lugares em Nashville, com um grande grupo de amigos, logo após a música Misery Business ter realmente ficado popular. Eles pensaram que era hilário me colocar para cantar. Bem, eu estava tipo “tanto faz”, e eu resolvi tentar. Eu não sei como isso é possível, mas eu acho que soou pior do que qualquer pessoa já soou cantando essa música. Foi lamentável.

Fonte

Tradução e adaptação: equipe do Paramore BR


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