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Publicado por Jaquelini Cornachioni, arquivado em Notícias.

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O Paramore não para um minuto! Neste final de semana, a banda se apresentará no festival Reading and Leeds, que está fazendo diversos fãs surtarem de ansiedade. A revista britânica Kerrang! fez uma lista das músicas mais esperadas e, claro, o Paramore não está de fora desse ranking.

Nós estamos muuuuuito ansiosos para assistir Paramore, Queens Of The Stone Age, Blink-182, Gerard Way, A Day to Remember, You Me At Six e mais. Então, fizemos uma playlist das músicas que a Kerrang!faz questão de ouvir e perder a cabeça. E você, quais músicas gostaria de ouvir?1. The Lost Art Of Keeping A Secret – Queens Of The Stone Age
2. Anything Can Happen In The Next Half Hour – Enter Shikari
3. Whoa – Paramore

Para conferir a lista completa, clique aqui.

E para matar a saudade dessa música:

Fonte

Tradução e Adaptação: Equipe do Paramore BR

Publicado por Lívia Rocha, arquivado em Notícias.

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A banda irá tocar no iHeartRadio Music Festival que acontece nos dias 19 e 20 de setembro, em Las Vegas. Hayley, Jeremy e Taylor contaram como foi receber esse convite e suas expectativas. Confira:

H: Estávamos em turnê fora do país durante o iHeartRadio Music Festival no ano passado. Lembro de ter lido muitas coisas a respeito na internet, todo mundo só falava sobre isso! Acho que é uma cápsula do tempo, a junção de músicas que estão fazendo sucesso em uma certa época, mas também é uma celebração da música num todo, no estilo pop, basicamente. Vamos trazer um pouco de rock e espero que as pessoas se divirtam.

J: Vai ter muita coisa boa, estamos animados!

T: Ficamos animadíssimos quando soubemos da notícia! Meio que… Eu nunca ouvi rádio enquanto crescia, só comecei esses tempos, inclusive ouvi alguns comerciais sobre o festival e tinha, tipo, todas as bandas das quais já ouvi falar, sabe?! Daí pensei “cara, como seria legal se a gente pudesse participar”, então quando recebemos a proposta, a gente se sentiu honrado do nosso nome estar do lado dessas bandas.

H: Vamos ensaiar e ficar prontos!

Tradução e adaptação: Equipe do Paramore BR.

Publicado por Lívia Rocha, arquivado em Notícias.

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A Billboard escreveu um artigo sobre a homagem prestada pela banda para o ator Robin Williams, que faleceu no último dia 11. Antes de tocar “Last Hope”, Hayley falou sobre depressão e encorajou os fãs presentes, após o discurso, ela dedicou a canção para Robin Williams. Confira:

O Paramore fez uma homenagem ao ator Robin Williams no show de Denver, na terça-feira (12). Antes de tocar “Last Hope”, a cantora Hayley Williams fez um discurso sobre “pertencer”. Ela disse Percebo o quanto fomos tristes por estar num lugar que não nos fazia bem, não nos sentíamos completos.” contando sobre a gravação do último álbum da banda. “Foi assustador, deprimente. E então, surgiu essa canção, como uma luz. Foi incrível perceber que eu pertenço a algum lugar — nós três somos parte de algo… Você é parte de algo. Por favor, saiba disso. Dedico essa música ao Robin Williams”Assista o vídeo abaixo:

Fonte.

Tradução e adaptação: Equipe do Paramore BR.

Publicado por Redação, arquivado em Notícias.

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Após cancelarem o Meet & Greet com os fãs na cidade, Paramore cancelou também o show que aconteceria hoje (04/08) em Corpus Christ, no Texas. O motivo da banda ter cancelado sua apresentação foi a Hayley estar muito doente. Confira o anuncio feito pela conta oficial da banda no Twitter:

 

Desculpe, Corpus Christi. Tentamos tocar no show de hoje à noite mas Hayley está muito doente. Nós vamos compensar para vocês.

Os fãs que não quiseram ficar para assistir a apresentação do Fall Out Boy tiveram o dinheiro de seus ingressos devolvidos. Veja um curto vídeo da fila para o reembolso:

Publicado por Lívia Rocha, arquivado em Notícias.

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No seu dia de folga, Hayley concedeu uma entrevista para a Cosmopolitan UK e contou sobre sua linha de tinrua de cabelo, o sexismo na indústria musical e feminismo. Confira a tradução:

Ah Paramore. Para cantar quando estamos bêbados voltando pra casa, ou para cantar Misery Business num tom altíssimo no karaokê, e estamos um pouco animados demais para o show deles no Reading & Leeds Festival.

Batemos um papo com a cantora Hayley Williams quando ela teve uma folga da turnê (Monumentour com Fall Out Boy, suspiros…).

Oi, querida!
Olá!

Onde estão agora? O que você vê?
Sim, estamos na estrada, passando por Michigan. Temos um show em Detroit.

Acho que todo mundo está enlouquecendo com essa turnê no Twitter. Parece que estão se divertindo!
Sim, meio que isso… Devíamos ter feito isso muito antes. Nós [e Fall Out Boy] somos do mesmo mundo, mas demos a volta por cima, crescemos e conseguimos fazer coisas fora desse mundo e ser aceitos. É bem legal. Cada noite é uma celebração.

Estamos animados de vê-los de volta no Reino Unido em agosto para o Reading festival.
Sim! Nós também.

Qual é a desse “headliner conjunto” com o Queens of The Stone Age?
Sei lá, acho que não conseguiram decidir qual é a melhor banda.

Vai ser tipo… vocês tocam uma música e depois eles tocam uma ou vai ser tudo junto? Ou vocês vão ser os principais de Leeds e daí eles os de Reading?
Acho que vamos revezar, mas creio que eles são uma banda melhor. Porém, tenho que dizer que de qualquer forma; ser metido não é legal.

Mas pode se orgulhar, Paramore é muito, muito bom.
É, fico feliz que finalmente estamos no topo. Já tocamos várias vezes antes da banda principal nesse festival.

O show foi brilhante da última vez.
Nossa, tocamos antes do The Cure, foi INSANO.

Já faz mais de um ano que estão em turnê com esse álbum.
Sim, um ano e meio. Loucura.

Ainda te anima tocá-lo ou já encheu o saco?
Pra falar a verdade, ainda é muito empolgante porque nem tocamos todo o álbum nas setlists ainda. No cruzeiro fizemos isso porque havia mais tempo, mas eu ainda não me sinto entediada. Acredito que seja a melhor coisa que a gente já fez então é legal mostrar pra todo mundo.

Podemos esperar alguma surpresa em Reading ou vão manter os hits?
Bom, depende de quanto tempo vamos ter. Nesta turnê é a setlist é melhor porque não é só uma banda sendo headliner. Mas na verdade nem parece porque o show continua sendo grande, apesar de não ser completo. No final do ano passado nossas apresentações duravam 100 minutos – é muito pra uma banda como nós, por conta das músicas rápidas.

E tem muitos saltos pelo palco. Você precisa de sapatos confortáveis.
Exatamente. É muito físico. Mas depende, ainda não decidimos. Provavelmente vamos fazer um show derivado do que estamos fazendo agora. Vamos ver o que dá pra encaixar. Sei que vai ter gente lá que estão nos acompanhando há anos, mas também sei que vai ter gente que nunca nos viram. O objetivo é entreter todos.

DEMAIS. Obviamente as coisas estão indo muito bem pra vocês no momento, você parece uma moça ambiciosa. O que ainda falta alcançar?
Não sei. Atingimos os maiores objetivos. Ao longo do tempo você percebe quais portas se abrem e o que te inspira. Em nossas carreiras, até agora, tentamos seguir o instinto, saber quem somos como um grupo, o tipo de música que gostamos de criar, como juntar tudo isso? O que nos define nesse momento? Não queremos seguir algo. Queremos ser Paramore. Queremos vender essa ideia para as pessoas e continuar ganhando fãs, uma família ao redor do mundo, temos que crescer naturalmente e não à força.

É um ótimo momento para mulheres na música, não acha?
Amo isso, acho demais. 10 anos atrás teria sido muito motivador – quando estávamos começando – se tivessem mais meninas da minha idade pra eu fazer amizades ou para me entenderem. Foi estranho estar na Warped Tour com 16 anos e ter sido a única garota vocalista – mas acho que isso te fortalece. Agora que sou mais velha, vejo meninas mais jovens em todos os instrumentos, e não tem nada de mais, se é isso que elas querem, elas fazem. Espero que isso fique cada vez mais comum de se ver. Vi que a Warped deste ano tinham várias bandas com uma ou mais garotas. É bom, muito bom de ver. Há muita música boa vindo de mulheres nesse momento. Gosto de ser uma delas.

Também gostamos. Mas (lado ruim) quase toda mulher na música reclama de sexismo na indústria – se você teve alguma experiência com isso, como foi?
Acho que não tem escapatória, não importa quão longa sua carreira. Quando a gente era mais novo, era bem pior. Eu prestava mais atenção nisso porque era extremamente sensível. Nos shows, os caras não sabiam como lidar com uma garota no palco, ainda mais com um microfone na mão, o que passa uma sensação de poder às vezes. É bizarro pensar que alguém tenha um problema com isso. Mas aprendi a lidar muito cedo; no começo tinha gente sendo expulsa da plateia mas também tinha gente que apoiava. Agora eu ignoro.

A opinião de um ignorante não nos afeta como banda e nem me afeta como pessoa, ou como mulher. Eu escolho minhas lutas. Quando vejo outras bandas passando por isso, penso “ahh, que droga” porque me lembro quando era mais nova. Tenho uma amiga na banda Candy Hearts, ela vê muita coisa estúpida por eles serem uma banda nova. Conversamos sempre sobre isso e eu tento encorajá-la. No final das contas, as pessoas importantes são aquelas que participam e apoiam o que você faz.

Já recebeu algum conselho que você guardou até hoje?
Eu diria que, não querendo dar uma de feminista legal, mas Shirley Manson tem sido muito legal e me apoiado bastante. Para mim, ela é incrível. Não toco com ela há muito tempo, mas um ano e meio atrás, no Soundwave, foi a primeira turnê com o CD novo e ela foi muito motivadora. Ela dizia “Precisamos de garotas duronas, com atitude, que não tenham medo de dar chutes no palco, que não se intimidem com nada”. São palavras simples, mas me inspiraram, não só sobre esse assunto mas sobre nossa música no geral e o que queremos como banda. Ela é uma artista sensacional, uma compositora incrível e eu a respeito muito, conhecer alguém assim – às vezes conhecer seus ídolos não é tão ruim assim.

Você e o Paramore, como um todo, sempre foram muito bons em incentivar a individualidade.
Eu era assim na escola também. Me vestida diferente e curtia, sabe, gosto de ser diferente. Não que eu goste de ser olhada, mas sei lá. Acho que quando eu era criança eu ainda não entendia, eu pensava que todo mundo tinha que ser diferente. Isso me deixou mais determinada porque sei que cada pessoa que entra em contato com a gente, seja no Twitter ou outro lugar, dizendo que estão tendo dificuldades pra de adaptar ou que sofrem bullying, eu me vejo ali, sabe, eu sei como é isso.

A música era meu refúgio. Não resolvia tudo mas me permitia sentar num canto e escrever uma canção, ou sentar com pessoas com os mesmos ideais e fazer isso com elas. Não precisam ser iguais a você, mas tem que compartilhar dos mesmos objetivos, querer se expressar, sei lá, acho que pra mim, não importa se você pinta o cabelo ou escreve um poema, se é isso que você quer, não se preocupe com o que pensam, é estupidez.

Toda vez que vou a um show do Paramore está repleto de garotas com cores selvagens no cabelo, deve ser bacana de ver.
Sim, eu amo. É mais bem recebido hoje, muito mais comum ver gente com cabelo neon ou maquiagem maluca, acho que isso se deve ao fato das pessoas lutarem pelo direito de expressão, pelo direito de ser bobo, ou se vestir de forma chamativa. Precisamos de gente assim no mundo, senão vamos acabar andando por aí com pastas, vestindo ternos e gravatas.

O mais engraçado é eu e os meninos entrando num avião e todo mundo olhando pensando que estamos na fila errada e pensando “Uhhh, vocês não são aqui, vocês tem que mudar de fila”. E a gente fica tipo “relaxem, nós pagamos como todos vocês aí de terno e gravata” não estou dizendo que todos deviam ser como nós, mas é legal que podemos ser assim. É legal mostrar pras pessoas, principalmente as mais novas, que é possível.

E você tem sua própria linha de tintura saando nesse ano ou ano que vem?
É, Estou trabalhando nisso agora mesmo. Tenho ido a muitas reuniões e tem sido muito agitado porque estamos no processo criativo. Nunca imaginei começar algo do tipo. É diferente, tenho aprendido muito. Ontem de noite eu estava lendo uns emails e lendo sobre negócios, foi interessante. É um processo divertido. Quando eu puder convidar as pessoas pra mostrar tudo que está acontecendo, falar como vai ser, então eu irei! Ainda é muito cedo pra comentar qualquer coisa.

Você devia fazer alguns trocadilhos com as músicas do tipo “Still Into Blue” ou “Ain’t It Plum”…
Que ideia ótima! Amo trocadilhos, sim, com certeza vão ter muitos.

MAL POSSO ESPERAR.

Paramore toca no Reading & Leeds Festival em agosto e com certeza serão excelentes. Oh, e o single “Ain’t It Fun” sai no Reino Unido dia 25 de agosto. COINCIDÊNCIA?

Fonte.

 

 

Tradução e adaptação: Equipe do Paramore BR.

Publicado por Jaquelini Cornachioni, arquivado em Notícias.


“Eu estou começando a aceitar que 25 não é 16″, disse a vocalista do Paramore sobre a performance da banda no palco. De qualquer maneira, os anos passam e tudo fica ainda melhor para eles. A revista Rolling Stone fez uma entrevista com a vocalista Hayley Williams, onde ela fala sobre Game of Thrones, o seu vício por ‘N Sync e, claro, o seu cabelo.

Há quatro anos, quando o Paramore perdeu seus membros fundadores, Zac e Josh Farro, a vocalista Hayley Williams estava certa de que a banda tinha acabado. “Eu pensei: bem, talvez seja como o final de Stand By Me”, disse Hayley, 25 anos. “Nada dura para sempre. Eu vou encontrar outra coisa em que sou boa”. Em vez disso, o Paramore persistiu e, desde o ano passado, são um trio – e ficaram marcados após o grande sucesso do single “Ain’t Fun”. “Eu me sinto absolutamente realizada”, disse Williams. “Para todas as pessoas que acreditam em nós, dizemos: vocês não fizeram tatuagens com as nossas letras para nada. Nós vamos continuar”.

O baixista, Jeremy Davis, recentemente adquiriu uma hérnia na sua turnê de verão com o Fall Out Boy. Você não está preocupada sobre talvez estar pegando pesado?
Eu estou começando a aceitar que 25 não é 16. Há sete ou oito anos, íamos no Taco Bell, pegávamos um burrito e corríamos para o palco. Agora, precisamos de duas horas para ficarmos prontos para o show – O Jeremy e o Taylor [York, guitarrista] tem que cuidar dos tornozelos e eu tenho que fazer alongamentos, assim não machuco meu pescoço fazendo ‘headbanging’. Eu estou amando isso, mas eu definitivamente poderia entrar em colapso em um destes shows.

A turnê é chamada de Monumentour, mas você não tem nenhum monumento no palco. Qual deles você escolheria se pudesse?
Ah, cara. Eu estou vestindo shorts de boxe e um sutiã esportivo, talvez por isso eu levaria o Liberty Bell e seria o Rocky.

Eu vi no twitter que você costumava ser um membro do fã clube do grupo ‘NSync’s. Isso é verdade?
Sim, é verdade. Eu nunca vou esquecer o dia em que o pacote chegou pelo correio. Eu estava tão animada, que eu gravei o dia na parede, junto com o meu pequeno cartão do fã clube e um pôster autografado – provavelmente ele não foi autografado de verdade, mas mesmo assim eu me preocupava com o pôster. Joey [Fatone] era o meu preferido e achei hilário que seu sobrenome fosse soletrado “fat one”.

Antes do Paramore, você e o Jeremy fizeram parte de uma banda cover de funk (The Factory). Existe alguma filmagem dessa banda tocando ou foi tudo destruído?
Sim, há filmagens. Nós nunca destruiríamos isso. Eu pedi à minha mãe, e parece que ela não tem nada sobre essa época, pensei tipo “Você me ama?”. Mas a família do Jeremy tem tudo em VHS. A nossa canção favorita era “Tell Me Something Good”, do Rufus e Chaka Khan. O baixo nessa música é tão incrível.

Eu li que você está assistindo Game of Thrones . Quanto tempo você acha que sobreviveria em Westeros?
Eu acho que não sobreviveria por muito tempo, porque as mulheres nessa série, Deus as abençoe, vivem a pior vida possível. A forma como elas são tratadas é revoltante. Fico tipo, “eu não posso acreditar que estou vendo isso – e eu realmente estou vendo”. Mas se eu pudesse voltar como outra pessoa, gostaria de ser o Tyrion. Ele é foda!

Você falou sobre o sexismo que experimentou quando o Paramore ainda tocava em lugares pequenos. Isso melhorou com o tempo?
Eu não sei, honestamente. Eu não confronto isso diretamente, não da maneira que confrontava quando tinha 16 anos. Eu pude ver todas as pessoas no meio da multidão e pude ouvir o que elas estavam dizendo. Eu acho que alguns não sabem lidar com garotas assumindo uma posição de autoridade.

Você acompanhou a decisão da Suprema Corte no caso Hobby Lobby, quanto ao direito das empresas privadas de recusarem o pagamento de contraceptivos na cobertura das apólices de saúde dos seus funcionários, em função da religião dos acionistas?
Isso é uma conversa que estou tendo quase todos os dias com os meus amigos, porque a minha mãe e eu, e um monte de mulheres da minha família, tiveram que tomar anticoncepcional por muitas razões além de “evitar” bebês. Acho que esse é um direito da mulher. O corpo é seu. O seu corpo está ligado com seu cérebro e você pode tomar decisões para o seu corpo. Isso é tudo o que vou dizer sobre isso.

Como você pode notar, eu não lhe pedi para explicar a sua nova cor de cabelo, ao contrário de muita gente esse ano.
(risos). Eu aprecio isso.

Qual foi a pergunta mais idiota que já fizeram sobre o seu cabelo?
Cara, quando me perguntam algo sobre o meu cabelo, prefiro falar sobre as razões que me levam a fazer isso, sabe? Para mim, é só uma maneira expressão pessoal. E isso dói muito menos do que fazer tatuagens. E eu já tenho várias.

Percebi que as músicas do Paramore vão bem em um karaoke. Já fizeram um karaoke do Paramore?
Sim. E foi uma experiência terrível. Eu costumava ir nestes lugares em Nashville, com um grande grupo de amigos, logo após a música Misery Business ter realmente ficado popular. Eles pensaram que era hilário me colocar para cantar. Bem, eu estava tipo “tanto faz”, e eu resolvi tentar. Eu não sei como isso é possível, mas eu acho que soou pior do que qualquer pessoa já soou cantando essa música. Foi lamentável.

Fonte

Tradução e adaptação: equipe do Paramore BR

Publicado por Jaquelini Cornachioni, arquivado em Notícias.


Tanto o Paramore como o Fall Out Boy evoluíram. Atualmente, as duas bandas enchem locais com capacidade para mais de 20.000 pessoas, além de conseguirem boas críticas e colocações na Billboard. O CD Save Rock and Roll foi extremamente bem aceito e o hit Ain’t Fun marcou definitivamente a mudança de estilo Paramore. O site Tampa Bay Time recentemente fez diversas matérias sobre o assunto e review’s de shows onde ele chama a nova fase de ambas as bandas de “renascimento”. Confira agora uma matéria sobre o auge do Paramore e do Fall Out Boy e o trecho de um review sobre a performance de Hayley, Taylor e Jeremy no palco!

Parafraseando LL Cool J: Não vamos chamar isso de retorno. O que o Paramore e o Fall out Boy estão passando por estes dias é mais como um renascimento.

Pete Wentz aprendeu algumas lições importantes durante seus dias de juventude no festival Vans Warped Tour.

“Eu diria que um dos maiores problemas é que você realmente deve manter algum estado de higiene durante as turnês”, riu o baixista do Fall Out Boy durante uma recente teleconferência com jornalistas. “Voltei da Warped Tour me sentindo um novo homem. Eu descobri que você pode existir com apenas lenços umedecidos e água”.

Ah, a vida na Warped

Muita coisa mudou para o Fall Out Boy desde a sua estreia tocando punk, em 2004 e 2005. Eles estão tocando agora em locais com capacidade para 20.000 assentos, ampa’s MidFlorida Credit Union Amphitheatre, onde no sábado eles serão co-headline de um show com outro companheiro de Warped Tour: o Paramore!

As bandas têm chamado isso de MONUMENTOUR, apelido que se encaixa – ambas estão gerando altas críticas comerciais; eles têm bases de fãs similares e sobrepostas; e apesar de vindos de uma “mesma família”, eles nunca fizeram uma turnê juntos. “Nossos fãs têm pedido por isso há um longo tempo”, disse Wentz.

Mas há outra razão, menos óbvia, do motivo desta turnê ser tão importante. Fall Out Boy e Paramore estão entre as poucas bandas de rock que venceram com garra seu caminho desde as suadas fases de Warped Tour para este nível de sucesso global.

Para cada banda que começou na Warped Tour – Blink-182, My Chemical Romance, No Doubt, Avenged Sevenfold – há centenas de bandas que nunca chegaram perto de serem grandes. Quando a 20º edição da Warped Tour retornar a São Petersburgo na sexta, vai trazer cerca de 90 artistas em Vinoy Park e são muitas as chances que nenhuma delas jamais será a performance principal de um show como o do Fall Out Boy e Paramore que será no sábado a noite em Tampa.

“Certamente me sinto incrível em arenas enormes”, disse Hayley Williams, vocalista do Paramore, durante uma teleconferência dela própria. “E agora nós estamos começando a fazer todos estes shows enormes – alguns anfiteatros em que nós tocamos com o No Doubt em 2009 – e parece incrível. Não posso esperar para ver quanta festa existe entre os fãs de Paramore e os fãs de Fall Out Boy, que assistiram nossas bandas virem do nada.”

A ascensão, a queda, o renascimento

Hayley Williams, mas Fall Out Boy e Paramore estão tão próximos como parceiros quanto duas bandas podem ficar.

Aos 35 anos, Wentz é uma década mais velho que Hayley Williams, mas Fall Out Boy e Paramore estão tão próximos como parceiros quanto duas bandas podem ficar.

Ambos explodiram durante a época do emo-pop em meados dos anos 2000, atingindo o sucesso aparentemente da noite para o dia com singles de sucesso (Sugar, We’re Goin’ Down e Dance, Dance do Fall Out Boy; Misery Business e Crushcrushcrush de Paramore) e aclamação da crítica, incluindo um par de “Melhores Indicações de Novos Artistas do Grammy”. Hayley Williams, a corajosa de cabelos de fogo, se tornou uma das vocalistas de rock mais famosas do mundo, enquanto o conhecimento de Wentz com soundbites e moda – para não mencionar a voz emocionante de Patrick Stump – ganhou legiões de fãs e capas de revistas para o Fall Out Boy.

“Nós estávamos na Warped quando lançamos o “Under The Cork Tree”, e foi um verão estranho” Wentz lembrou, fazendo referência ao álbum de 2005. “Quando nós e My Chemical Romance eram ambos novatos no TRL, o que já era estranho, foi como se os planetas estivessem alinhados. Eu acho que foi a coisa mais próxima às bandas punk sendo como boy bands”.

O Grammy e MTV deram ao Fall Out Boy e para o Paramore uma grande vantagem sobre os seus antigos companheiros da Warped (embora o Paramore tenha voltado a esse festival para shows em 2008, 2009, 2011). Os seus álbuns posteriores também venderam bem, permitindo que as duas bandas fossem a atração principal de arenas e anfiteatros na Honda Civic Tour, Fall Out Boy em 2007 e Paramore em 2010.

Mas o “ter muito sucesso” logo no início da carreira teve efeito sobre as duas bandas. Em 2009, o Fall Out Boy entrou em hiato indefinido, perto da depressão, insegurança, abuso de drogas e as pressões da fama. E no final de 2010 o Paramore se dividiu, os membros fundadores, Josh e Zac Farro (guitarrista e baterista), saíram após alegarem que a banda seria pouco mais do que um veículo de marketing para Williams.

“Não só temos que passar pelo processo emocional, a dor e todo esse tipo de coisa – um pouco de raiva, algum espanto, todas aquelas emoções malucas que tivemos que passar por um tempo – estávamos ao mesmo tempo percebendo que ainda queríamos fazer música, e isso não mudou a maneira que nós nos sentimos sobre o Paramore”, disse Williams. “Por si só, antes mesmo de termos realmente escrito música, o que levou tempo, isso nos levou a fazer um esforço muito grande para conhecer uns aos outros como pessoas”.

Em 2013, ambas as bandas reagiram e voltaram para a vida de uma maneira que poucos viram chegando. Fall Out Boy voltou com o ousado CD intitulado Save Rock and Roll, com participações especiais de nomes como Elton John e Courtney Love. Ele estreou no topo das paradas, e talvez mais surpreendentemente, ganhou as melhores críticas da carreira do Fall Out Boy. Em setembro, eles se esgotaram a USF Sun Dome Arena.

Paramore, por sua vez, lançou o animado single Ain’t Fun, uma passagem estilosa do seu Punk “Hot Topic” do passado. O single tornou-se a sua maior música, atingindo o número 1 na parada de singles de rock da Billboard. “Eu acho que você jamais deve supor que um único single vai ser o seu grande sucesso”, disse Williams. “Mas este, de longe, chocou a todos nós.”

Wentz, também, soa um pouco chocado com o quão bem recebido o retorno do Fall Out Boy tem sido. “Ser capaz de entrar em anfiteatros – Eu acho que nós nem sequer tivemos a esperança de fazer isso, quando começamos o processo deste álbum”, disse ele. “Nós viemos de uma cena muito específica da música, que agora parece não existir mais. É uma coisa diferente atualmente, e estamos tentando descobrir qual é o nosso lugar”.

Balões, serpentinas e confete

Esta fase do Paramore mostra a banda como um trio: Hayley Williams, o guitarrista Taylor York e o baixista Jeremy Davis (incluindo Aaron Gillespie, ex-Underoath e The Almost, arrebentando na bateria) no auge da carreira.

A vocalista Williams é e sempre será o centro das atenções do Paramore (um fato que quase acabou com a banda em 2010), mas realmente não poderia ser de outra maneira. Sua energia traz poderes não apenas para o show ao vivo, como para sua existência.

Vestindo um top atlético e shorts largo, Williams andou por todo o palco como uma rainha, porém dando pontapés e socos no ar nas introduções de músicas como Still Into You (single de 2013) e That’s What You Get. Em seguida, For a Pessimist, I’m Pretty Optimistic e a música da fase “emo”, Ignorance.

Recentemente, foi o nono aniversário do primeiro álbum, All We Know is Falling e o Paramore aproveitou para tocar com entusiasmo Pressure e Emergency, músicas que Williams diz raramente tocar, mas, no entanto, a performance desses hits teve explosões de confetes.

Seu set de 14 músicas não foi sobrecarregado de sucessos e, na sua canção de maior sucesso, Misery Business, a banda chamou um super fã para cantar um trecho enquanto Hayley agitava a plateia energicamente.

A apresentação foi marcante: balões, serpentinas, confetes e danças por todo o palco.

Fonte

Tradução e adaptação: Equipe do Paramore BR

Publicado por Lívia Rocha, arquivado em Notícias.


Hayley e Chad foram entrevistados brevemente durante a premiação da revista Alternative Press, confira:

CM Punk: Fique firme, fique perto! O que vocês estão fazendo aqui?
Chad: Eu não posso dizer ainda…
CM Punk: Hayley, o que você faz aqui?
Hayley: Eu e os rapazes, da minha banda, vamos anunciar o Twenty One Pilots
CM Punk: Legal, legal!
Hayley: Eles vão tocar hoje…
CM Punk: E você está aqui para uma surpresa…
Chad: Sim, uma surpresa… Eu tinha ouvido falar que você viria e fazia tempo que não te via que eu resolvi invadir aqui só pra te abraçar.
CM Punk: Ser convidado pro mesmo evento, esse é o único jeito de amigos se encontrarem. É ótimo ver vocês, o que está vestindo?
Hayley: Oh, é UNIF! Umas das minhas marcas favoritas…
Juliet Simms: Eu amo UNIF! Muito boa…
CM Punk: Quem é esse na sua camiseta? Oi, Ian!
Juliet Simms: Meu Deus!
Chad: É minha camiseta do Ian Grushka, meu baixista que não pôde estar aqui hoje… Ele está em algum lugar, morando em algum campo de baseball, então resolvi vestir…
Hayley: Ele parece ótimo, os mamilos dele são bem bonitos…
CM Punk: Isso aí, então…
Juliet Simms: Parecem pepperoni!
CM Punk: Não saiam daí, nos vemos lá dentro!

Tradução e adaptação: Equipe do Paramore BR.

Publicado por Renan Pires, arquivado em Notícias.

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Em Fevereiro, Hayley visitou os estúdios do Ryan Seacrest da rádio Kiis FM para uma entrevista, na qual ela comentou que tinha uma paixão pelo ator Jason Segel. Ryan estava entrevistando Jason Segel sobre o seu novo filme e resolveu ligar para a Hayley e fazer essa surpresa e ver no que ia dar! Confira o player  e a tradução da entrevista abaixo:

(Lembrando que eles mencionam a Hayley e o Paramore em 4 minutos, e ligam para a Hayley em 8 minutos)

...4:00

Ryan: Tudo bem, Jason Segel está aqui! Pode esperar um segundo?
Jason: Claro!
Ryan: Porque… você conhece a banda Paramore?
Jason: Sim! Claro!
Ryan: “Ain’t it fun? Living…”
Jason: Sim!
Ellen: Muitas músicas!
Ryan: Hayley Williams esteve conosco, não muito tempo atrás, e estávamos literalmente tendo uma conversa sobre paixões por celebridades e ela disse isso… eu disse “Qual é a sua?” e ela disse:

Gravação
Hayley: A minha é o Jason Segel, fácil. Eu só quero sair com ele.
Ryan: Sério? Nós podíamos ligar para ele, sabia?
Hayley: Não! Não diga isso, eu vou começar a chorar!

Ryan: Então…
Jason: Bem, isso é muito gentil e doce!
Ryan: Nós não… eu não liguei para você, mas nós podemos ligar para ela e fazer uma surpresa! Então eu pensei, se você puder esperar por um segundo, seria ótimo apresentá-los se vocês  nunca se conheceram.
Jason: Claro! Eu acho que isso parece ser adorável!
Ryan: Ok! Só espere um pouco, Jason.

… 8:00

Ryan: Certo, deixe-me ver se eu consigo… Hayley?
Hayley: Olá! Quanto tempo!
Ryan: Hayley Williams do Paramore, é o Ryan Seacrest.
Hayley: Olá!
Jason: Olá Hayley, é o Jason Segel!
Hayley: Espera! O que?!
Jason: Como vai?
Hayley: Alô?
Jason: Olá Hayley, é o Jason Segel!
Hayley: Meu Deus, oi!
Jason: Como vai?
Hayley: Gente, vocês continuam fazendo isso comigo!
Jason: Não sou o primeiro?
Hayley: Não! Eles fizeram… eles… Ai meu Deus! Oi! Como vai você? Sou uma grande fã!
Jason: Bem, e você? Eu sou um grande fã de vocês!
Hayley: Obrigado! Estou bem, é… estou em um hotel, e estamos em tour.
Ryan: Tempo perfeito. Sabe, eu não resisti porque nós estávamos falando com Jason sobre o filme dele, que você deveria assistir, é muito engraçado. E…
Hayley: Eu quero ver! Planejo em fazer isso amanhã no nosso dia de folga!
Jason: Nossa! Muito obrigado! Aprecio isso.
Ryan: E em qual cinema você vai ver “Sex Tape”?
Hayley: Eu não tenho certeza, acho que estaremos em DC, não sei.
Ellen: Ryan, deixa a mágica acontecer.
Ryan: Certo, desculpa, vou ficar fora disso. Quando você esteve aqui você estava falando os seus pensamentos sobre Jason…
Ellen: Isso é sobre ela e Jason.
Jason: Sim! Ele tocou o trecho da sua entrevista para mim, foi muito gentil e doce!
Hayley: Oh! Legal, mas constrangedor.
Jason: Não! É fantástico! Como está a tour?
Hayley: Está legal, estamos nela faz tipo, um mês, e… é nós e o Fall Out Boy, e.. cara, tem sido incrível. Estou amando. Nós não chegaremos a Costa Oeste até Agosto, mas se você estiver em Irvine você pode ir nos ver no dia 16. Você provavelmente não vai, mas…
Jason: Eu estou sempre em Irvine em Agosto! Perfeito!
Hayley: Ok! Ótimo!
Jason: Eu passo o verão em Irvine.
Ryan: Bem, Hayley, nós só queríamos conectar vocês, pois sabíamos que tinha que acontecer.
Jason: Sim! Isso é muito animante, Hayley, foi um prazer te conhecer por telefone!
Hayley: É! sua voz parece você mesmo, então é bom saber.
Jason: É, totalmente! Eu não uso modificador de voz nos meus filmes.
Hayley: Foi um prazer te conhecer! Obrigado por terem ligado!
Ryan: Tenha um bom show essa noite! Tchau Hayley!
Hayley: Valeu! Tchau Ryan, te vejo depois!
Jason: Tchau!
Ryan: Ela é muito legal…
Jason: Isso foi hilário! Maravilhoso.
Ryan: Muito legal. Jason Segel! Te amamos, e obrigado por ter ligado, parabéns pelo filme, “Sex Tape” nos cinemas, amanhã. Falo com você em breve, certo?
Jason: Sim, tchau!
Ellen: Tchau!

 

Fonte.

Tradução e adaptação:Equipe Paramore BR

Veja a entrevista da Hayley em Fevereiro com o Ryan Seacrest.

Publicado por Lucas Kaique, arquivado em MONUMENTOUR, Notícias, Vídeos.

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A Live Nation coletou depoimentos de fãs do Paramore e Fall Out Boy sobre a MONUMENTOUR, turnê que ambas bandas percorrem a estrada juntas. Confira o vídeo com tradução onde os fãs enchem a turnê de elogios:

“Estamos aqui para ver Fall Out Boy e Paramore!”

“Esperei para vê-los do mesmo palco por… pela minha vida inteira!”

“Ano passado comprei os álbuns dos dois ao mesmo tempo… E agora, um ano depois eles estão tocando juntos… É demais!”

“Vê-los juntos é muito empolgante!”

“Mal podemos esperar para ver os dois, vai ser incrível!”

“Estou muito animada!”

“Ela é durona! Adoro tudo nela”

“Eles me levam de volta há um tempo… Me fazem lembrar no primeiro show que fui, da primeira banda que eu virei fã”

“Eles estão mais ousados… Eles tem essa certa ousadia”

“Conforme o Fall Out Boy cresceu como banda, eu cresci como pessoa… Eu tenho essa tatuagem no meu braço. Todos deveriam ir ao show porque é fantástico! A pirotecnia é demais, as luzes, as músicas”

“Te anima e faz você ficar maluca!”

“O clima de amizade entre os fãs de Paramore e Fall Out Boy é incrível!”

“Você tem que vir! Simplesmente sensacional!”

“Incrível!”

“Insano!”

“O melhor show que eu já fui!”

“Me diverti muito!”

“Foi sensacional!”

“Eles arrasaram!”

“Eles foram demais, foi incrível”

“Hayley, eu te amo!”

“Acho que minha vida está feita, já posso morrer feliz!”

“Todos tem que vir ao show porque vai explodir sua mente!”

“Todas as apresentações foram incríveis, nunca vi uma banda de abertura tão boa como New Politics”

“Foi demais! Muito obrigada!”

“Meu Deus, muito obrigada!”


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